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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

Nome:

Patrícia Elaine

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Mensagem:

Hugo, apesar de não ser iperoense de registro em cartório, já me sinto filha da terrinha nestes vinte anos nesta pequena cidade, de pessoas maravilhosas como você que resgataram belas histórias. Muito legal teu trabalho, gostei muito mesmo, até me achei em uma de suas fotos. Parabéns, que você brilhe cada dia mais. Sucesso.

 

Nome:

Claudemir Donizetti Ferreira

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Mensagem:

Parabéns pela iniciativa em resgatar a história da cidade. Morei nessa cidade durante anos, mais ou menos no periodo de 1962 a 1974, na Vila Aparecida. No momento não tenho fotos para compartilhar com este acervo, mas de qualquer forma, tenho imenso prazer de sempre navegar no passado para construirmos um futuro melhor.
Um abraço a todos os iperoenses e continuem nessa direção para que as futuras gerações conheçam um pouco mais dessa maravilhosa cidade.
Claudemir

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Maria Eduarda,
Você e amigas podem e devem conhecer Ipanema e outras regiões do município de Iperó, que certamente irão gostar. Precisamos de jovens e da opinião dos jovens. Venham participar conosco. Visitem Ipanema, façam uma trilha pelo morro e depois nos escrevam relatando a experiência, as impressões, críticas e sugestões.
Todos do site com certeza agradecem a sua participação.
Abraço.

 

Nome:

Maria Eduarda

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Sou uma estudante tenho 13 anos. Minha professora de história esteve aí com a sua amiga e nos contou sobre este lugar. Pelo que ela havia contado num parecia que este lugar era tão cheio de curiosidades para se descobrir. Mas estava lendo um pouco das histórias que tem no site e achei muito legal. Minha sala está doida pra conhecer e eu também. Acho que no meio desse ano ainda vamos aí dar uma visitinha.
Achei magníficas as histórias que tem no site.

 

Nome:

Areli Garcia Silva

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Mensagem:

Olá, tudo bem com você?
Gostaria de saber como faço pra ir à Fazenda Ipanema com um grupo de amigos e ir fazer um passeio pela trilha. Eu já fui com uma escola onde eu estudava e adorei fazer a trilha. E meus amigos gostariam de conhecer a Fazenda Ipanema e suas histórias, etc. No caso, teria que fazer um agendamento? E quanto seria por pessoa?
Abraços,
Areli

 

Nome:

Tanaka

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Mensagem:

Vocês sabiam que o Augusto, o doutor, para poder pagar promessa já alcançada, está engessando de graça braços e pernas fraturados. Portanto, se você ou alguém que você sabe, que você conhece, quebrou um ou outro membro que acima foi mencionado, chame-o que ele vem com muito prazer e sem nenhum custo, como já dito e apenas reforçando, para quem quer que seja; aliás, ele até agradece por tê-lo chamado pois esta é uma maneira dele poder pagar a promessa feita; assim, pois, você inclusive estará colaborando para que ele possa cumprir integralmente a promessa; são cinco dezenas de pessoas que ele terá que atender e ele até o momento só o fez para uma dezena de pessoas; ainda, ele traz todo o material necessário para o procedimento médico; afinal é promessa e não faz sentido a cobrança de qualquer custo para quem for atendido.
Numa outra etapa o doutor estará também realizando cirurgias (todo tipo); da mesma forma, gratuitamente; esse doutor vale o que pesa... olha! a promessa alcançada é muito, mas muito grande mesmo e valiosa e por isso ele está tão empenhado em cumprí-la; só quem é atendido é que ficará sabendo o que foi alcançado, aliás como é da promessa também.

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Mensagem:

Boa noite meus queridos,
Eu fiquei chateado de ficar impedido de ir a Iperó dia 11. Imprevistos acontecem, mas depois que li o texto do querido Augusto, a chateação se transformou em solução. Primeiro que decidi que dia 23 Corpus Christi irei. Nem sei se ainda as ruas são enfeitadas com pétalas de rosa, cal, pó de café, serragem e palha de arroz. Mas irei. Ficarei muito feliz se encontrar algum de vocês.
Segundo que, por "penitência" imposta pelo patrono da cidade, resolvi de forma inesperada e improvisada, como faziam os cantores de cururu (será que eles ainda resistem?), escrever algumas lembranças da minha infância sobre as tradições do município. Vou por parte e a primeira estou publicando. A segunda, que se refere especificamente a Iperó e Santo Antonio, mando depois. Não fiz correções, nada. Escrevi e estou anexando. Puro castigo de Santo Antonio... rs.
Abração a todos, e em especial ao grande, e como diz o Augusto, visionário Hugo!

 

Nome:

Silvana Mello

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Mensagem:

Olá, Hugo!
Acho que a noite foi maravilhosa. Espero ter mais noites destas e, claro, espero ser convidada novamente.
Afinal, é muito bom interagir com todos que fazem parte das histórias de Iperó:
Escrevi um FRAGMENTO DA NOITE:
“Era inverno ou outra estação?
A serração eternizava nas folhas as suas gotas,
Como no vento o tempo, o eco das palavras,
som de anjos, canto gregoriano,
As luzes da praça mostrava figuras em movimento,
não reconheci ninguém...
Misturas de culturas, gestos, festa, um caminhar...
Na minha consciência um sonho, um devaneio
um mistério, será que estive lá...
Sim era esta estação! apenas a primavera acontece
no meu coração...”

 

Nome:

Augusto Daniel

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O Hugo é mesmo uma pessoa especial, daquelas que tem uma aura muito boa, daquelas pessoas que agregam, daquelas que não tem idade e que você tem a impressão que sempre estiveram ali, você sempre as conheceu e que a presença nos faz bem. Essa não é a minha impressão, é uma constatação. Ontem, 11/06/11, já escrevi que estive em Iperó, fui por convite do Hugo. Nunca vou aos sábados; sempre aos domingos. Fui rever Iperó à noite e a festa de Santo Antonio e me surpreendi. Fiquei feliz. Fui à missa, também por convite do Hugo, que foi o responsável pelas músicas e o fez de uma forma muito bonita. Aliás, quando entramos na igreja, que é simplesmente linda, já fomos ouvindo uma música maravilhosa que é um pedido a Deus e ao Espírito Santo, num canto Gregoriano, é muito linda. Vi pessoas de minha idade e mais velhas, todas de meu tempo. Meditei, orei, pensei no que aprendi com todo esse povo, na importância que todos tiveram em minha vida. Encontrei o Zezinho Lima, lá do "barro da minhoca", irmão dos Bagres (Bagrão e Bagrinho), cujo pai fazia parte da Corporação Musical Santa Cecília no trombone de vara. Nos abraçamos e ele de imediato se lembrou dos campeonatos de "botão" que fazíamos em casa. A missa foi muito bonita e isso deve-se ao padre. Sempre ouvi que não vamos à missa pelo padre, mas não penso assim; penso que ele faz sim a difereça e a confirmação é exatamente o maestro da igreja hoje. Conversamos, o Hugo e eu, pensamos que nada deve mudar. Falamos da satisfação de pessoas queridas nossas estarem contribuindo e muito. Um deles, o Gilo. Insistimos e muito pra que a Celinha (que se vocês não sabem é a primeira universitária de Iperó) contribua, como temos pedido a muitas pessoas. Conversamos sobre a necessidade de nos reunirmos, conversarmos, enfim; cumê, bebê e prosiá. Ficarmos um dia juntos. Questão de tempo e vamos pensar em publicar todo esse material. Ainda é tempo de colher. Vamos escrever!

 

Nome:

Hugo Augusto

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Gustão, como sempre, belas colocações!
Falou bem... tenho acompanhado de perto algumas transformações e vejo que o Carlinhos (padre) tem se desdobrado bastante para conseguir "arrebanhar" o povo que ainda está disperso. Muito já foi feito e muito mais ainda precisa ser feito. A festa está, de certa forma, voltando a ficar com mais cara daquelas festas dos "anos dourados da nossa Iperó", das quais vocês sempre lembram... percebo aquela situação da(s) família(s) voltando a participar... sem medo... sem o "pé atrás"... se é que me entendem...
Claro que não temos mais a "furiosa" e nem mesmo um "coreto" para ela... não temos o Calil, d. Minervina, Lazinho Rosa, os festeiros e tantos outros amigos saudosos que durante anos foram referência nos diversos aspectos da Festa de Santo Antonio, mas temos gente nova chegando e querendo, de alguma forma, não deixar a tradição se acabar... e assim tem sido...
Afinal de contas, a festa acontece desde 1943... e vai se adequando às mudanças que vem com o passar dos anos... mas a devoção ao padroeiro (ponto alto das comemorações) ainda é grande... quem participa das celebrações nesta época, sabe bem como é...
Ontem foi uma alegria revê-lo e também a sua família... uma alegria poder rever outros tantos amigos também... e assim é a nossa vida... que bom que, num determinado momento, pudemos, todos, nos encontrar!!!
Talvez esse seja um dos grandes presentes para cada um de nós... e por que não dizer que, talvez, tenha algum toque do nosso Santo Antonio inclusive nisso... né?
Grande abraço a todos,
Hugo.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Mensagem:

Pra quem viu o Santos de Pelé, tudo que vem no "após" consegue ser "bom" e nada mais. "Quem viu, viu e, quem não viu, fica com a cara de paviu". Eu penso isso, mas também não fecho questão, posso mudar. Quem viu as festas de Santo Antonio dos "antigamente", viu; quem não viu, dançou. Levando em consideração as últimas que vi, assim seria. Mas, parece-me que não é. A disponibilidade, a vontade, os festeiros estão adormecidos, em estado latente. A orquestra ainda está lá, aguardando que os reúna, aos músicos, os ensaie e, então, obedientes ao maestro criativo, organizador tentarão a "9ª de Bethoven". Falharão, mas deram o primeiro passo, estão renascendo e se não desistirem e o maestro insistir conseguirão. Uma pessoa, um maestro, jovem na idade e nas ideias (principalmente),mostrou, na fria noite de 11/06/11 que a "festa de Santo Antonio" pode ressurgir. Penso que o jovem padre da velha igreja mostrará ao povo que ele, o povo, pode, é capaz de se organizar e ressuscitar a "nossa" festa. Estava bonita, a missa, a festa, as pessoas. Casa cheia de gente moça e bonita. Muitas barracas. Gente alegre. Mais uma vez confirmado uma minha idéia de que, mesmo Iperó não sendo um município rico, a pobreza maior da cidade é de idéias. Criatividade, diria melhor, as pessoas as tem, mas falta o padre, digo, um administrador que motive, organize, administre, ofereça condições e o povo responderá. Respondeu nessa noite fria de 11/06/11, véspera de Pentecostes. Senti a falta da "furiosa" e de um coreto onde ela pudesse estar, e de seus lindos dobrados. Ela também pode voltar, questão de Maestro. E viva Santo Antonio. E viva o Espírito Santo. E... viva nós e viva tudo!

 

Nome:

Eduardo Pereira de Andrade

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Ótima iniciativa. Gostei muito do site. Não nasci em Iperó, porém, possuo alguns parentes que aí residem. Tenho lembranças de minha infancia quando visitava meus avós e tios. Saudações.

 

Nome:

Tanaka

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É muito correto o que o Augusto disse sobre o nosso amigo Fio Sartorelli. Ainda outro dia o Fio me curou de um incomodável torcicolo. Isso via telefone. Portanto, se você tiver uma enxaqueca, uma dor de cabeça, mesmo que seja daquelas bravas, não deixe de consultá-lo. Nem é preciso fazê-lo pessoalmente, como se vê: mesmo à distância o homem funciona. Assim, não deixe a coisa pra depois. Consulte-o. Sobre o nosso De Sordi iperoense, que bom saber que ele está bem.

 

Nome:

Augusto Daniel

E-mail:

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Mensagem:

Faltaram a Benta e o Fio Sartorelli (esse, inclusive, faz benzimentos à distância, ainda hoje, bastando para isso que lhe sejam oferecidos o problema e o azimute).

 

Nome:

Airton Moraga Ramos

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Mensagem:

Grandes amigos,
Gostaria de prestar minhas homenagens a algumas pessoas que foram na minha opinião importantíssimas ao povo de nossa cidade. Elas faziam parte do que podemos chamar de BENZEMED, onde não se pagava o convênio, nem era necessário carência para a consulta. Dona Sarvatina, Dona Maria do Balanço, Ditinho Curador, Seu Nicola, Dona Efigênia, as obstetras Dona Isaura, Dona Aurora e outras que me falham a memória. Que estejam nas boas mãos de Deus.

 

Nome:

Iraci

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Genésio, já que você, por pura modéstia, não transcreveu neste site o poema "Flores do inverno" eu o farei, mesmo porque tem tudo a ver com a história de Iperó uma vez que tinha ocorrido uma geada das bravas e você foi desafiado, pelos colegas da classe, a fazer um poema sobre o frio, a geada, o inverno.

 

Nome:

Genésio dos Santos Ferreira

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Mensagem:

Tsc, tsc! Bão, vamos por parte...
É um e-mail coletivo...
E primeiro, às damas!
__________
Iraci,
Como começar este e-mail após mais de quatro décadas sem notícia alguma?
Bão, só começando, né!
Como já disse em outra postagem, estive em Iperó faz uns dez dias e revi o Zé Roberto, que me falou de você. Através dele também, e deste site, consegui acessar o Gilo. Sinto-me como que remontando peças de um quebra-cabeças, um "puzzle", um jogo "Encontro de uma geração iperoense e afins".
Encontrei algumas peças, rapidamente, e já sei que no final faltarão peças. Na vida, sabemos todos, é assim que funciona. Vou procurar aquele poema no meu baú poético. Te mando loguinho.
E mais ainda, no meu outro baú, o fotográfico, guardo fotos de 1969, de um clube das “luluzinhas” de George Oétterer (de você e irmãs, da Ana Nilce e irmã). Te mando uma cópia de cada se você não tiver. Mas posso disponibilizá-las para o site?
São Paulo, "quase" inverno de 2011.
__________
Elisabeth,
Tô gostando de estabelecer contato com iperoenses e afins. E tô animado pra colaborar com o site. Seja com fotos e, particularmente, textos que contribuam com a memória de uma geração, no meu caso quase que essencialmente ferroviária, mas não só. Quanto ao poema sobre Iperó, ele está com vergonha de aparecer de novo, quarenta
anos depois. E ainda mais desse jeito, em público!
Mas eu estou quase que o convencendo a deixar de bobagem, que saia do baú e que se apresente. Afinal não dói, né mesmo! E, além disso, todos nós fomos adolescentes um dia. O remeterei pra você.
___________
...agora, aos mancebos!
Zé Roberto,
Localizei algumas fotos antigas de 1969. Além das fotos comentadas com a Iraci, tenho outra, também de George Oetterer, na qual estamos nós (isto é, eu, você), o Hélio Rosa, o Bartolo, o Edison Casagrande, o “Quibe” (filho do Felício
Eid, me esqueci do nome dele...) e o Lira (irmão da Ana). Um clube de bolinhas!?
Somos antigos, não!!!
Também tenho outras fotos e posso disponibilizar para o site.
O Hugo, organizador das páginas, vai adorar. Você e os demais também vão.
____________
Gilo,
Essa idéia de encontro me parece bastante boa. E tem que ser em Iperó, claro. E pode ser logo. Que não deixemos pro outro mês, pro mês seguinte... pra outro ano...rs. Santantonho, quentão, acaba sendo convidativo.
É só conciliar agendas e disponibilidades dos interessados e partir pro abraço.
Quando vai ser a festa do Santo de Iperó?
____________
Hugo e demais contemporâneos da minha geração,
Em mensagem anterior, eu disse que havia lido todos os textos e vasculhado todas as fotos do site. Foi “conversa de pescador”, meus caros! Me esqueci de observar pelo menos um detalhe. E que detalhe! A foto ao fundo do cabeçalho que ilustra a página principal deste “Cidade de Iperó”.
Descobri que se trata de uma mesma foto de apresentação da seção “Aspecto Urbano” do site. Ela está lá, com a legenda “Rotatória nos Acessos às estradas para Sorocaba e Tatuí – 2010 (Luis Gustavo Lopes)”. É só clicar e rolar o cursor pra conferir.
Mas, e daí?
E daí que a tal foto que ilustra o cabeçalho do site é a de um local que já foi de minha propriedade. Adquiri aqueles quatro lotes no final da década de setenta. A edícula ao fundo, os muros, os alambrados e os dois portões permanecem lá até hoje, como eu construíra na década de oitenta. Excetuam-se a casa da frente e as frondosas árvores, que são obra do morador e proprietário atual.
À época, naquela encruzilhada não havia rotatória nem era asfaltada a estrada que vai pra Sorocaba, e o piso da estrada era bem mais rebaixado que o atual. A estrada que vai pra Tatuí era asfaltada, mas só até o cemitério, se não me engano.
Estou começando a dar razão ao Gilo, que disse alguns “posts” atrás: “Coincidências? Penso que não. Penso que nada acontece no universo por acaso.”
Abração a todos.
Genésio, um iperoense “reconciliado”.

 

Nome:

Iraci

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Oi, Genésio, quanto tempo! ("Só" 41 anos!)
Eu acho que todos os iperoenses que lêem este site teriam muito prazer em saber do grande poeta que, naquela época ainda adolescente, já se mostrava muito talentoso e tão inspirado.
Então, eu pediria que você colocasse aqui neste espaço, com a licença do Hugo Augusto, o seu poema sobre Iperó e também, já que o inverno está chegando, uma bela poesia que você escreveu naquele longínquo l969, intitulada "Flores de Inverno".
Bjs
Botucatu, outono de 2011.

 

Nome:

Tanaka

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Mensagem:

Acho muito comovedor o que aqui anda ocorrendo. Penso que este "sítio" cada vez mais se enriquece, cada vez mais se robustece no seu conteúdo, cada vez mais tem a participação da nossa comunidade, de outrora e atual. Cada vez mais e por isso e tudo o mais, ele fica bem próximo do seu almejado objetivo, da razão da sua existência, e mais ainda e principalmente, o que procura o inspirado e grande idealizador, criador e visionário Hugo e colaboradores.

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Oi, caro Genésio. Estou feliz de você ter feito contato. Eu descobri o site do Hugo por acaso, fazendo uma pesquisa para um amigo sobre a Fazenda Ipanema. Depois disso, achei interessante participar de alguma forma. Estou me divertindo muito. Já são inúmeras pessoas que estamos reencontrando. Gente de Jundiaí, Campinas, São Paulo, Tatuí, Iperó e Boituva. Apesar da minha mãe já com 84 anos ainda morar em Iperó com a irmã caçula, eu não consigo, nas minhas andanças por lá, reconhecer quase ninguém mais. Eu vim embora muito novo para Osasco. Foi em 1970. Em Osasco, construí uma família e hoje já sou avô. Enquanto se ainda tem tempo de vida, é maravilhoso imaginar que podemos retroceder no tempo e voltarmos a ser crianças novamente e reflorescer a inocência perdida. Estamos tentando com o Hugo agendar uma data, para nos reunirmos em algum canto por lá. Com relação ao Tabajara, certamente você não o conhece, porque eu também não o conheço pessoalmente. Mas ele é um que insiste que a gente se encontre.
Mês que vem seria ótimo. Tem a festa de Santo Antonio e aquele quentão gostoso.
Abração!

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Oi, Genésio. Tenho dado uma espiada nos escritos desta página. Que bom que estamos todos nos reencontrando através da LITERATURA e discorrendo lembranças tão preciosas que fazem parte de nossa HISTÒRIA para que ela tenha nova significação. As palavras, escritas ou faladas, nos tornam vivos e lembrados. Esse é um risco a correr, pois nos expomos por inteiro. Quando você encontrar sua poesia sobre Iperó, poste-a aqui nesta página para que todos a conheçam .Você citou fotos que você tirou na cidade. Cada pessoa tem o seu olhar particular para fotografia e eu gostaria de saber como olha Iperó um iperoense que esteve fora, que vê a cidade agora. O que chama a atenção, o que o alegra, entristece, etc.
Por ora é só.
Elisabeth

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Mensagem:

Gente, que emoção reencontrar o amigo, irmão, "nosso poeta" Genésio. Dias atrás, a Iraci que mora em Botucatu perguntava pelo poeta de Iperó. O José Roberto Moraga me passou um e-mail dizendo que você havia aparecido. Coincidências? Penso que não. Penso que nada acontece no universo por acaso. Carinha, colabore com o site. Escreva, que eu sei que você faz isso magistralmente. O Hugo, o Augusto, o José Roberto, o Tanaca, o Tabajara e todos os demais que hoje somados são tantos, se sentirão orgulhosos com a vossa colaboração.
Abraço.

 

Nome:

Genésio dos Santos Ferreira

E-mail:

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Site:

http://www.versoeconversa.blogspot.com

Mensagem:

Hugo e demais contemporâneos com os quais eu convivi um dia,
Na solidão da internet, acompanho estas páginas faz um bom tempo. Li todos os textos, vasculhei todas as fotos. Isso por que Iperó tem tudo a ver comigo, com a minha infância, com a minha cultura e com a minha família.
Vindo de Itapeva (acompanhando meu pai, ferroviário pela vida inteira), cheguei em Iperó em 1963. Daí, em 1971, segui o caminho do trem, em direção a São Paulo, onde hoje me considero um bicho urbano adaptado. Vivi em Iperó minha pré-adolescência (seja lá o que isso represente!) e minha adolescência, e isso está muito enraizado em mim. Cursei o meu "ginásio" no "Mário Vercellino" em Boituva, e no "Gaspar Ricardo Junior" em Iperó. Freqüentei também outro "Gaspar Ricardo Junior", uma escola da ex-Sorocabana, em Sorocaba. Lá, fiz um tal de CFT (Curso de Formação em Transportes) e me formei telegrafista, muito provavelmente influenciado por meu pai ferroviário. Mas não trabalhei na Sorocabana, embora eu tenha sido estagiário, aí mesmo em Iperó, durante o curso. Naquela época, as ferrovias, como meio de transporte de passageiros interioranos, já sinalizavam os seus estertores. A rodovia Castello Branco, por exemplo, estava em construção.
Os meninos e meninas que aqui fizeram seus relatos, pessoas da minha geração, conheci boa parte deles. Também conheci outros que foram citados nos relatos. De alguma forma eles compuseram a minha adolescência, alguns mais, outros menos. Recentemente, via "orkut", a Elisabeth Rodrigues, me pediu cópia de um poema que (ela me lembrava!) eu, na adolescência, havia feito sobre Iperó (uma Iperó do futuro!). Fiquei de providenciar e não providenciei, por enquanto. Mas promessa é dívida!
Mais recentemente ainda, coisa de uma semana, estive aí em Iperó, visitei locais que fizeram parte direta de minha "infançolescência", tirei muitas fotos. E rapidamente, revi algumas pessoas: o Ivan e a Diva Leite, o Zé Roberto (Tiguera!), o Cica (Afonso Mioni!), o Ed Domingues, o Giba, o Jacques Eid, o meu xará Genésio Paula Leite. Com o Ivan e a Diva, trombei quando eu estava tirando fotos da casa onde eu, meus irmãos e meus pais morávamos, na atual Rua José de Moraes. Da casa onde morávamos anteriormente, na "Turma 1" de propriedade da ex-Sorocabana, não há nem vestígio. Mas tirei fotos do local.
Estou misturando pessoas e locais. As pessoas dão vida aos locais e os locais me fazem lembrar das pessoas.
Também recentemente, adquiri em sebos, via internet, dois livros - "Caminhando e cantando e contando" e "Meu coração é o meu maior tesouro", ambos de Ângelo Lourenço Filho. Fiquei curioso e quis conhecer o que o "Gilo" anda escrevendo. A leitura do primeiro já está em andamento.
Parabéns aos memorialistas das páginas do "Cidade de Iperó". Abração a todos.
Precisamos nos rever de alguma forma.

 

Nome:

Carlos Brasil

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Mensagem:

Gostei muito das fotos, principalmente do futebol do Sorocabana, não só por que eu joguei pelo menos um pouquinho, mas pela minha familia que em algums momentos prestou bom serviços ao futebol iperoense, que hoje anda muito esquecido.
Venero outros nomes que fizeram parte dessa história, que hoje ainda perambulam por essa cidade esquecida, que ficam esquecidas, devido ao aculturamento de nossa nossa sociedade atual.

 

Nome:

JR. Moraga

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Caros, acho que passou desapercebido por mim alguma referência ao Chico Padeiro e à esposa dele, dona Maria. Lembro-me bem da figura divertida e engraçada até. Porém, não lembro de nenhuma história dele. Aos decanos desta página, se possível, escrevam sobre ele. Uma figura ímpar da terrinha. Parece-me que o sr. Chico foi reserva do Tanaca (rs) no glorioso Sorocabana Esporte Clube.

 

Nome:

Ruth Rosa Simonetti de Castro França

E-mail:

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Mensagem:

Sou de família iperoense que chegou a essa cidade quando ainda se denominava Santo Antonio, em 1934, sendo uma das primeiras famílias a se fixarem na cidade. Meu avô, Vital da Silva Rosa, foi também um dos primeiros comerciantes. Com grande emoção, revi as fotos e lugares da minha infância e a maior parte da minha família continua morando aí em Iperó. Quero parabenizá-lo pela brilhante iniciativa de perpetuar a nossa história.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Mensagem:

Ao Abílio Fermiano. Eu fico feliz e acredito que todos nós que participamos desse "trabalho" também ficamos com a sua presença. Continue conosco. Se você tem sugestões para melhorar a nossa cidade, penso que é valido externar suas opiniões aqui. E sabe por que? Com certeza esse recado chega a vereadores e talvez até ao prefeito. Pra melhorar nossa cidade, tudo e todos são bem vindos. Um abraço

 

Nome:

Abílio Fermiano de Moraes Neto

E-mail:

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Mensagem:

Eu sou de IPERÓ, só que eu moro em Mairinque. Bem perto. Sou filho de DANIEL FERMIANO DE MORAES. É só você perguntar para ele. Seria melhor e bom para a cidade se colocasse mais empresas para a cidade e os cidadãos de Iperó se unissem para falar com o prefeito para arrumar o “Aleixo”, ou melhor, o camping para um lazer nos fins de semana e para poder fazer churrasco com a família e os amigos e também para pescar. Eu espero que vocês tomem a atitude e quero ver na TV.

 

Nome:

Tabajara Moraes

E-mail:

...

Mensagem:

Prezados,
O Ângelo é um verdadeiro memorialista. É o "nosso" Pedro Nava. A Iperó dos anos 60 passeia em suas narrativas com força poética. A leitura de seus textos nos remete ao livro "Como era verde o meu vale", de Richard Llewellyn. O personagem central, Huw Morgan, faz uso da primeira pessoa para descrever fragmentos de sua infância passada na região de Gilfach Goch (País de Gales). Seu pai e seus irmãos mais velhos trabalhavam na mina de carvão local, principal empregador do vale. Quando os lucros diminuíram, o patrão reduziu os salários e isso provocou uma greve de 22 semanas, dividindo a família Morgan. É impressionante a semelhança entre os destinos de Iperó e os daquele vale. A mina de carvão lá e a ferrovia aqui tiveram sua época áurea e a sua degradação trouxe abandono e tristeza, restando somente lembranças e saudosismo. Vale a pena ler o livro e conferir. Assim como no site já foram lembradas a feijoada e a canjica do sr. Cezino, Huw chega a dar receitas das iguarias que ele experimentou na infância. Contamos com o Ângelo para continuar com suas reminiscências.

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

E-mail:

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Mensagem:

Querida Iraci,
Obrigado pelos elogios. Só acho que Eça de Queiroz, esteja onde estiver, deve ter rido muito da sua comparação. Quem me dera ter um mínimo do talento do escritor de O Primo Basílio e O Crime do Padre Amaro, dentre tantas obras consagradas.
De qualquer forma, Eça foi demais!

 

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