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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

Nome:

Adroaldo Jacques Eid

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Ângelo, que bom ter notícias suas!
Entre em contato – 15 9760-1503.
Um grande abraço e obrigado pelo elogio.
Clodô

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Grande Clodô!
Tal qual a Fênix, ressurge das cinzas com poemas maravilhosos.
Que bom ter notícias de você.
Abração!

 

Nome:

Adroaldo Jacques Eid

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Troféu Macabro

Desferidas por incontrolável sanha,
Duas flechas tripuladas por assassinos
Perfuraram, sem dó, as entranhas
Do imponente engenho novayorkino!

A medonha e efêmera viagem vertical
Das bólides paralelas e brutais
Trouxe abaixo o céu colossal,
Convertendo-o em cenas infernais.

Eis debaixo dos escombros
Preces, gemidos e pavor,
Sangue, desespero e assombro,
A vida, a morte, o horror...

Jamais se viram cenas tão brutais,
Tão tétricas, nefastas e alarmantes,
Nem nos terremotos; nem nos vendavais;
Nem nas hecatombes; nem no Inferno, de Dante...

No lugar do pó e da fumaça dissipados,
Atônito, o mundo via um raro dossel:
Os combalidos ianques prostrados
E o altivo Bin Laden ostentando um troféu!

Adroaldo Jacques Eid

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Uma boa semana a todos!
Hugo, só nos resta pedir ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, que acolha no seus braços o espírito da menina Fabiana. Certamente, ela tem missão a cumprir no outro lado da vida. Dói, é terrível para a família, mas todos nós, aqui, temos que passar por momentos de superação.
Condolências para a família e um grande abraço para você, meu amigo!

 

Nome:

Hugo Augusto

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Meus AMIGOS, tinha planos de atualizar todo o livro de visitas, a página "Fragmentos" e algumas outras páginas do site ainda durante este fim de semana. Estava muito animado, mas quando cheguei em casa, na sexta-feira à noite, fui pego de surpresa ao saber do falecimento de uma amiga minha, com apenas 26 anos de idade. Mais nova que eu…
Algumas coisas se repetem nas nossas vidas. Nem sempre entendemos, mas talvez exista uma explicação, pois não acredito que sejam, simplesmente, coincidências.
É difícil de acreditar que “Yoko” (Fabiana Yoko) se foi. Enterrar um amigo é uma das experiências mais tristes que a gente pode vivenciar. Lembro-me que há 18 anos, ainda criança, perdi um amigo (Douglas), juntamente com o irmão caçula (Darlan) e o pai deles (Geraldo Queiroz – o “Marrom”). Estávamos na terceira série. Foi uma fatalidade, mas talvez tenha sido a primeira vez que entendi, de fato, o significado daquele momento: a perda de uma pessoa querida.
Muitas vezes a gente se preocupa com tantas outras coisas e acabamos deixando de lado o que realmente interessa: Deus, família, amigos. As coisas que são, aparentemente, simples. Mas são essas as mais importantes.
A “Yoko” era a alegria em pessoa, com o sorrisão sempre estampado no rosto. Pessoa do bem. Uma das maiores fãs dos “Titãs”, sem dúvidas!
Grande companheira durante a graduação, sempre à disposição dos amigos. Super inteligente. Bastante sensível. Tínhamos o mesmo sonho: queríamos ser JORNALISTAS. E assim foi. Nos formamos. Ela estava um ano à frente da minha turma, mas sempre nos encontrávamos pelo campus: ela, o namorado Zé (Conte com a gente, Zé!) e outros nossos amigos em comum. Quanta saudade…
Que Deus a receba de braços abertos e possa dar todo o consolo à sua família.
Obrigado por esses anos todos de amizade. Nos últimos tempos nossos contatos haviam se tornado ‘virtuais’, devido ao rumo das nossas carreiras (cada um numa cidade), mas sempre torcemos um pelo outro!
Sentiremos a sua falta!
Acredito que um dia nos encontraremos novamente... e será dia de festa!
Então, meus AMIGOS, vamos tocando em frente...
Obrigado a todos que tem participado, seja contando histórias, seja enviando material ou, então, registrando suas impressões sobre o site. O livro de visitas está atualizado. Os textos que retirei, em seguida incluirei na página “Fragmentos”. Não foi possível finalizar hoje...
Grande abraço a todos,
Hugo.

 

Nome:

Claudia Cristina Araujo Prates

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Gostei muito do livro e queria lhe pedir algo, se possível.
Gostaria que montasse um cinema público contando a história de Iperó.
Obrigada!

 

Nome:

Alcindo Garcia de Souza

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Adorei ver as fotos da antiga Fábrica de Ferro.
Desejo fazer uma visita em breve!

 

Nome:

Tanaka

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É, eu estive no Tibet, mas não aguentei o regime de isolamento e voltei com uma vontade louca de andar de trem!!!

 

Nome:

Augusto Daniel

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Estou sabendo que o Tanaka encerrou um curso de meditação no Brasil, aliás, Dalai Lama foi quem esteve aqui e fez o encerramento. Está partindo para o Tibet (o Tanaka), com a intenção de, se suportar, tornar-se um monge budista. Ele pensa muito na questão da política chinesa em relação ao Tibet e quer se engajar, pacificamente, na luta. Pretende, por um tempo, tornar-se um anacoreta. Agora estava pensando! Quando éramos moços, ele às vezes sumia e era encontrado dias depois no morro de Ipanema, em profunda meditação, emagrecido, sujo, debilitado. Penso que não o veremos por algum tempo, pois o Tibet, afinal, não fica ali na esquina, né mesmo? Estaremos numa grande torcida por ele. Já pensaram um Dalai Lama da terrinha, iperoense. Usando uma mesóclise, orgulhar-nos-emos, né não?

 

Nome:

Tabajara Moraes

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Ei, Augusto, cadê o Tanaka?

 

Nome:

Luciana Cristina Ribeiro

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Boa noite!
Adorei este site. Está sendo muito proveitoso para pesquisas e até mesmo para relembrar os velhos tempos. Parabéns!

 

Nome:

Márcio Rodrigues Paula Leite

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Grande e boa surpresa encontrar esse site.
Já há tempos que me interesso em resgatar a história da Família Paula Leite (sou neto de Lauro Paula Leite). Ficaria satisfeito se eu pudesse contrubuir de alguma forma. Parabéns!

 

Nome:

Amanda Francynne Pereira

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Olá, eu estive na Flona com a Uniso (Universidade de Sorocaba). Temos um trabalho para escrever sobre a sede administrativa e gostaria de saber mais a respeito. Muito obrigado!

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Meus amigos, cada vez que leio alguma nota no site, meu coração ganha mais força para continuar minha vida e minha luta. Quero compactuar com todos vocês esse meu sentimento. Os que vão ficando tem a obrigação e a honradez de contar a história. Sem medo de mágoas, ressentimentos ou frustrações. Parabéns, mais uma vez, para o Augusto, Hugo, Ubirajara, Zé Roberto, Tanaka, Liráucio, a Elisabeth e todos os que participam.

 

Nome:

Hugo Augusto

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Personagens de nossa Iperó que, em diversos contextos (como sempre defende o Augusto e isso é importante mesmo!), nos apresentam belas histórias relembradas por aqueles que se dispõem a "revirar suas memórias" e, assim, enriquecer nosso trabalho de resgate e preservação da história e das histórias da cidade.
Em homenagem a eles e a tantos outros amigos e pessoas queridas que já não estão mais entre nós, precisamos continuar em frente com este nosso trabalho. E vamos continuar!
Grande abraço a todos,
Hugo.

 

Nome:

Ubirajara Moraes

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Caro Hugo, meus sentimentos à Família Senna.

 

Nome:

Hugo Augusto

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O agora saudoso sr. Sebastião Senna. Gente boa. Gente do bem. Patriarca de uma família que nos deu tantos outros amigos. Que Deus o acolha de braços abertos e possa dar todo o conforto necessário aos familiares.
Grande abraço a todos,
Hugo.

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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E no Dia de Finados do ano passado, ao visitar o túmulo de meu pai, sr. Augusto, por ali estava também um dos seus melhores amigos, o sr. Sebastião Senna. Vendo o nosso pessoal, se aproximou e PROSEOU muito, falando de seu amigo, meu pai, e também dizendo que se sentia muito bem apesar dos anos somados. E por ser muito amigo de meu pai, uma vez lá fora, e já indo embora, concordou em tirar algumas fotos que enviei para o Hugo. Fez questão de sair juntinho com sua filha que o acompanhava. Mais um iperoense nos deixa, para talvez prosear em outro plano com os amigos que tomaram a dianteira nessa estrada.
Que DEUS o acolha!

 

Nome:

Augusto Daniel

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"O sábado foi feito para o Homem e não o Homem para o sábado" (escrevo homem com "h" maiúsculo, porque aprendi que assim escrito, significa o ser humano e não o bicho macho). Isso foi o que Jesus respondeu aos judeus quando lhe questionaram sobre atividades como a cura da "mão seca" que Jesus realizou num sábado, numa Sinagoga. Penso que isso é muito profundo, quando nos diz que nós somos importantes e não ocasiões ou instituições. Nós, Homens, erramos e acertamos, mas temos que corrigir nossa rota para errarmos cada vez menos, visto que, em espírito, "fomos feitos à imagem e semelhança do Pai". Quero dizer que nem Deus, Jesus ou o Espírito Santo, um só Ente em três, inventou as religiões. Fomos nós, os seres humanos. Assim sendo, elas não fazem de nós pessoas melhores. Nós é que as dignificamos com os nossos procedimentos. Isso é verdade, porque nas diversas religiões temos de tudo. Mas por que estou eu nessas conjecturas? Concluo dizendo que outro dia escrevi sobre os trabalhadores da "soca", os turmeiros da EFS, afirmando que podiam ser ignorantes nas letras, mas eram sábios em educação e, esse senhor, Sebastião Senna, pai do Tiãozinho, que faleceu há pouco em Campinas, foi freguês de meu pai toda a vida, era da Congregação Cristã do Brasil e foi uma das pessoas não moldadas pela religião, mas que a moldou, a dignificou como pessoa simples, mas de uma educação e coerência exemplares. Dignificou a sua condição de imagem e semelhança de Deus, independente de religião. Estará bem amparado na sua passagem, com certeza.

 

Nome:

JR. Moraga

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Boa tarde!
Faleceu hoje (03/09) o sr. Sebastião Senna, uma figura muito querida por mim e por muitos. Homem probo, amigo. Cada encontro nosso era uma alegria, pelo carinho que tínhamos e temos um pelo outro. Que Deus acolha o nosso querido Sebastião!

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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E por falar em choro, graças a DEUS, eu e a Mariza somos as mais duronas da família. Rs.
Eu choro até de tanto rir. E riso lembra alegria e estou bastante feliz. O nosso coral LIBERART fez uma apresentação nota dez na Catedral Metropolitana de Sorocaba. Três corais se apresentaram e muito bem. Modéstia pra quê? Demos ao público o som de Panis Angelicus, Ave Verum, Signore delle cime e My way, que também foram gravadas pelo Elvis e Sinatra. Outro motivo de alegria foi a notícia de que a Porfírio vai ser restaurada. Que bom! Ainda está em tempo de dar vida a essa rua que é memória de Iperó. Nessa rua deixei o eco de meus passos de criança, passeando pelo comércio e ali no "Dito da loja", sonhava vendo brinquedos expostos em tempo de Natal. Nesse mesmo trecho várias vezes andei pela feira indo com a Deise Constantino, da qual tenho saudades e nunca mais vi. Num tempo bem anterior, nesse mesmo trecho, canto de cururu em cima de caminhão, acho que era o tal COMÍCIO. Descendo para o barranco, muitas vezes ver a máquina à fogo apitar e soltar muita brasa.
Cantoria de procissão também estão na memória da Porfírio. Lembro-me de meus pés escorregando em pedregulhos. Acho que depois vieram as lajotas. Enfim, depois de tantos anos passados, está mais que na hora de restabelecer a saúde para a Porfírio, descidão do "Ditinho curador", o trecho seguindo para os Del Vigna também merece atenção. Fiquemos de olho, que logo tem eleição e esse "povo" que nós elegemos tem que mostrar competência.

 

Nome:

JR. Moraga

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Meu bom Augusto, é verdade!
Estamos ficando cada vez mais chorões. Choro ouvindo "Parabéns a você", choro quando vejo Iperó da Silvano pra baixo. O abandono da estação, do depósito e claro, choro com apito da locomotiva, pelos motivos de sempre e também por que fui ferroviário.
E agora derrubo lágrimas quando descubro que não estou sozinho nesse pranto.
É claro, também, que choro de vergonha por ver tudo isso ir se acabando e ser impotente, sentindo estar sozinho, sem saber pra onde ir ou começar.
Como você, meu caro, também quase não conheço mais ninguém por esta plaga.
Soube que a Porfirio será remodelada, as lajotas serão retiradas, toda a estrutura de água e esgoto será trocada e colocarão asfalto e plantarão árvores nas calçadas.
Que seja logo, antes que aqueles lados virem um fantasma feito Chernobyl.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Estou sempre em Iperó, me certificando das duas Iperós: como já citei algumas vezes, a da Silvano pra cima, bonita, e aquela, a de baixo, que carrega toda a história, inclusive do bombardeio que sofreu durante a tentativa de emancipação, feito pela FAB, que pensei fosse a Força Aérea Brasileira, mas não, foi a Força Aérea de Boituva, tentando impedir a emancipação da cidade de Iperó. Não conseguiu. Emancipamos, mas a que preço! Visitemos a parte da cidade que carrega a história e então poderemos ver os escombros, visão triste, melancólica, de mau gosto, que me dá vontade de chorar, o que na minha idade não é difícil. Engraçado, vamos envelhecendo e vamos ficando chorões. Eu, ultimamente, choro até em inauguração de "shopping". Mas deixemos os escombros das casas da esquerda descendo, e das casas da extinta ferrovia, aquela (ferrovia) que deixou marcado em meu coração o apito das locomotivas, maravilhoso, primeiro daquelas tocadas à lenha e depois o apito das elétricas, quando chegavam ou deixavam a gare. Hoje, em Jundiaí, ainda ouço esse apito, nostálgico, que cala fundo, doloroso. Nós, da terrinha, amamos trens e seus apitos. Iperó tem, na chegada, vindo de Bacaetava, um belo restaurante. Vou sempre almoçar lá. Mas é estranho, o povo que gerencia, serve, não é de Iperó, e ele está sempre cheio, mas nunca, ninguém de Iperó. Estranho, nós todos gostamos de dar uma saidinha vez ou outra, mas acho que o povo da terrinha o faz em outra cidade. Talvez, lá, um dia, possamos programar um encontro. Assim acharíamos um apito igual ao das locomotivas e choraríamos juntos.

 

Nome:

Diovary Teodoro

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Amei ver as fotos e as histórias.
Obrigado por mostrar histórias tão lindas de Iperó que eu não conhecia.

 

Nome:

Rodrigo José Lolli

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Esse site ficou muito bom mesmo!
É o melhor acervo de informações e fotos, reunidos, da historia de Iperó que eu ja vi!
Parabéns!

 

Nome:

Nádia Andrade

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Obrigada pelas informações.
Não conheço muitos da minha familia, tanto Andrade, como Cóvos, pois desde que nasci moro em São Paulo. Mas gostaria de ver mais fotos, tanto do meu bisavô, como do meu avô, do qual só tenho uma foto. Quem tiver, por favor me avise. Obrigada. Beijos.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Sobre Nádia Andrade. Zinho Amaro é pai de Antonio Andrade, Henrique Andrade, Conceição do Zé Vitorino, Izabel do Carlito Sartorelli, Pedro Andrade (casado com Tereza Cóvos e pai do Justo). Manuel Cóvos, que foi casado com Felicidade Pastor Cóvos, é pai da Tereza Cóvos. Por outro lado, Marcos Andrade, ex-prefeito de Iperó é casado com Sônia Cóvos (filha de Chico Covos, que é irmão da Tereza, a avó da Nadia). Conclusão: talvez o Chico Cóvos possa tirar as dúvidas da Nádia.
Acrescento que Sílvio Andrade, também filho de Zinho Amaro, casado com irmã de Paulo Vieira, saxofonista que aparece em várias fotos da banda de Iperó e tocava nas "matinês" dançantes nos anos 45, 46, são também tios-avós de Nádia, como o é Chico Cóvos. Todos iperoenses. Então, com Chico Cóvos, mais uma vez se encontram as famílias Andrade-Cóvos. Destino? Pode não ser, mas no mínimo é curioso. Essas informações não são minhas, que sou muito jovem, mas sim de minha mãe, Cida.
Também acrescento que conheci muito bem Paulo Vieira. Figura importante, como todos que citamos, na história de Iperó. Um "sábado de aleluia" estávamos tomando cerveja: Toninho Caçapa, Tanaka, Fio Curadô (o mesmo que benze à distância) e Paulo Vieira (mais velho que nós, idade de minha mãe). Depois de um alto teor etílico, surgiu a idéia do Caçapa: "Vamos roubar uma galinha no galinheiro de minha mãe, dona Catarina." No começo da madrugada, realizamos o assalto, com um barulhão infernal da galinhada. Provavelmente dona Catarina, já acostumada a isso, não se manifestou. O Paulo fez a galinha, enquanto tomávamos cerveja, e na madrugada, galinha pronta, Paulinho dormindo, nós àquela altura não sabíamos por onde começar, talvez pelas penas, comemos um pouco e deixamos a casa do Fio, numa cozinha que existia fora da casa, ali na Silvano, próxima à casa do avô do Hugo, e fomos embora deixando tudo muito limpinho. Afinal, fizemos uma bela duma bagunça, onde o que menos importou foi a galinha.

 

Nome:

Hugo Augusto

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Mensagem:

Durante a semana recebi um contato de descedente da família Cóvos, querendo saber histórias sobre o sr. Manuel Cóvos (ou Manoel, não sei). Gostaria que pudéssemos ajudar a família. Segue o contato:

"Olá, sou bisneta do Manuel Cóvos e neta do Pedro José de Andrade. Gostaria de saber se vocês tem mais alguma informação sobre eles e sobre a minha família, pois sei que eles moram em Iperó há anos. Aguardo a resposta de vocês.
Obrigada.
Nádia Andrade"

Já enviei para ela aquele relato da Maria Helena. Quem mais puder escrever a respeito, ajuda a família e enriquece ainda mais o trabalho de resgate de memória que temos realizado.
Grande abraço a todos,
Hugo.

 

Nome:

Augusto Daniel

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"Salve o corpo verdadeiro nascido da Virgem Maria". "Ave Verum Corpus". Lindo demais!
Você tem razão. Quem sabe! Andrea Boccelli cantou essa maravilha nos funerais de Pavarotti. Parabéns!!. Um abraço.

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Que todo retorno ao Pai seja banhado de muita luz e beleza. Que os passos leves e bondosos de JESUS o acompanhe até suas últimas moradas, pois aqui estamos de passagem, como meros viajantes. É com dor no coração que a cada dia, sabemos da partida de mais um iperoense, que deixa a cada um de nós mais órfãos. Que neste caminho sigamos todos, com fé e confiança, ao som, talvez, de um AVE VERUM, de MOZART, que é maravilhosa e só pode ser inspiração DIVINA.

 

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