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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Tanaka ou Tanaca, não importa... mesmo com atraso, um grande abraço. Parabéns!!!
Só mesmo quem fez estágio no Himalaia, com os monges tibetanos, chega à centésima primavera.
Pax!

 

Nome:

Hugo Augusto

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Parabéns, Tanaka!!!
Grande abraço!!!

 

Nome:

JR. Moraga

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Plagiando o Tabajara: "Vida longa, Tanaka!"

 

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Tabajara Moraes

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Vida longa ao grande escriba Tanaka.

 

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Augusto Daniel

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HOJE É O ANIVERSÁRIO DO TANAKA!!!!!!
181111(esqueci a data), aniversário do bom arabanês (mistura de arabe com japonês) Ahmad Hussein Tanaka!
Prato preferido = charuto de folhas de uva, mas os come com "hashi"(aqueles dois pauzinhos usados pelos seus ascendentes do lado nipônico).

 

Nome:

Liráucio Zovaro

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Para Udovaldo Jacques Eid.
Estou levando ao seu conhecimento, que por uma coicidencia, hoja na estrada de Capela do Alto, encontrei com uns tropeiros com destino a Aparecida do Norte, onde conduzi-os até a saída dos Rosas, até Santo Antonio velho. Entre os tropeiros, estava um conhecido seu, Luiz enfermeiro, que trabalhou com você aí no Paraná, na COPEL. Eles saíram de Piraí do Sul em 05 de novembro.

 

Nome:

Jefferson Duarte Brandão

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Muito interesante o trabalho, pois retrata aspectos sobre a história, não só dessa cidade, mas também do Brasil.

 

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Elisbeth Rodrigues

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E essa Iperó tem de tudo um pouco. Nos nossos tempos de criança, era um corre-corre quando o assunto era saúde. Muitas benzedeiras ficaram na história: dona Angelina, lembro-me bem, benzia com um copo de água na nossa cabeça, em cima de um pano dobrado. Dona Aurora Gutierrez benzia com pedaços de linha. De nhá Augusta do Nicola, depois do benzimento, lembro-me que trazia lá de dentro uma aguinha horrível para ser tomada numa ‘xicrinha’ de louça amarela. Nos tempos atuais temos até os jogadores de BÚZIOS na cidade. Numa família bem conhecida, tem um cidadão que, por falta das pedrinhas, joga búzios com tampinhas de garrafa de tubaína dobradas. Para dar ênfase, põe até turbante na cabeça...

 

Nome:

Tanaka

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Gláucia, no entanto, para bem completar o ciclo de proteção contra tudo o mais, deve-se invocar simultaneamente com os outros dois já referidos pais, também a proteção de “Pai Moraga de Oxóssi”.
Dou-lhe também as boas-vindas a Iperó.

 

Nome:

Hugo Augusto

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Olá, meus amigos! Também dou as boas-vindas à Gláucia!
Grande abraço a todos,
Hugo.

 

Nome:

JR. Moraga

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Seja bem-vinda, Gláucia !
Tomara que tenha sucesso no concurso. Por vias das dúvidas, peça proteção para “Pai Fião” e “Pai Tanaka de Ogum”, pra desfazer todos os nós do teu caminho. Tem um médico de Jundiaí que recorreu a eles e hoje é diretor do maior hospital da região.
Abraços.

 

Nome:

Gláucia Araújo

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Conheci Iperó em setembro deste ano e gostei muito da cidade.
Decidi até prestar um concurso que será realizado aí no dia 20/11/2011, para professor da rede municipal.
Se tudo der certo, irei embora de Santos rumo a Iperó.

 

Nome:

Reginaldo Simões Venâncio

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Site:

http://rege-publicidade.blogspot.com/

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É com grata satisfação que parabenizo este site.
Tenho boas recordações da minha cidade natal.
Grande abraço e parabéns pela iniciativa.

 

Nome:

Silvana Mello

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Bendito Feriado! "Me esqueci do sabido para lembrar do esquecido!"
Muito bela esta frase; acho que é de Barthes. Dizem que nós, professores, primeiro ensinamos o que não sabemos e, depois, com vasta experiência, entendemos e explicamos o que sabemos. E assim começamos a ensinar os saberes.
Hoje se falou de muita coisa, hoje é um dia de um grande vazio para muitos e muitos questionam estes mares não navegados, mares que ainda desconhecemos... um dia iremos navegar por estes mares. A isto damos o nome de aventura suprema da passagem. É para isso que nascemos. Mas, aprendi com um professor, que devemos aprender os saberes do amor, da felicidade e do perdão, e aplicá-los em nossa vida.
Boa noite a todos os meus primos e amigos e uma linda semana... mas com muita saudade.

 

Nome:

Elisbeth Rodrigues

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Acho muito estranho que ninguém veja o que uma educação sem humanidades está fazendo ao homem. Ele perde suas ligações com a família, com o passado, todo o tronco, a tribo, aquele passado em que sempre viveu. Pensar que o homem nasceu sem uma história dentro de si próprio é uma doença. É absolutamente anormal, porque o homem não nasce da noite para o dia. Nasce num contexto histórico específico, com qualidades históricas específicas e, portanto, só é completo quando tem relações com essas coisas. “Se um indivíduo cresce sem ligação com o passado, é como se tivesse nascido sem olhos e ouvidos, e tentasse perceber o mundo exterior com exatidão. É o mesmo que mutilá-lo.” (Carl Jung)

Para o BANDEIRANTE Hugo:
Circuito italiano de TURISMO RURAL, grutas do Bacaetava na cidade de Colombo/PR.
Por sinal muito linda. Ainda quero visitá-la. Gruta do Bacaetava, descoberta há 106 anos, formada por duas galerias com 250 m de extensão. Dentro dela corre o rio BACAETAVA, que significa “casa de pedra”, palavra indígena. Será que além da gruta do padre, lá no morro de Ipanema, existiria uma casa de pedra nas redondezas de Bacaetava? Aposto que sim e com a entrada coberta de mato... que medo!

 

Nome:

Ubirajara Moraes

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Boa tarde!
Caro Valter, aqui em Itapetininga tem alguns Silva Santos, por sinal gente muito boa! O patriarca dessa família foi maquinista da extinta Estrada de Ferro Sorocabana. Nasci em Iperó e pelo que você escreveu, acredito que deverá gostar de residir em Iperó, terra de amigos e gente trabalhadora.
Mas o que me leva a "assinar" o livro é a coincidência de tratamento médico que minha esposa recebeu, também em Sorocaba, e na época com problemas de vesícula. Os médicos que a atenderam não conseguiram diagnosticar o problema. Como era final de ano, deram alta hospitalar e a minha esposa acabou saindo do hospital pior do que entrou. Por fim, levei-a para Campinas, mas era tarde. Acabei perdendo minha esposa, que faleceu também.

 

Nome:

Elisbeth Rodrigues

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Olá, pessoal! Lendo relatos, outro dia deparei-me com um do Dr. Augusto Daniel, que dizia estar chegando de manhã de um plantão que faz há muitos anos, ou seja, mais de 30 anos. Quando estamos vivendo num país onde a saúde não tem sido prioridade e muitos morrem sem socorro, onde foi destaque nacional a DOENÇA em que se tornou o Hospital Regional de Sorocaba, só temos a agradecer a DEUS, que de nossa terrinha tenha saído esse médico brilhante, responsável e que leva a sério uma missão tão difícil. Que Deus o abençoe, Dr. Augusto Daniel e Santo Antonio conduza os seus passos onde você estiver.

 

Nome:

Valter Silva Santos

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Eu, particularmente, tenho muita vontade de morar numa cidade assim: pacata e onde a gente pode conhecer Deus e todo mundo. Gosto muito da natureza e pelas fotos vejo que nessa cidade tem uma grande área verde. Sou natural de São José dos Campos/SP. Residi em São Paulo, onde fui criado e trabalhei por alguns anos. Três anos após ter me casado, fui transferido para a cidade de Capivar, onde criei meus três filhos e me aposentei na Polícia Civil. Gosto desta cidade, pois aqui criei meus filhos sem a preocupação com a cidade grande. Hoje todos formados: a filha casou-se e reside em Sorocaba onde trabalha na PUC. A minha esposa, natural da cidade de Monte Mor, também criada em São Paulo, infelizmente a perdi em 2009, na cidade de Sorocaba, por negligência médica em uma cirurgia da vesícula. Os médicos estão sendo processados, dois ao todo. Depois de aposentado, residi em Sorocaba durante doze anos e que por questões de estudo na Faculdade de Direito - CEUNSP/Salto voltei a residir em Capivari pela distância entre a faculdade e a minha residência (Capivari é mais perto). Atualmente, estou pensando em voltar a residir em Sorocaba ou talvez até numa cidade como essa Iperó, pois aí tenho a certeza de que estou mais perto de Deus.
Linda cidade! As fotos tocaram em mim!

 

Nome:

Délcio Novais Melo

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Morei em Iperó anos atrás. Convivia muito com o sr. Godóis e família; Zeca, na família do professor Branco, que preciso falar com ele urgente. Escrevi um hino para Iperó e foi arranjado pelo sr. Godóis. Hoje moro na cidade de Cuiabá/MT e fiquei muito feliz em ver o portal da cidade que me deixou muitas saudade. Eu morei juntamente com meus pais, Daniel Souza Melo e Zulmira Novais Melo, em frente à casa do sr. Benedito Valário. Fomos morar nessa cidade através do filho do sr. Valário, que trabalhava no banco juntamente com o meu irmão.

 

Nome:

Ubirajara Moraes

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Cara Elisabeth,
Você questiona muito bem a falta que faz o estudo de humanidades. Por coincidência, vi essa crítica hoje no blog do jornalista Reinaldo Azevedo, quando disse: “O Enem hoje serve para que estudantes escolham vagas em universidades públicas. É a federalização do vestibular — um vestibular, diga-se, de péssima qualidade, inepto, especialmente na área de língua portuguesa e humanidades. O vazamento da prova indica que um grupo selecionado de estudantes competiu com os demais em condições desiguais.”

 

Nome:

Elisbeth Rodrigues

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Na minha opinião não existe a palavra demolição para as coisas relacionadas à antiga ferrovia que corta a nossa cidade e também nos corta o coração ver o estado de abandono em que as coisas se encontram. Agora, peraí... as casas estão desabitadas? Talvez fosse preciso envolver as escolas, a comunidade nessa história de resgate, ou seja, mais conscientização. O barranco está desmoronando e rua que tinha uma largura normal quase nem existe. Se eu sou moradora na rua, para que minha casa não se abale e role barranco abaixo, o que eu faço? Deixo por conta da chuva? Pego uma enxada e vou compactando e recuperando o que já foi transitável e bem cuidado? Acho que deve haver mudança de atitude. Cada um cuide do seu quadrado, assim como eu faço. Reciclo o meu lixo, economizo força, água, limpo minha calçada na medida do possível e xingo quem traz cachorro pra sujar a frente da minha casa. Se não vejo o dono infeliz, pego com a pá e cato o cocô, apesar de não ter cachorro, pois o chão que pisamos é sagrado e deve ser respeitado. As pessoas estão se fechando em suas paredes e nesse mundo consumista estão consumindo até iniciativas para que possamos viver num mundo mais bonito, mais limpo, mais humano. Não quero ofender ninguém com esse meu texto, mas é preciso entender que a vida desse planeta está somente em nossas mãos e as crianças que ainda vem chegando merecem um mundo mais bonito, merecem experimentar frutos, sentir sabores e sentir os perfumes das coisas de DEUS. Tudo isso, nós crianças iperoenses desfrutamos e queremos o mesmo e muito mais, para quem faz parte desse pequeno pedaço de mundo ou ainda vai fazer...

 

Nome:

Augusto Daniel

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"The dream is over" só existe em nossas memórias. Queremos tombar e restaurar a história informal da cidade.
É muito terreno! De quem é? Federal, Estadual?? Quanto tempo levará, não sei. Mas sei, penso, que a memória deva ser preservada com uma ou duas casas, dentre as mais conservadas, e o resto derrubadas. Não há dinheiro que as restaure (todas!) e, mesmo que houvesse, pra quê? É todo um imenso terreno que definido como do municipio, terá que ser redesenhado. Não é só da Porfírio. Vá ao barranco, vá à vila do Depósito. É o ‘ó do borogodó’, prá não dizer o ‘-u du piru’. Às vezes, penso que aquilo tornou-se o "mapa do inferno". Com relação às propriedades privadas, penso que deve ser cobrada, de alguma forma, a preservação. E chega, que já pensei demais!

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Hello, August!
Rs... você tem razão... o importante é jogar lenha na fogueira e que se discuta a questão, para quem sabe salvar qualquer coisa.
Abraço!

 

Nome:

Augusto Daniel

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Dona Laura Alves, viúva de um senhor chamado Plínio… penso que cheguei a conhecê-lo. Vivia com seus irmãos - Fiica, Zibi, e José Alves - em uma casa que está muito mal conservada, na rua Silvano, esquina com a rua que desce até o antigo cinema (penso que se chama José Alves, o mesmo irmão da dona Laura), descendo, à direita, em frente à casa que era do Paulo Zovaro. Depois de velha decidiu-se por estudar. Penso que seu marido, falecido, era funcionario público da ferrovia. Fez Letras em Sorocaba e lecionou muitos anos. Foi treinadora do juvenil do SEC. Andava pelas cidades vizinhas, com Fiica, em feiras de artesanato. Numa época em que viajar não era fácil, ela e Fiica "fizeram" a Europa. Tinha um sorriso calmo, como ela. Falava baixo. Uma pessoa digna. Mais uma das que conheci na terrinha. Voltando ao setor abandonado da cidade, não está assim por culpa de prefeitos, de governos, está assim pela circunstância. A inoperabilidade dos setores públicos: saúde, estradas de rodagem, ferrovias, segurança e ensino levaram ao fim essas atividades. Todas as cidades que viviam unicamente delas, foram arrastadas morro abaixo.
Boituva nunca dependeu da ferrovia e lá está... Tudo o que vemos e pertencia ao Estado, agora pertence à Federação.
Se já não tinha importância ao estado, agora então... Não há dinheiro e nem tem sentido a recuperação de tudo isso.
Vai sobrar à prefeitura que, ou legaliza e vende, doa, sei lá, às pessoas que já moram e, francamente, pode ser humano, mas do ponto de vista de recuperação, sem perspectiva. O aspecto vai piorar cada vez mais. Diferente é tombar o que pode ser recuperado e mantido, e demolir o resto, reestudando o terreno. O que quero é que melhore, porque não está feio, está horrível. Uma coisa que foi e creio que deverá ser insistido, e que seria mais uma opção, é a revitalização. Comércio, escolas, instituições públicas, biblioteca, enfim, resgatar a dignidade de todo esse território órfão da ferrovia. Hoje Iperó está renascendo, com muito atraso, muito sacrifício, fazendo com que o passado faça parte de nossas histórias, e sem o amargor da ferrovia que, da mesma forma que pariu a cidade, quando faleceu, foi arrastando sua cria para o nada. Ela sobreviveu. Vai vencer. Nós nos encarregaremos com nossos relatos de manter a chama acesa, cuidando do melhor passado que ela teve, de muita vida, muita garra, mostrando sua história para nosso deleite, pois somos (sou) grandes saudosistas e, mostrando ao povo de agora que a vida continua, e tudo que vivemos e fizemos deve continuar. Temos que entender que só há um caminho: a política de idéias novas (não idade cronológica), trabalho honesto e, com o tempo, cada político fazendo sua parte, a cidade vai crescendo, respeitando seu passado e o preservando. Não há milagre, não há Sorocabana. O que há, somos nós e muita luta que se faz principalmente em épocas de eleição, que se faz com a nossa educação, que se faz com a apuração do sentido do "belo" (estética), enfim, com o crescimento de nossos espíritos.

 

Nome:

Odemilson Paiffer

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Site:

http://profodemilsonpaiffer.blogspot.com

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Que maravilha de site! Estou emocionado e imensamente grato a você, primeiro por que achei a foto da minha querida professora dona Laura Alves de Moura. Ela deu aula de português para mim no Ageo Pereira do Amaral, que fica em Sorocaba, e também deu aula para muitos dos meus primos. Era uma mulher inteligentíssima, humilde e meiga... que saudades. Gostaria de saber de seu paradeiro…
O meu querido tio Lino… quantas saudades da minha infância, quando eu passava minhas férias escolares no sítio e ia passear na casa dele. Minhas pesquisas continuam e tenho conseguido bastante informações. Bernadete Holtz tem me ajudado muito também. Gostaria de contribuir de alguma forma com você, pois partilhamos das mesmas intenções, procuramos preservar nossas histórias e sabemos dessa importância. Minha árvore genealógica está cada vez mais bonita e completa.
Faço o convite para visitá-la no site myHeritage.com, com o nome "Família Paiffer". Quanta coisa no seu site!
Não deu tempo ainda de ver tudo, mas com certeza estarei acompanhando e colaborando no que puder!
Um abraço a você e a todos que colaboram.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Acho que o local, decididamente, não é o mais importante. Iperó é a circunstância. Os momentos são intensos. Cada qual tem o seu. Estou lendo momentos intensos de cada pessoa, que os leva atrás de outros, que simultaneamente viveram momentos idênticos. Nos nossos momentos, vivemos intensamente a cidade de Iperó, pusemos toda a nossa energia para o bem, o que nos traz saudades enormes. As circunstâncias não são importantes. Nós somos. Nós trazemos de volta esses momentos e passamos aos outros o que foi maravilhoso para nós. E, para a nossa surpresa, há uma coincidência com muitos outros pensamentos. Nós fomos importantes. Nós pusemos toda a nossa energia. Energia maravilhosa. E Iperó foi a circunstância. Iperó é impotante porque nós assim o fizemos. Logo, nós somos maravilhosos.
Pura metafísica!

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Ontem estive em Iperó. Dois fatos me deixaram triste. O primeiro foi constatar "in loco" o estado lastimável, deplorável, pecaminoso em que se encontra a rua Porfírio de Almeida. Outrora a passarela elegante do nascedouro de uma cidade fosforescente e borbulhante. Hoje, o retrato de uma paisagem morta. Uma rua que parece aquelas do pós-guerra. Uma imagem que meus olhos, vendo a realidade, não conseguem acreditar. Rua esburacada, sujeira pra todo lado, as casas se desmanchando como se fossem de papelão podre. Um abandono. Eu sei que é sonhar. Mas não teria como fazer as cidades mais comprometidas com o seu passado, alguém elaborar um projeto para fazer o "tombamento" ao menos do trecho que seria da esquina onde situava a farmácia do sr. Orlando até a última casa da Sorocabana, que seria com a esquina do antigo armazém do sr. João Vital, transformando essa área em patrimônio histórico do muncicípio? Restaurar as casas do estilo gótico onde prevalecia o comércio e as casas da Sorocabana no seu estilo original?
Outro fato triste foi eu saber do falecimento do amigo José Holtz Filho, o Juí, dono do comércio de beneficiamento de arroz que ficava na esquina da rua Porfírio de Almeida com a rua Princesa Isabel. O Juí com sua esposa Maria e a filha Giselma ajudaram muito minha família. Fomos vizinhos por mais de uma década. Religioso como era, tenho certeza que está nos braços de Deus. Meu registro aqui de condolências, agradecimento e gratidão a toda a família Holtz.

 

Nome:

Ângelo Lourenço Filho

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Olá, Antonio Carlos Fernandes.
Eu também nasci em Araçoiabinha. Dez anos antes de você. Quando fui morar em Iperó, você estava nascendo.
Meu pai nasceu na Fazenda Ipanema e meus avós paternos viveram a vida toda deles lá. O sobrenome Fernandes me é familiar.
Como se chamavam seus pais? Você tem outros irmãos? A minha família em Araçoiabinha é Lourenço por parte de pai e Santana por parte de mãe.
Abraço.

 

Nome:

Antonio Carlos Fernandes

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OLÁ, TUDO BEM?
GOSTEI MUITO DAS MATÉRIAS ESCRITAS, DAS FOTOS SOBRE IPERÓ E, PRINCIPALMENTE, SOBRE A FAZENDA IPANEMA.
NASCI EM ARAÇOIABINHA E AINDA BEBÊ FUI MORAR NA FAZENDA IPANEMA. MEU PAI ERA FUNCIONÁRIO PÚBLICO FEDERAL E MORAMOS LÁ POR MUITOS ANOS. SAÍ AOS 16 ANOS DE IDADE (EM 1976) E VIM MORAR NA CIDADE DE CANANÉIA-SP, ONDE RESIDO ATÉ HOJE.
GOSTARIA DE SABER COMO CONSIGO CONTATO COM O PESSOAL QUE MORAVA LÁ NESSA ÉPOCA. SE VOCE TIVER CONHECIMENTO DAQUELE PESSOAL ANTIGO, EU GOSTARIA MUITO DE TER NOTICIAS DELES.
MUITO OBRIGADO.

 

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Janaína Leite Politani

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Adorei o site. Confesso que em alguns momentos as lágrimas foram inevitáveis.
Preciso só fazer uma correção: em duas oportunidades, o nome do meu pai está errado.
O correto é: ANTONIO GERALDO DE JESUS POLITANI. Creio que essa informação do nome vocês tenham pego do quadro na parede da Prefeitura, com a foto do meu pai (na época vereador). Se puderem corrigir, agradeço.
Muito obrigada! Me sinto feliz em ver meu pai, um GRANDE HOMEM, homenageado!
Um abraço da família Politani.

 

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