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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

Nome:

Sidmir Domigues dos Santos

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Hugo, quero parabenizá-lo pelo seu trabalho, pois você está realizando e tornando possível a realização da vontade daqueles que gostam da nossa IPERÓ.
Um grande abraço do amigo Sid.

 

Nome:

Tadeu Passos

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Olá, Hugo!
Muito legal a sua iniciativa em resgatar a história de Iperó. Moro em Sorocaba há 23 anos e as vezes em que ouvi mencionarem sobre Iperó foi como uma cidadezinha que não tem nada. Fiquei surpreso. Não sabia dessa riqueza histórica que a cidade possui. Preciso conhecê-la melhor!
Abraços!

 

Nome:

José Roberto Nascimento

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Caros amigos, sou natural de Sorocaba e hoje vivo em São Paulo.
Minha história profissional tem inicio na FEPASA (curso ferroviário em 1972).
Posso dizer que sou um órfão da ferrovia. Apesar de gostar muito, não consegui manter meu trabalho ligado à ferrovia. Trabalhei na Villares, que por um curto período fabricou locomotivas (fui da assistência técnica das locomotivas). Trabalhei também na ORPLAN como inspetor de qualidade na fabricação de carros para o METRÔ.
Hoje aguardo a convocação do METRÔ. Fui aprovado em concurso para trabalho em manutenção.
Um forte abraço a vocês. Querendo, me escrevam.
José Roberto Nascimento

 

Nome:

Augusto Daniel Pavon

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Pra Elizabeth: o jornalista de Iperó que deve ainda morar em Curitiba é irmão do Luís Mundico, que morou ou mora, não sei mais nada, no bairro da minhoca. O Luís é bem mais velho que eu. Era uma pessoa tranqüila, jogava futebol. Disso tudo você deve saber, e senão, seu irmão ou seu pai devem conhecer. Um abraço. Falar da minha terra me dá um enorme prazer. Augusto.

 

Nome:

Ademir

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Estive visitando o local e achei maravilhoso. Pena que algumas casas e prédios estão em total abandono.
A estação de trem hoje não tem mais serventia, por um processo político de utilizar as rodovias em vez da ferrovia. Mas o local é simplesmente lindo: o lago e a montanha ao fundo.
Sou morador há pouco tempo em Sorocaba, e achei o fim de semana que passei na Fazenda Ipanema muito proveitoso.

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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E aí, Hugo? Feliz com os comentários sobre o seu trabalho? Que pergunta, né?
Estive lendo o pessoal. Conheço muita gente desde criança e gostei de ler as opiniões e perceber que escrevem com o coração quando o assunto é Iperó. O Augusto Daniel Pavon citou o jornalista iperoense que mora ou morou em Curitiba. Acho que é o mesmo que o Paulo Betti conhece e também já citou num artigo. Quem será ele? Será que tem escrito algo sobre a nossa cidade? Parece que o mesmo viveu no bairro da Minhoca. De qualquer maneira estamos felizes ao saber que Iperó esparge talentos em todas as áreas e isso nos deixa orgulhosos demais.

 

Nome:

Juliana Rodrigues Bastos de Campos Fazano

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Oi, Hugo!
Olhei de novo o site. Está muito bom!
Parabéns!

 

Nome:

Flávia Gutierrez

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Hugo,
Parabéns pelo site! Está muito bem feito!
Assim dá pra conhecer um pouco mais sobre sua história!
Ainda não tive tempo de ler tudo, mas está aqui na minha listinha.
Até a aula da pós!

 

Nome:

Carol

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Oi, achei seu site muito legal, principalmente para quem é curioso e quer saber mais sobre o passado de Iperó. Legal. Parabéns.

 

Nome:

Gabriel Fontana

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Prezado Hugo, estou aqui novamente dando meus parabéns pela rica reportagem da Fazenda Ipanema.
Fiquei surpreso em saber que foi ai que tudo começou com os minérios e a fundição. Abraços e parabéns.
Continue sempre. Seu leitor e admirador do seu trabalho, Gabriel.
Laranjal Paulista/SP também tem material da EFS abandonado.

 

Nome:

Neide Moraes

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Mensagem:

Parabéns, amigo! Você merece!
Lindo, lindo, lindo!

 

Nome:

Gabriel Fontana

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Mensagem:

Parabéns pela reportagem ferroviária. Gostei muito e fico triste pelo descaso com as ferrovias brasileiras.
Continue sempre com este trabalho maravilhoso.

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Mensagem:

Oi Hugo, tudo bem na nossa Iperó? Já são 2h da manhã do dia 03/02/2008 e acabei de ver a sua página. Você não sabe o orgulho que eu sinto ao saber que tenho um sobrinho tão engajado no resgate das coisas de Iperó. As fotos políticas são preciosas, pois muita coisa se perdeu. Mas pela sua página dá para perceber que a população se envolveu de coração. Eu estive no “Quinzinho” a semana passada e eles têm pasta de recortes. A de Iperó tem 72 folhas, que eu vou xerocar, para a gente ter mais material em mãos. Continue colocando fotos na página, de preferência citando os nomes para que tudo fique registrado. Semana passada também opinei na comunidade de ferrovias estatais. Pra dizer a verdade, a gente quase chora ao escrever sobre o assunto, pois é doloroso ser testemunha dessa HISTÓRIA tão vergonhosa. Vamos seguir em frente, fazendo sempre a nossa parte, com toda garra e honestidade. Vamos com fé em DEUS, que tudo pode nesse mundo, que apesar de tudo continua maravilhoso.

 

Nome:

Mauro Vasconcellos

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Mensagem:

Cara, achei demais esse site. Fico muito feliz em conhecer um cara muito inteligente como você.
Parabéns.

 

Nome:

Cristiane de Souza

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Mensagem:

Parabéns pelo seu site. É maravilhoso.
Seu depoimento é emocionante.
E quanto à história, deveria sim ter um acervo para contar a história da cidade: quando foi fundada, quem foram os primeiros moradores, como começou o desenvolvimento da cidade. Resgatar mais a história da Fazenda Ipanema para deixar para as gerações futuras. Mas, por outro lado, é muito bom saber que tem alguém tentando preservar isso. Parabéns.

 

Nome:

Marcela de Paula

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Mensagem:

Hugo, parabéns pelo lindo trabalho.
Com certeza Iperó e toda sua história não estariam assim se mais iperoenses tivessem esse amor pela cidade!!! Parabéns também pela iniciativa e por resgatar a história de Iperó e de nossas famílias, mais uma vez mostrando que você nasceu para ser jornalista!!!
Marcela.

 

Nome:

Mellissa Rodrigues Spinelli

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Mensagem:

Oi Hugo, você é um orgulho para toda nossa família.
Obrigada por você existir e ser esta pessoa tão especial que você é.
Conte sempre conosco.
Um grande beijo em seu coração.
Mell.

 

Nome:

Adete Corrêa

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Muito linda a história. Merece um livro mesmo.

 

Nome:

Celma Bom João

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Hugo, parabéns pelo trabalho tão importante e de excelente qualidade.
Fiquei ao mesmo tempo orgulhosa e saudosa.
Parabéns mesmo!
Celma.

 

Nome:

Cidinha Silva

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Mensagem:

Oi, amigo Hugo. Li o seu relato.
É, realmente não podemos ficar de braços cruzados esperando Iperó afundar. Precisamos dar um “basta!” em tudo que está errado. No que eu puder ajudar, estou à disposição. Amo esta cidade e meu “ganha pão” vem dela. Aprendi a amar e respeitar Iperó.
Beijos e força.

 

Nome:

Cristina Sônego

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Mensagem:

Muito simpático seu site. Também nasci e cresci aqui e, a exemplo de muitos membros da comunidade Iperó City, sofro de um "saudosismo crônico" que não consigo curar com "atitudes". Ou seja, não sei realmente o que fazer para valorizar essa terra.

 

Nome:

Eliana Gasparini del Vigna

E-mail:

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Mensagem:

Hugo, querido amigo.
Seu trabalho é maravilhoso! Parabéns!
É muito bom poder rever a nossa querida IPERÓ.
Só tenho felizes lembranças dessa terra que me ancorou até os meus vinte anos.
IPERÓ mora em mim!
Abraços, Eliana.

 

Nome:

Angélica Janaína

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Mensagem:

O que escrever para uma pessoa especial como você?
As letras do teclado são poucas para expor o nosso amor, carinho e orgulho.
Mas, vamos lá. A sua família daqui do Mato Grosso te deseja o melhor dos melhores.
Beijos e abraços. Claudinei, Izabel, Evandro, Angélica, Éverton, Denis.
Siga em frente, pois você merece isso e muito mais.

 

Nome:

Tânia Mary

E-mail:

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Mensagem:

Olá Hugo, tudo bem?
Passei para dizer-lhe que adorei teu site e que gostei muito de saber um pouco mais sobre Iperó!!!
Te desejo tudo de maravilhoso e tomara que você venha logo para cá para completar nossa equipe!!!
Sucesso!!!!!
Beijos e abraços.

 

Nome:

Juliana de Paula

E-mail:

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Mensagem:

Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo site.
Você começou um trabalho muito importante, que é a divulgação da cidade de Iperó e de sua família.
Gostaria de saber se você possui fotos dos prédios escolares de antigamente e se poderia disponibilizá-los no site. Estou elaborando meu Trabalho de Conclusão de Curso, que é justamente sobre Iperó.
Gostaria da sua colaboração, já que você é apaixonado pela cidade.
Até mais!
Juliana.

 

Nome:

Geise Grangeiro Costa

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Mensagem:

Muito interessante e útil como acervo da história de Iperó.
Parabéns pelo trabalho.
Espero que continue alimentando seu acervo.

 

Nome:

Augusto Daniel Pavon

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Mensagem:

Eu penso e posso estar errado, que para resgatarmos a história, não bastam fotos, não bastam opiniões de pessoas queridas, simpáticas, mas precisamos garimpar. E penso que ainda é possível: pessoas que viveram, registraram, se empolgaram, têm senso crítico e nos possam dar uma seqüência histórica aos fatos. Lógico que teremos que encontrar mais que uma, para que possamos ter uma seqüência na história em diferentes faixas etárias.
São muitas as fotos (o Tigüera me mandou muitas num ato de gentileza e amizade), mas é preciso dar vida a elas, e elas nos contarão a história. Elas falam através de alguém lúcido sensível, mais ou menos como se fosse um médium.
Outro dia, numa visita ao cemitério de Iperó, lembrei-me que algumas escolas fazem suas aulas de história nos cemitérios, túmulo por túmulo, ouvindo o que eles nos dizem através de alguém que esteja do nosso lado, interpretando, no caso o professor de história.
Sorocaba, através de uma pessoa, no caso um escritor, eu tenho o livro, contou-nos a sua história através dos nomes das ruas. Iperó é muito mais rica nesse aspecto, porque uma coisa maravilhosa aí aconteceu; as pessoas comuns, do dia a dia da cidade deram nomes às ruas: e elas são a história, a nossa história.
Dá pra seguir em frente. Verdade que você deu o pontapé inicial e muito bem dado, mas não bastam opiniões isoladas que nada acrescentam. Por exemplo: há um jornalista iperoense, irmão do Luiz Mundico, que até um tempo atrás morava em Curitiba, que escreveu livros, poesias sobre Iperó, publicou e declamou-as.
Conversando com ele há muito tempo por telefone, disse-me que tentou: foi à Câmara, falou aos caros edis, todos compraram os livros, mas não entenderam "niente". Ele pedia, segundo me disse, “uma noite [no antigo galpão da Igreja, onde se faziam os famosos "arroz com frango"] de pão e poesia”. Não entenderam "orra" nenhuma: foi demais e ele desistiu. Mas ele existe.
Existe o Peixoto que escreveu, não corrigiu, falou demais, mas falou. É parte da história que deve ser, e muito, aproveitado. Parabéns pelo início. Não fique só nos elogios. Garimpe. Tem aí o Canatelli. Caso possamos ajudá-lo, fá-lo-emos.
O marido da Eliana Gasparini conhece e muito de Iperó.
Um grande abraço.
Augusto.

 

Nome:

Netinho (Mário Neto)

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Parabéns pelo belo trabalho.
É um orgulho para nós, iperoenses, sabermos que existe uma pessoa tão competente e humilde como você.
Torço pelo seu sucesso.
Abraços.

 

Nome:

Elaine Anselmo

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Parabéns por essa matéria. Foi um grande aprendizado para mim.

 

Nome:

Augusto Daniel Pavon

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Mensagem:

As coisas são o que são, mesmo contra a nossa vontade.
Algumas boas, como as que nós construímos: nossas famílias, nossos filhos, nossas profissões, nossos amigos, nossas vidas, pois ainda cá estamos. Algumas tristes, como a nossa querida cidade que começou a cair junto com a ferrovia, ou devido a ela, e parece que não quer parar.
Mas enfim, ela ainda está lá e não vai morrer, há de se levantar.
Há uma outra Iperó, linda, maravilhosa, dos nossos sonhos, inesquecível, da Estrada de Ferro Sorocabana com sua estação, seus funcionários todos uniformizados conforme a função e posição hierárquica que tinham. O bar, os trens manobrando, as baldeações para o ramal de Itararé, a vila ferroviária, o escadão com os cedros que o envolviam, o Cinema com seus filmes e maravilhosos bailes.
A nossa vida na cidade era como uma grande família, onde todos sabiam tudo sobre todos.
Os nossos sonhos, nossas primeiras paixões, o futebol, o rio onde aprendemos a nadar e muito mais.
Essa Iperó ficou na nossa memória e eu adoro recordar, tomar uma cerveja e falar sobre ela, até porque, como bem disse Armando Nogueira, "a grande vantagem de envelhecer é poder retocar o passado".
Mas não existe mais, senão em nossa memória, colocado vez ou outra pra fora, para pessoas que tenham sensibilidade para ouvir. Eu ia me esquecendo: também as pessoas que amei demais daquela época estão somente em minha memória. E também eu já não sou o mesmo mais.
Se quiser, um dia poderemos conversar sobre a nossa amada TERRA!!!!
Um abraço.
Augusto.

 

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