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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

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Elisabeth Rodrigues

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Alguém da rua do barranco está participando da página ? Estive tirando umas fotos da estação e fui até o barranco para tirar umas fotos lá de cima ... Cadê a rua do barranco .Quase intransitável e está virando trilha .Essa rua cabe a quem zelar? Se faz parte da cidade acho que é da competência da prefeitura tomar alguma providência ,ou fazendo alguma obra de arrimo ou encaminhando pedido a quem responsável pelo pedaço (que é patrimônio da cidade assim como a estação )
Em pouco tempo estarei postando algumas fotos no site. Espero que não gostem, principalmente a da ESTAÇAO.

 

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Wilkson

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Muito lindas as fotos. Amei toda a matéria, pois vivi um pouco desta história. Parabéns.

 

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Hugo Augusto Rodrigues

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Grande Peixoto, quer dizer que por alguns minutos você foi enfermeiro também? Ah, sobre assombração, já ouvi falar de muitas histórias desse tipo em Iperó. Está na hora de o pessoal começar a relatar essas também... quem começa?
Grande abraço,
Hugo.

 

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Odacir Peixoto

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Olá, iperoenses de coração!
Hugo Augusto, lendo às mais diversas manifestações depositadas no seu preciso e significativo livro, a que mais me emocionou, foi a da Maria Silvia Paula Leite Biscaro, quando se reportou meu nome. Tempo bom aquele que ela mencionou.... o irmão dela, o Carlos Paula Leite, ainda pequeno, também ia comigo em casa na hora de meu almoço e comigo ele almoçava, principalmente, quando a mistura era carne de pombo... é que, na ocasião eu criava pombos e ele adora apreciar os pombos andando pelo quintal e sobre o telhado do banheiro e tanque cuja construção era fora do corpo principal da casa..
Menino, você não imagina quão difícil era na época de frio, você tomar banho quente e depois sair no relento à caminho do quarto, o meu era no porão de minha casa. O pior era, quando dava vontade de fazer necessidades fisiológicas e sair de um ambiente quente e enfrentar o frio e o sereno na madruga... êta vida malvada, mas foi gostoso de se viver naquela época... quantas saudades tenho!!!!!
A Maria Silvia Paula Leite se esqueceu de comentar sobre o Baile das Saias que promovemos no salão do saudoso prédio do cinema, em cujo evento ela sagrou-se vencedora.
No que se refere ao Posto de Saúde existente na época, lembro-me de uma passagem. O seu Benedito Paula Leite, pai da Silvia, foi a São Paulo fazer compras para abastecer a loja na qual tive a felicidade de trabalhar por quase dez anos e, aconteceu que naquele dia um passageiro ter caído do trem e machucado a cabeça. Imediatamente, o seu Benedito foi procurado, ele claro não foi encontrado, procuraram o seu Orlando mas ele estava ausente de Iperó. Outra alternativa não tive, claro que, objetivando suprir a ausência de seu Benedito e contornar a situação, me propus a fazer curativo no dito cujo. E não é que fiz mesmo... e qual foi meu procedimento? com muito cuidado abri um caminho de rato no cabelo do cidadão no local do machucado, joguei bastante água oxigenada, limpei bem o local do hematoma e depois coloquei bastante mercúrio cromo e coloquei gaze e esparadrapo na cabeça dele, dispensei-o e não é que o mesmo ficou contente com o atendimento dispensado por mim!
Sabe sombração já vi naquele aterro que dá acesso do pátio ao então deposito de locomotivas... outro dia com mais vagar contarei como foi o evento...
Abraços e saudações a todos os iperoenses daquela e geração de agora...
Peixoto, Odacir.

 

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Elisabeth Rodrigues

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Semana passada estive fazendo a viagem turística de trem Campinas-Jaguariúna e bateu tristeza e saudade. O trenzinho seguia vagaroso por entre a mata, as vezes quase parava de tão lento. E o povo, dez vagões abarrotados, na maior curtição. Até um grupo de forró se apresentava de carro em carro. Numa das estações várias máquinas e vagões para serem recuperadas. Senti tristeza quando percebi que estávamos num vagão da Estrada de Ferro Sorocabana, com a marca em aço inox na plataforma. Acho que era um carro do P1. A viagem transcorreu muito alegre, com guias narrando a HISTÓRIA do café na região de CAMPINAS, da família do BARÃO de LIMEIRA e no percurso se avistava ainda pés de café remanescentes, construções antigas e até a Fazenda do Barão de Limeira. Ponto final em Jaguariúna, um bem montado MUSEU FERROVIÁRIO, uma feira de artesanato e doces da região, um casal em trajes antigos circulando entre o povo para fotos e em resumo turismo ferroviário a todo VAPOR. Pergunta básica: o que nós da famìlia ferroviària iperoense podemos fazer para futuramente implantar o turismo ferroviário por aqui? Eu estava pensando na montagem do MUSEU ferroviário na cidade sendo necessário 1-Arrumar um lugar para abrigar o que fosse resgatado 2- Pedir colaboração de todos 3- Sair a campo catando peças 4-Catalogar e registrar o acervo 5-Correr atrás de lugar definido para sua instalação. Acho que tem também a parte burocrática do negócio. Dê a sua opinião. Segundo passo é ver a situação da ESTAÇÃO enquanto ela está lá à nossa espera Até quando?

 

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Augusto Daniel

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Ao Rafael. Por onde és Bertolaccini? Por favor, escreva-me sobre seus pais e de onde eles vêm em Bacaetava. Grato.

 

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Rafael Bertolaccini

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Oi, beleza?

 

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Valdirene Roma

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Gostei da sua criatividade como cidadão!..legal mesmo!

 

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Elisabeth Rodrigues

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É, enquanto o povo não valorizar o seu passado, o futuro fica meio sem chão. É interessante fazer as crianças se interessarem pela sua própria HISTÒRIA. As igrejas dos Mormons fazem um interessante trabalho de pesquisa de sobrenomes de famìlias e atendem muito bem aos interessados. Podemos fazer a pesquisa de nosso sobrenome. Eles possuem microfilmagens de livros antigos que podemos consultar. Lá, nos baseamos em nomes de cidades e livros de registros. No orkut, nas comunidades de genealogia encontramos relação de navios de imigrantes. Toda essa prosa pra destacar a importância de sabermos a nossa HISTÒRIA. Nas salas de pesquisa encontramos muitos historiadores alguns já com livros publicados. Em Iperó seria interessante levantar uma BIOGRAFIA, mesmo simples dos moradores antigos, pra começar. Isso com o auxílio das famìlias e orientadas com um questionário bem bolado e rico em detalhes. No questinário eu colocaria dados pessoais. O trabalho, origem da família, chegada na região, a vida na comunidade e assim por diante. Encontrei numa biblioteca um livro antigo de receitas. Antes de cada receita há a história da família, costumes e a receita da vovó que vai de geração a geração. Há também fotos antigas. Achei muito interessante.

 

Nome:

Augusto Daniel

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...menos,menos!!!! tinha aquelas "injeção" queles tacavam na bunda da gente!!!!!!!
Estava pensando numa coisa, que já escrevi ao Hugo,é uma coisa que começou na Europa e, já é comum no Brasil; a história contada através de visitas, como num "city tour", aos cemitérios. Em Paris isto é feito no Pere-Lachaise, em São Paulo no Araça, na Consolação, em Sorocaba está começando no cemitério da Consolação. Lá se ensina a história através das pessoa que viveram e fizeram a mesma, lá se ensina a respeito dos costumea de cada época, da arquitetura através dos túmulos,das religiões,enfim o lugar mórbido é maravilhosamente rico a nos contar sobre o passado, que aparando as arestas está no presente e nos remete ao futuro; portanto não é só choradeira e saudosismo. "Má praquê" toda essa conversa? A nossa história está no nosso cemitério e, cada vez que o percorro(vocês não me veem porque o faço a noite),em cada túmulo, com cada pessoa que lá está,eu me lembro de uma passagem, façam a experiência prá perceberam que todos, um a um fazem parte da colcha de retalhos de nossas vidas, então a nossa estória está viva em nossa cidade, independente de como a deixaram, porque hoje a minha doce Porfírio parece o que restou de um bombardeio, mas ela vai mudar!!!.Estou também escrevendo tudo isso para lembrar que coisas boas existem e, em nossa Iperó, nós(é claro!),muitas coisas outras que foram e continuam a ser feitas, mas também os nomes que são dados às ruas, não me lembro de uma cidade que tenha tantos nomes de cidadãos simples e ilustres em suas ruas.Isto é um livro "a céu aberto" para que quiser entender a nossa História.Comecei a escrever porque foi citado anteriormente o nome do Seu Orlando Ferreira,e eu esperei tanto que fosse dado o seu nome aquilo que com vagar vai ser o nosso primeiro hospital e foi mas, como aquela estória do prefeito que construiu uma bela ponte sobre o rio da cidade e o próximo prefeito,seu opositor, simplesmente desviou o rio,o nome do seu Orlando foi retirado e o local,com todo respeito a São Judas, recebeu esse nome. Certo sim, retirar um nome que pode ser história mas não está inserido no contexto ao qual estamos nos referindo e colocar o do Silvano. Sorocaba tem um livro contando a sua história com os nomes das suas ruas.Tudo isso que estamos começando com a nossa "história informal da cidade" através de relatos,crônicas, enfim...,se todos partiparem, como a Sílvia agora também aderiu não só como leitora, poderemos elaborar, quem sabe,um belo de um livro, poderemos influenciar politicamente, mostraremos aos mais jovens que houve um tempo bom, mas que não é uma exclusividade nossa; eles podem participar e devem,para que o tempo seja melhor prá eles, é isso!!! Porque eu já tô parecendo o Bonifácio quando começava a falar em baile de fim de ano. Todos querendo carnaval e ele só no "discurso". E nem o povo aplaudindo sem parar, não terminava.

 

Nome:

Elisabeth

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Silvia, que bom que você rompeu o silêncio. Quando você se recordar de seu pai, dirija a ele em pensamento, a gratidão dos filhos iperoenses que ele cuidou com tanto zelo. A turma lá de casa adorava o POZINHO branco do curativo que ele fazia. Além de sairmos com nossos vistosos curativos, ainda tinha a escorregação na escada do posto. Muito devemos a seu pai Benedito Paula Leite e seu Orlando Ferreira. Cada um a seu jeito soube tratar as crianças com carinho, respeito e muito profissionalismo. Hoje quando vemos tantas crianças sofrendo com a violência de nossa sociedade, rogamos a DEUS que nasçam pessoas desse naipe, que pensem a criança como um ser especial, um sopro de DEUS.

 

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Maria Sílvia Paula Leite Bíscaro

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Parabéns pela iniciativa em resgatar nossa infância, a luta de nossos pais e com certeza, falaremos das Festas de Santo Antonio, dos Maravilhosos bailes realizados no Cine Sorocabana,das brincadeiras de rua, dos jogos de queimada, barrabol, da construção dos nossos sonhos...Um forte abraço de uma Iperoense de coração.

 

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João Paulo Rodrigues

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Grande Hugo! Que belo arquivo, hein? Muito legal o seu site. É o tipo de página, que além de interessante, merece ser visitada periodicamente.
Grande abraço.

 

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JR. Moraga

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Iperoenses, está na hora de fundarmos uma ONG para manter a historia viva de Iperó e centralizarmos todos os materiais recebidos. Pra início de discussão, sugiro " Instituto Memória Iperoense " - IMI.

 

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Rosângela Simões

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Resgatar a história é preciso meu caro Hugo. E nós, jornalistas, temos o papel de não deixar que isso se perca com o passar dos anos. parabéns pela iniciativa! Um grande abraço.

 

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Neli Politani

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Tenho acompanhado seu trabalho, está maravilhoso! Parabéns!!!!

 

Nome:

JR.Moraga

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Hugo, pergunte para o seu pai se ele lembra do TRAMBUZAN.

 

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Augusto Daniel Pavon

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Há uma coisa chamada umbigo, e que serve prá acumular "flunfa" aquele algodãozinho que fica duro de sair, dependendo da profundidade e das reentrâncias do mesmo, e por que não da frequência com que o lavamos. Atualmente para a colocação daquelas "coisinhas" que lá ficam penduradas. Agora, do ponto de vista anatômico e fisiológico, é através dele que nos chega a "VIDA", é através do umbigo que nos chegam nutrientes, oxigênio, que nos é enviado pela nossa mãe. Esse cordão, o que nos manteve vivos, que desde o início nos ligou a nossa mãe, por tradição, quando caía, porque ele é amarrado bem junto ao nosso abdome, seca e cai,era enterrado no quintal, e "PASSAVA A NOS UNIR DE UMA FORMA IRREVERSÍVEL AQUELA TERRA, COMO SE NUM ATO SIMBÓLICO ELA CONTINUASSE A NOS DAR A VIDA" Tudo isso prá dizer que o meu "umbigo" está em Iperó e que estou muito feliz com todo esse movimento. As pessoas vão se desinibindo e montaremos (o Hugo) a história informal de nossa terra.

 

Nome:

Elisabeth

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Oi Lininha, gostei do PEQUENÓPOLIS. Abraço. Tia Ila.

 

Nome:

Alline Rodrigues Spinelli

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Oi Hugão!! Blz!!
A minha mãe tinha dito para eu dar uma olhadinha no seu site e aqui estou. Saiba que vc nos dá muito orgulho, pois, desde criança se destacou sendo diferente dos outros. Pelos gostos, pelas iniciativas e principalmente pela inteligência. Ainda não li tudo aqui no site mas vou ler sim. Parabéns por tudo e que grande coisa você está fazendo pela nossa Pequenópolis, hein Peró! Deus abençoe e ilumine! Bjus** (=

 

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Carlos Jaques Eid

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Parabéns pela iniciativa, é dessas pessoas que Iperó precisa e que nos dá orgulho de ser iperoense.
Hugão, conte comigo. Terei muito prazer em compatilhar com você nessa empreitada.

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Recentemente estando em Iperó, desci até a ESTAÇÂO para constatar o seu abandono .Gente !... Que decepção !... Vidros quebrados, a sala de espera antes bem conservada estava de desesperar. Em cada sala, vislumbrada pelos vidros quebrados, sujeira, papéis amarelados pelo chão. Um único banco na estação resistiu porque parecia estar cimentado no piso. A minha vontade foi pegar vassoura, pá de lixo e devolver a vida para quem foi testemunha de um tempo tão feliz. Parece que estou vendo o trem de luxo apontando lá na curva. Que molejo ele tinha. Muita gente passou dormindo em Iperó e esqueceu de descer. Pudera! Era melhor que rede. Escrever sobre a estação de Iperó e a FERROVIA é quase impossível. É muita coisa na memória e no coração. Queira DEUS que eu ainda possa sentir o que é viajar de trem. Quero ver os campos desfilando diante de meus olhos, sentir o vento, ver pessoas anônimas numa boa conversa. Quero me locomover sem me sentir prisioneira de preço de combustível, pedágios e tantas outras coisas que só nos fazem aborrecer.

 

Nome:

Ivani Barra

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Gostaria muito que essa"briga" tivesse fim e que a estação pudesse ser resturada.Tenho muitas lembranças boas da minha infancia em Iperó e nelas está incluida a estação.È um espaço lindo tanto quanto sua arquitetura e poderia ser um espaço cultural e educacional para as crianças e jovens.Atualmente é um espaço para as drogas,roubos e prostituição.Estou de volta a minha cidade da infância e estou na luta para esse sonho se tornar realidade e não vou medir esforços para concretizá-lo.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Houve um tempo em que presentes tinham datas certas. Aniversário e Natal. Na realidade era o Natal, aquela data mágica, esperada por um tempo bem mais longo (se compararmos com a rapidez com que vai e volta nos tempos atuais), a data de muitos presentes. As pessoas estavam mais abertas, mais alegres, todos aguardando o "velhinho". Nós, as crianças, pelos motivos óbvios, e os adultos porque "tinham" que não acreditar na figura que transportava sonhos. E isso era uma condição, triste, para se tornar adulto. Uma semana antes, meu avô (Augusto) fez uma gruta de cimento sobre uma estrutura que serviu de molde, não me lembro bem, muitos papéis amassados, concentrados. Depois de seco tornou-se a gruta onde Jesus nasceu. Fomos, ele e eu, à biquinha, próxima à última casa do barranco , subindo o escadão à esquerda, mas lá embaixo, onde havia uma pequena floresta (estando de frente ao velho cinema, do lado esquerdo, onde havia um "jogo de bocha" que num dia, sem muitas explicações ruiu e fez nascer, ao lado do cine um belo campo de futebol, seguia-se em frente por um caminho, pois era para o meu tamanho uma floresta, iamos descendo em direção à linha e chegávamos na bica), para conseguirmos aquele limbo verde, expesso que se formava nos lugares úmidos, sem sol, onde as pessoas não pisavam tanto, e estava arrumado o chão, a grama do nosso presépio. Um pedaço de espelho com as bordas recobertas por areia formava uma lago onde eram colocados alguns patinhos. Completava-se com a mesma areia o caminho à gruta. Maria, José, os reis magos, a vaquinha e o burrinho já podiam entrar em cena: talvez uma pequena lâmpada vermelha acesa a noite, uma estrela sobre a parte mais alta da gruta guiaria os reis. Esse maravilhoso presépio, o clima no preparo do almoço (frangos-aliás um só para meu avô, leitoa, macarronada, salada, taubaina - do Moreno de Tatuí, ou do Schincariol de Boituva) e muita gente sentada à mesa. Nós éramos em oito ( meu avô, Augusto, minha avó, Alice, meu pai, Olímpio, minha mãe, Cida, tio Lazinho, tia Inez, prima Sônia, e mais umas 6 pessoas. Isso era demais, tudo era maravilhoso na minha Iperó do final dos anos 50. Ia me esquecendo que esse almoço havia sido precedido pela missa do galo. O presente era muito bom, mas nada importante se comparado ao clima maravilhoso que antecedeu a tudo, uma imensa alegria para os meus 10 anos.Um belo natal a todos e que o Senhor esteja conosco.

 

Nome:

Radival Oliveira

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Olá Hugo,já faz um bom tempo em que não conversamos, mas gostaria de dizer que quando se tem uma amizade legal, não importa quanto tempo passe sem se ver, sempre vimos um amigo como se ele estivesse ontem ao nosso lado.
Queria lhe dar os parabéns pelas suas conquistas e realizações, aqueles que estão perto de voce tem sorte e com certeza sabem disso.
Queria também dar os parabéns pelo site e espero que voce consiga muito mais coisas e muito mais realizações para sua vida profissional e pessoal.
Prazer em por mandar esta mensagem e espero que algum dia desses possamos sentar e con versar um pouco.
Até qualquer dia...

 

Nome:

NELSON/BB Itapeva

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Parabéns HUGO, você faz parte de um time que mantém a chama acesa.

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Para Neli. Bom dia, Neli. Se não me engano, o seu Politani, o patriarca da família, morava na rua Santo Antonio. Ele era exímio artesão. Quando crianças, nossas mães nos mandavam levar latas de óleo para o seu Politani trabalhar. Depois de algum tempo já estava pronto o TACHO .Ele recortava as latas soldava muito bem e fazia artesanalmente os tachos .Eles ficavam muito bonitos com as estampas das latas do lado de fora num mosaico fora de série Não sei se alguém da família herdou a técnica. Isso hoje em dia estaria na mídia com certeza.

 

Nome:

Jéssica

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Huguinho...
O site já era ótimo, com essas mudanças ficou ainda melhor!!
Parabéns!! Está mto bom!!
Tenho orgulho de ser sua irmã...vc é uma pessoa maravilhosa!!
TE AMO MTO!!
Obs- Qdo eu crescer quero ser igual a vc!!! rsrsrs...
Bjos e q Deus continue iluminando sua vida!!

 

Nome:

Edna Ap. S.S. Vieira

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Oiê!!!!!!!!!!!!!
Hugo muito legal o seu site. Adorei e passei por aqui para te cumprimentar.
Parabéns..

 

Nome:

Neli Ap. Politani Rua

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Tenho ótimas lembranças de Iperó,faço parte de uma família tradicional, os POLITANI. Tenho em minha memória dias felizes das minhas férias escolares, dos carnavais, dos bailes no clube que era um local familiar, onde as amizades eram valiosas. Férias ( julho e janeiro ) aguardadas com ansiedade durante o ano. IPERÓ, CIDADE MÁGICA.
As fotos da estação, dos trens, me trouxeram lembranças de meu pai e padrinho que também estiveram ligados à Estrada de Ferro Sorocabana. Gelson Politani e Egydio Gasparini.

 

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