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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

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Hugo Augusto

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Caros amigos, apenas abrindo um parêntese na discussão sobre as ruas, quero falar sobre a alegria ao receber o recado da Ana Paula Freire, uma das grandes repórteres que passaram pela TV Globo de Sorocaba (hoje TV TEM). Pessoa bastante querida por todos.
É a mesma alegria que sentimos quando alguém especial entra aqui para falar sobre a "terrinha". São sempre bem-vindos. Obrigado pelo carinho, Ana.
Grande abraço,
Hugo.

 

Nome:

ANA PAULA FREIRE

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OLÁ, GOSTEI DE VER MINHA FOTO NO BLOG. LEMBRO DE TER IDO VÁRIAS VEZES A UNISO E SEMPRE GOSTEI MUITO DA EXPERIÊNCIA. BOA SORTE EM TEU CAMINHO.

 

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Ney Miguel Daniel

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Beleza mesmo Hugo

 

Nome:

Tanaka

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Caros amigos/amigas.
Quero neste espaço fazer alguns modestos comentários a respeito do que já observei lendo os textos aqui já impressos. Que maravilha todos eles; no entanto gostaria de destacar aqueles nomes da minha geração e que deram valiosas contribuições a respeito da nossa querida Iperó; Vejamos então:
José Moraga Ramos, espetaculares os seus textos; Elisabeth Rodrigues: tens o dom da escrita, hem, parabéns; Suely Gonzaga de Jesus: para a Suely já me manifestei diretamente à ela; que maravilha de texto; Augusto Daniel: falei via telefone com o Augusto enaltecendo o seu texto e memória estupenda; Eliana Gasparine Del Vigna: que preciosidade também o seu texto, continues passando a sua inteligência a respeito da nossa Iperó; Eliana, me bateu uma saudade do casal quando deparei-me com você aqui; pede ao Geninho que escreva pelo menos um parágrafo, para, assim, eu poder matar a saudade de vocês; Odacir Peixoto: que maravilha também a sua contribuição, não pare no que você já fez, que reconheço é grande e já muito bom, mas dá para perceber que você tem muito mais a dar; amigo Marcos Cunha: sempre brilhante a sua participação; também escreves com uma clareza de quem sabe do ofício e com inteligência peculiar.
Hugo, precisas dar um cutucão no Udovaldo; ele tem muito que dar ainda no que você espera colher a respeito da história de Iperó. Você sabia que era ele que redigia os discursos e os pronunciavas também quando alguma autoridade eclesiástica visitava Iperó; Hugo, ele inclusive trabalhou num jornal em Sorocaba, quando também fazia o curso de filosofia na cidade. Depois, como um desafio de inteligência largou o curso de filosofia e foi fazer exata em S. Paulo, entrando no curso de engenharia da FEI. Aqui em S. Paulo, ele trabalhou como revisor na Folha de São Paulo.
Bem, vou ficando por aqui, por ora, porém fazendo a ressalva de que não mencionei os demais nomes por que quis destacar aquelas pessoas da minha geração e de quem tenho recordações as mais gratas possíveis; no entanto, todos aqueles que aqui contribuíram são excelentes em suas respectivas intervenções.
Um abraço.

CURIOSIDADE
Você sabia que em S. Paulo existe a rua Iperó. Ela fica em Vila Madalena/Perdizes, próxima ao metrô Sumaré, bem como a rua Bacaetava, cuja extensão vai da av. Roque Petroni Jr. à av. Morumbi e está situada bem próxima ao Shopping Morumbi.
Outrossim, há também a rua Varnhagem localizada no centro velho da cidade, próxima à ladeira Porto Geral e rua 25 de Março; ainda, a rua George Oetterer fica na Zona Leste, e tem mais a rua Ipanema e a rua Boituva.
Você sabia?

Poxa, estou me lembrando de pessoas que me eram e ainda me são naturalmente tão benquistas e importantes para mim e que eu, infelizmente com essa minha memória deficitária, penso, própria da idade, sem com isso querer justificar o injustificável, pois amigos/as não se esquece e isso é imperdoável em se tratando de pessoas tais, não as tinha mais regularmente à mente. Bem, fica apenas, então, como um lapso de memória e espero passageira.
Ainda bem que tem pessoas privilegiadas que nos trazem o passado ao nosso momento atual.

 

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Kátia Nóbrega

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Achei ótimo...

 

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Cido del Vigna

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Parabéns.

 

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Otavio de Camargo

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Gostei muito!
Ah, se eu pudesse contar a história de Nova Odessa com essa riqueza de detalhes.
Obrigado.

 

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Augusto Daniel

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Eu moro em um prédio, no quarto andar, com uma vista marvilhosa. Levanto-me bem cedo,tomo meu banho, visto-me, faço meu café e vou à sacada. Faço minha oração, peço,mas estou me esforçando para agradecer mais que pedir. Agradecer pela oportunidade de nascer, na linda família em que nasci,pela abundância física e espiritual que tive, pela cidade onde me foi dada a oportunidade nascer,linda, sempre foi e sempre será; por todas as pessoas com as quais tive oportunidade de conviver, as agradáveis e as não agradáveis, com todas eu aprendi.Com todos os meus amigos, com os quais aproveitamos o máximo de nossa Iperó, e ainda faltou. Agradeço por terem passado por minha vida e terem deixado marcas profundas de amor, amizade. Agradeço pelas brigas, bailes, bebedeiras, futebol. Que saudade da Mariazinha, meu primeiro amor, não esqueci. Jogos de botão pela calçada;eu era feliz e não sabia.....( esse final é de uma música maravilhosa de Ataulfo Alves)

 

Nome:

Everaldo Mendonça

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É lastimável a situação que os Governantes deixaram chegar as nossas ferrovias e o material rodante. é uma vergonha!

 

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Marcos Cícero

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Fantástico trabalho Hugo! Parabéns...

 

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Edson José Gamero

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Resgate de fatos e pessoas de nossa cidade nos dá uma doce saudade coisas que tivemos e hoje já não existe mais. Como diz aquela velha marchinha de carnaval, "RECORDAR É VIVER".

 

Nome:

Augusto Daniel

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As coisa mais importantes da vida dos iperoenses de uma época passada, e bem passada, tanto pelo bem que nos fez, como, literalmente, do que já foi, que foi, foi e acabou "fondo", se passaram no "Velho Cinema de Madeira". Os contemporâneos que façam uma revisão do que o velho Cine significava. Houve uma vez, eu devia ter 13 ou 14, que, numa quarta feira (não era dia de sócio, portanto a entrada era paga)ia ser projetado um filme "AS MAIS DESPIDAS DO ANO", imaginem isso numa época em os "catecismos" do Grande Carlos Zéfiro, um dos principais nomes da literatura nacional ( que perdeu para o Ze´do Sarney a disputa por uma das cadeiras da ABL), ainda não havia se definido como preferência nacional, pelo menos na Iperó, e ver mulher nua, prá mulecada, era um exercício de imaginação. Bem, a frente do cinema devia ter "uns mir" moleques, todos "bolando" individualmente ou coletivamente uma maneira de enganar "os veio" da portaria, diretoria, aqueles "puta cara chato" que queriam só eles ter o prazer de ver "toda aquela muierada pelada". Entre nós estava o PIXE, o mais temido delegado(sub delegado) que Iperó ja teve. Hoje fico pensando e acho que ele devia fazer o mesmo que nós , lendo aquela "maravilha de gibizada" que nós tínhamos,lido, relido e guardado para troca ( o Fantasma, o Cavaleiro Negro, o Mandrake, o Arqueiro Verde, Roy Rogers, o Súper Homem, Capitão Márvel e ele Dick Tracy). Dick Tracy era um detetive com belo chapeu tipo "ramenzoni", marca famosa que era vendido em Iperó, onde havia até uma placa, na loja do seu Benedito ( engraçado, em Iperó havia muitos Ditos, todos indidualizados por algum complemento- Dito Curadô, Dito preto, Dito carregadô, Dito Bom, Dito Jango enfim..., más Benedito era um só, o da loja. É, o Óme não era fraco não!!!!). Bem, voltemos ao Dick; havia o terno e a gravata,com barra italiana e aquele ar de inteligência e seriedade. Assim me parecia ser o Pixe. Eu me lembro que usava um relógio de pulso, não muito comum na época, no punho direito e com o mostrador de horas para baixo. Seguidamente, num ato que parecia elegante, com o indicador esquerdo, ele fazia um ar de quem tem muitos compromissos, afastava a manga do paletó, virava o punho e ficava olhando as horas ( um tanto quanto difícil,é não?). Um tempo depois quando ganhei meu primeiro relógio, que era do meu pai, tentei imitar o Pixe na colocação do relógio e na classe com que via a hora. O Pixe era sem dúvida eclético. Foi mecãnico dos raros carros que circulavam na cidade, foi juiz de futebol(odiado porque sempre quiz ser justo e se tinha que errar era sempre contra o Sorocabana). Chegou a ser jogador de futebol, e finalizando,para complementar essa intensa atividade, era ferroviário. Bem, naquele dia, das bem despidas, muitas lágrimas derramamos sobre o Pixe e ele, não nos olhava, como todo Super heroi tinha o olhar altivo, olha as horas seguidamente e dizia que enquanto ele mandasse, não entraríamos (prá mim aquilo pareceu abuso de poder). Foi trabalhoso! Então já rolava o jornal, o "trailer" de outros filmes, cinema pago naquele dia, vazio (nenhum senhor respeitável da "city" ia prô cine aquele dia prá vê "aquilo"). Solução- entra a mulecada "coaquelas caras de tarados". Se considerarmos hoje, estavam decididamente com muita roupa (maiô de duas peças e grandes as peças, tanto a de baixo como a de cima)mas......."paquelamulecada", incruindo eu, foi uma "puta festa". Todos na frente. A parte da frente tinha duas fileiras de banco em três colunas. "Tudulotadu", até as cadeiras que vinham logo atrás.Encerrando, como sempre "queimava a fita" e acendiam-se as luzes mas, nesse dia foi muita "sacanagem", pegaram aquela cacetada de muleques numa masturbação coletiva que só fazendo parte prá entender. E viva Iperó. Pode ter coisa melhor?

 

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Elisabeth Rodrigues

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DEUS te abençoe Hugo.
Entrei na página para ver as fotos e foi emoção demais. Já na abertura, os meus avós e minha mãe com os irmãos.
Preciosa família de Elias Rosa, minhas raízes, com muito orgulho. Ali o exemplo da lida difícil na roça. Trabalho, suor. Sentada ao lado do querido vô Elias, vó Mariquinha espanholinha guerreira que chegou ao Brasil por volta de 1887, com mais ou menos 6 anos. O sofrimento já começou no navio quando enfrentou epidemia e muitos foram jogados ao mar. Em Boituva conheceu o amor, se casou e constituiu família e estamos aqui, seus descendentes. Fiquei emocionada ao ver a foto em que seu pai fez xixi no calção bem na hora do flash e eu com meu casaco com elefantinho na gola, que eu adorava. Note-se nosso PEQUENO laço de fita na cabeça.. Valeu, Hugo. Adorei as famílias. Quanta gente na nossa HISTÓRIA. É um verdadeiro estudo genealógico (sobrenome das famílias ), estudo de moda: golas, rendas, tipos de saias, penteados, sapatos e em algumas, meninos de chapéu, modelos de calças masculinas, etc.

 

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Clarice Grando

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Parabéns pelo trabalho Hugo
Sucesso pra você sempre e que Deus te abençoe!!!!!
Bjos
Clarice

 

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ELIZABETH TANABE DANTAS

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Estimado Hugo,
Parabéns pela iniciativa e divulgação.
Obrigada pelo convite.
Estamos Juntos!
Beth

 

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Augusto

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Muito bom essa de incluir famílias, bom demais. Fiquei muito feliz de ver duas pessoas muito importantes na minha infância; Dona Glória, pessoa muito boa e de um sorriso que transmitia paz, e a Donice, muito amiga de minha mãe e que estive com ela por duas vezes em Itararé, essa dcididamente maravilhosa. Outras , todas, velhas conhecidas, parte de nossa história, da história de cada um, na nossa Iperó.Gostei do menino no colo de minha mãe na primeira foto.Vou mandar algumas fotos da minha família. Um abraço!

 

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Adete Ap. Pedro

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Gosto demais da sua inteligencia, da sua capacidade, da sua pessoa, não perco uma frase sua, seja ela para criticar ou não. Você tem talento.Tenho certeza que você vai ter um futuro bem próximo, brilhante. Um abraço!

 

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Masé

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Muito legal a iniciativa! É preciso valorizar o lugar onde se nasceu, onde se vive,sua história e seus personagens.
Parabéns pela iniciativa.
Um abraço, Masé.

 

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Eliana Gasparini Del Vigna

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Hugo você está de parabens pelo excelente trabalho. Um grande abraço, Eliana.

 

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Camila Stela Prado

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Parabens, pela sua iniciativa. Lindo seu trabalho!

 

Nome:

Elisabeth

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Hoje estive vendo um programa dos primeiros filmes brasileiros, coisa muito antiga mesmo. Nomes que nunca ouvi falar ,trajes antigos e muita coisa mais. Achei interessante pois como toda iperoense adoro o telão e um saquinho de pipoca. Aliás acho que em Iperó já foi rodado um filme. Quando o trem passava lá pela altura de George Oeterer se avistava longe um cenário. Parece que o filme foi sobre Canudos. Alguém tem notícia disso? Onde será que anda o filme. Seria importante fazer resgate dessas coisas e propiciar ao povo INTERESSADO uma sessão de cinema na cidade. Quem souber alguma informação desse filme nos conte para que saibamos das coisas .Quem sabe conseguimos a cópia.

Vai o CPF na nota ? Na minha vai e consultando o meu saldo estou com noventa e sete reais e alguns centavos .Na mesma página da nota fiscal paulista v. pode solicitar melhorias para sua cidade .Bom .... Indiquei Iperó e solicitei tombamentos : da Ponte de Ferro ,Escola perto do escadão, antigo Gaspar e Estação e respectivas restaurações assim como o turismo ferroviário no trecho São Roque até Porto Feliz Já que pode pedir ,vamos sonhar! ... e não é que sonhei ? Sonhei com as duas ruas do barranco com murão de arrimo e recuperadas .Ali no antigo pernoite a equipe técnica e todo o material .A Estação novinha em folha e as antigas casas da Vila ferroviária pintadas com as cores originais .Gostei muito da Porfirio de Almeida com todas as casas pintadas em cores muito fortes diga-se verde limão ,laranja ,lilás,rosa ,etc. Na antiga padaria do Salomão ,Simão e dona Sada (aquela do delicioso filão cascudo )uma galeria de pequenas lojas ,com um belo portal na entrada com vasos grandes e charmosos ao lado .Foi só sonho e muito colorido .Alguns acreditam que sonhos são esboços de uma realidade que ainda não aconteceu. Será?

 

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Odacir Peixoto

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Olá, Hugo Augusto. Pelo que observo, a história de nossa querida Iperó está paulatina e progessivamente se desenvolvendo.
Hoje mesmo lendo as colaborações aqui assinaladas, observei a mensagem do filho de meu respeitado amigo e colega Dr. Diógenes Domingues Calandriello, filho de Marina Ferreira.
Foi o Diógenes e o Fernando Scott que no ano de 1964 me encentivaram muito a estudar na Agrimensura na Escola Paulista de Agrimensura, situada na Rua Bahia, bairro de Higienópolis, São Paulo/Capital. Hoje, infelizmente, essa famosa Escola já não existe mais, mas, nela se formaram grandes profissionais, dentre eles salvo engano o Dr. Oswaldo Martins que se casou com a Dinorat (filha do saudoso Tele Redini dona Bepa) que trabalhou muitos anos do Departamento de Patrimonio da extinta Estrada de Ferro Sorocaba, assim como o próprio Diógenes, o Fernando Scott.
Iniciei meus estudos no ano seguinte, ou seja, em 1965 e, hoje sou o que sou, primeiramente devo a Deus e depois a esses dois dignos amigos Diógenes e Fernando que muito me ajudaram no referido estudo. A agrimensura foi meu alicerce intelectual, claro que, posteriormente galguei alguns cursos superiores.
Fiquei alegre e feliz em ler em sua coluna, noticias do Diógines e da Marina Ferreira.
Quem quiser entrar em contato comigo, o faça atraves de meu e-mail: odacir.peixoto@hotmail.com, ficarei muito contente e feliz em marter contado com mais alguem que naquela época se prespontaram de uma maneira ou outra na nossa querida e inesquecível Iperó.
Cordiais saudações a todos,
Odacir Peixoto (tico)

 

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Elisabeth Rodrigues

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Oi, Marco Polo Calandriello. Gostei muito de ler a sua mensagem e saber que v. é filho da Marina e o Diogenes .Estudei com a Marina que tambem viajava para Sorocaba e nesse tempo ela começou a namorar o Diogenes. Parece-me que o Diogenes apareceu por aqui vindo de Embu Guaçu junto com um outro rapaz. Os dois logo se enturmaram na cidade. Os seus avós deixaram marca na cidade, tocando a farmácia e socorrendo principalmente as crianças. Ao lado da farmácia havia um terreno vazio onde foi encontrada uma urna indígena, outra no local da padaria do Dinho e outra na rua do campo. Uma urna está no Quinzinho de Barros e é muito linda. É um pedaço da história da nossa Iperó ao lado da farmácia dos seus avós. Entre sempre em contato, pois todos os seus familiares fazem parte de nossa gente.

Essa noite eu até perdi o sono de tanto pensar em postais de Iperó. Tentei falar com o Mateus para passar a idéia para a Prefeitura (via cultura ), mas não obtive retorno. Seria interessante se a prefeitura pudesse patrocinar um curso de fotografia para uns 10 inscritos, cada um com sua máquina e custo só com o fotógrafo orientador e montagem das fotos em quadros para exposição e postais. No nosso caso, duas fotos por aluno. Para fotos um dos lugares seria a FAZENDA IPANEMA que segundo me consta vai entrar no roteiro turístico “Copa 2014”. Matriz e Capela de Santa Rita, Escolas, antigo pernoite, por do sol na Varzea e Bela Vista e Ponte de Ferro que alguém me esclareça se não tem estilo inglês e muitos outros lugares que possam sugerir. Com 3 dias é possível fotografar muita coisa. Hugo, vá pensando e vê se faz algum contato promissor aí.

 

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Hugo Augusto

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É, meus amigos, de repente o pessoal tem se animado a falar sobre a nossa terrinha. Pavon, é assim mesmo: de vez em quando dá uma parada, mas logo surgem novos participantes.
Tia Ila, vamos pensar em algo nesse sentido (fotogtafia em Iperó), sim. Acho muito legal a ideia, que poderia se transformar numa bela exposição posteriormente.
Peixoto, meu amigo. Suas contribuições sempre tão ricas. Já abordei alguns desses conterrâneos que você citou. Ainda não se manifestaram aqui no site. Há, sim, uma espécie de medo de aparecer e contar as histórias. Não sei. Deve ser a tal "moita" a que você se referiu.
E, Marco, olha só: por acaso consegui contato com um senhor residente em Lins, parente distante da sua família (Redini). O tio dele, fotógrafo entre as décadas de 1930 e 1960 (aproximadamente), por várias vezes fotografou cenas do cotidiano da Iperó daquela época. Dentre essas fotos que ele me enviou, aparece a sua mãe, suas tias - e primos delas -, além do seu avô. Já ouvi falar muito sobre o seu avô e o trabalho pioneiro dele aqui na cidade. Vou enviar essas fotos a você. Peça (convide) para que os seus pais visitem o site e escrevam as histórias deles em Iperó. A infância, as lembranças, enfim, matar a saudade. Com certeza, vão encontrar aqui neste livro os relatos de vários amigos deles.
Grande abraço a todos,
Hugo Augusto Rodrigues.

 

Nome:

Marco Polo Calandriello

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Hugo Augusto Rodrigues,
Parabéns pelo seu belo trabalho sobre Iperó!!
Campinas,17 de setembro de 2009.
Gostaria de lembra-los que minha família também faz parte da história de Iperó vivendo mais ou menos de 1938 até 1967! Que minha avó, Ercilia Redini Ferreira, trabalhou no correio, e ajudou na primeira farmácia de Iperó que pertencia ao meu avô, Orlando Ferreira, marido dela!! Pais da minha mãe e dos meus tios, Dra. Vera Ferreira, Professora Dulce Ferreira Augustinho, Marina Ferreira Calandriello (minha mãe), Dr. Orlando Ferreira Filho e Professora Dora Ferreira Damião.
E lembrar, também, que meu pai, Dr. Diógenes Domingues Calandriello, ferroviário, conheceu minha mãe Marina Ferreira Calandriello em Iperó e participou por muitos anos pelo time de Iperó. Tendo dois filhos Dr. Marco Aurélio Calandriello e Dr. Marco Polo Calandriello.
Grato,
Marco Polo e Família

 

Nome:

Odacir Peixoto

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Grande e batalhador Hugo. Primeiramente envio-lhe um forte abraço.
COMENTÁRIO: semanalmente leio seu livro e não é de ver que muitas coisas que nele estam escritas me lembro do acontecimento!
Cito por exemplo a lenda do lobisomem, esse personagem era chamador do pessoal de trem (chefes e ajudantes) e do de máquina (maquinistas e foguistas), sei até o nome dele e também onde ele morava, inclusive, uns dos filhos dele, foi meu colega no Grupo Escolar...
Também, conhecei demais o saudoso e finado Luiz Eleotero, parece-me enxerga-lo em minha frente em pensamento... fico contente em saber que seu filho também está participando e colaborando com seu significativo livro.... com isso, paulatina e progressivamente vamos tirando dos arquivos, historias de nossa querida Iperó.
Sugiro a você Hugo que procure contatato com as seguintes pessosas: Vera Ferreira; com a mãe do Paulo e José Simão, ela se chama Jacira, como moradora antiga da terrinha, creio que ela tenha muita coisa a falar, inclusive, eles moraram muitos anos na Bela Vista; procure a Lourdinha (casada com o Justo) e sua irmã filhas do saudoso José de Moraes que administrava na época a Fazenda Bela Vista que era da EFS; o Francisco Covos que foi vizinho de seu avô Augusto Rodrigues, que muito tem a falar da extinta Sorocabana; o pessoal da familia do Vital, a Jurema e sua irmã Leonor; o Zeca Calixto e sua mulher Marlene, filha do conhecido na época como Antonio das Cabras; observo, inclusive, que o Said até o momento nada se manisfetou em seu livro, êta cara folgado heimmm!!!! o Cícero Domingues e sua mulher Célia Mioni, enfim, observo que ainda tem muita gente que está na moita ainda, inclusive o pessoal do Bairro da Minhoca, tais como, os Antunes, os Limas e os Domingues.
Por ora, paro por aqui..
Saudações aos meus queridos iperoenses!
Odacir Peixoto (tico)

 

Nome:

Elisabeth

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Hugo, o dia que eu for a Iperó vou levar o Cd com as fotos da ESTAÇÃO para v. colocar na página . Essas fotos eu tirei antes de iniciar meu curso de fotografia com BRUNO CECIM ,fotógrafo do jornal CRUZEIRO do SUL . Duas de minhas fotos estarão numa exposição no Esplanada Shopping ,cuja abertura será dia 29 do corrente na ala de roupas de marcas próxima ao cinema . Todos estão convidados para visitar a exposição . Essas fotos são de Votorantim a pedido da Secretaria de Cultura . Alô amantes da FOTOGRAFIA em Iperó .Luis Gustavo Guazzelli ,que tal organizar um saída fotográfica na cidade para futuros cartões postais ? Vamos correr com essa idéia ? Hugo vamos pensar em alguma coisa ? Abraço Tia Ila.

 

Nome:

Hugo Augusto

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Carlos, se possuir fotos de família, envie para mim via e-mail. Conte um pouco sobre a sua família. Vai enriquecer os fragmentos e, quem sabe, animar outros amigos e escreverem também.
Grande abraço!

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Carlos, onde a sua familia morava? E o seu avô?

 

Nome:

Carlos Fabiano Eleutério

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Cara, sinceramente você me fez recodar de coisas as quais eu já havia quase que apagado de minha mente. Resumindo, você está de parabens por mostrar a todos as verdadeiras riquezas de IPERÓ. Meu falecido avô, sr LUIZ ELEUTERIO, foi um do desbravadores IPEROENSES e muito me entristece por ele ter sido esquecido no tempo. Mais muito anima-me em ver uma pessoa jovem como você resgatando isto de forma brilhante. Mais uma vez, parabéns.

 

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