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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

Nome:

Neli Aparecida Politani Rua

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Adorei a mudança, as fotos ficaram bem mais claras, maiores. A posição ficou ótima!!! Você é especial como pessoa e pela iniciativa em manter viva uma época importantíssima desta cidade que tantos acolheu e acolhe nos dias de hoje. Parabéns. Saudade é a palavra ímpar na definição a IPERÓ!!!

 

Nome:

Masé

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Parabéns, Hugo!
Você, tão jovem, é um exemplo de cidadão, dedicando seu tempo à preservação da memória histórica de Iperó.
Um abraço, Masé.

 

Nome:

ROSALINA MOREIRA PAGHETE

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MUITO LEGAL ESSA IDEIA DE MONTAR ESSE SITE FALANDO SOBRE A CIDADE DE IPERÓ. EU CONHEÇO UM POUCO A CIDADE, POIS QUANDO ERA MAIS JOVEM, ALGUMAS VEZES FOMOS EU E MINHA FAMILIA VER MEU PAI CANTAR CURURU. O ZICO MOREIRA. SUA FAMILIA DEVE TÊ-LO CONHECIDO OU OUVIDO FALAR. ISSO QUANDO O CURURU POR ESSAS REGIÕES ERA MUITO DIVULGADO E O PESSOAL GOSTAVA MUITO. HOJE JÁ NÃO É MAIS ASSIM, MAS MEU PAI CONHECIA ESSA CIDADE COMO NINGUÉM, POIS ELE CANTAVA MUITO EM IPERÓ E ERA MUITO CONHECIDO NA CIDADE. PARABÉNS PELA BELA INICIATIVA. ABRAÇOS!

 

Nome:

Eliana Gasparini del Vigna

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Querido Hugo,

Parabéns pelo maravilhoso trabalho sobre a nossa amada IPERÓ!
IPERÓ está viva em todos nós... VIVA!
Abraços, Eliana.

 

Nome:

Elisabete Regina Gasparini Barra

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Sigo todos os comentarios de Iperó. Era tão bom e não sabiamos. Deixou muitas saudades.
Minha infância foi maravilhosa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Nome:

Cido Garoto

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Site:

http://www.osreisdocururu.com.br

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Hugo, gostei do site. Simples e completo.

 

Nome:

Tanaca

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Hugo, belo, belo, simplesmente belo. Tudo. Parabéns.

 

Nome:

Carlos Fabiano Eleutério

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Simplesmente maravilhosa esta tua iniciativa. Parabéns. Deixe-me fazer uma pequena pergunta. Vc conheceu sr Luiz Eleutério?

 

Nome:

Felipe Augusto de Barros

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Parabéns, Hugo. Continuo aprendendo sobre Iperó. Iperoenses como você orgulham nossa cidade.

 

Nome:

Edleine

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Parabéns, Hugo. Amei o site e as fotos. Vc é simplesmente 10. Resgatando uma história tão linda como essa, pode ter certeza que vc está resgatando muitas vidas que estão esquecidas por essa cidade afora. Mesmo não nascendo em Iperó, me considero iperoense nata, pois amo essa cidade de coração, onde recebi o aconchego de pessoas como vc.
Forte abraço de toda minha familia.

 

Nome:

NEIDE FERREIRA DE MORAES

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PARABÉNS, HUGO!!! VC MERECE NOSSO APOIO, POIS DEVEMOS COLOCAR NOSSA CIDADE DE IPERÓ NAS ALTURAS!!! ESSA É A NOSSA CIDADE. A MINHA CIDADE DE IPERÓ. A CIDADE EM QUE MEUS FILHOS NASCERAM, CRESCERAM, ESTUDARAM, TRABALHAM E FAZEM SUAS VIDAS. E POR SINAL MUITO FELIZES, GRAÇAS A DEUS. AMO A MINHA CIDADE.

 

Nome:

Mauro Vasconcellos

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Meu querido amigo, parabéns pela iniciativa.
Espero que este site cresça e possamos estar sempre
ajudando esta cidade a aparecer no mapa das cidades
mais interessantes de nosso estado.

 

Nome:

Gilson Panzer

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Grande Hugo,

Parabéns pela nova formatação e hospedagem do site!
Devemos manter "viva" a nossa história, e vc esta fazendo a sua parte de maneira exemplar.

Abraço.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Hugão, arrebentou!!!!!!! Lindo, lindo, lindo!!!!!!! Distribuição, citações, crônicas, estórias, fotos, tudo, tudo maravilha! Com um pouco de boa vontade até podemos ouvir música de fundo! Muito obrigado.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Meu querido Hugo, não se esqueça de uma coisa que eu já disse ao Tanaka: é muito fácil escrever sobre Iperó. Meu "umbigo" está enterrado na Porfírio, 85, sob um pé de jabuticaba que minha avó plantou. Isto significa dizer que meu coração está em Iperó. Estou preso, e com prazer, ao meu passado, que já deixei claro, foi só feliz. Porque até hoje, parece-me impossível ter uma infância/adolescência melhor que a minha, na minha terra, com as pessoas com quem convivi.
Que "puta" declaração de amor, né mesmo???

 

Nome:

Miguel Jorge Saad Neto

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Prezado Hugo,
Como havia dito, amigos podemos tê-los a qualquer momento, mas os verdadeiros amigos mantemos para sempre. A história de nossas vidas se comparam a velha história do Trem da Vida, viajamos ao lado de varias pessoas no mesmo vagão por longos percursos e no final mal nos conhecemos ou elas não nos dizem nada. Em dado momento quando o trem para em uma nova estação e alguem entra e senta no mesmo vagão, mesmo que não seja em um mesmo banco, a amizade que se inicia parece ser de uma longa data.
Um forte abraço.
Miguel.

 

Nome:

Valéria Delvigna

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Muito bom lembrar e rever nossa querida Iperó, parabéns pela iniciativa...
Valéria.

 

Nome:

Edna dos Santos

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Residi em Iperó na minha infância, Rua do Tráfego, 14-Casa do Guarda-Fios da Estrada de Ferro Sorocabana, minha casa tinha uma visão privilegiada para todo o Pátio da Estação,Depósito/Solda de Trilhos e a Vila de Casas de Ferroviários do outro lado da linha.Parabéns por esgatar a história de Iperó.
Vocês fizeram um trabalho magnífico, muitos detalhes que só emociona quem participou daquele momento. Quando se fala do cedrinho ao lado da bocha, lembrei-me que costumava arrancar algumas folhas para esfregar entre minhas mãos e leva-la ao nariz só para sentir o forte cheiro rsrsrsr coisas de crianças....
Estive lendo todo o seu trabalho, inclusive indiquei para amigos. Pouco se falou no Horto Bela Vista e Usina de Tratamento de Dormentes, administrado pelo João Afrânio Lessa, o Dr. Lessa, sua espôsa com mais de 80 anos ainda se emociona quando lembra-se do Horto, e esse homem deu oportunidade de trabalho para muitas pessoas que chegavam de trem em Iperó a procura de emprego, tenho testemunha desses fatos, do quanto este homem colaborou a especializar a mão de obra e favorecendo até mesmo com compras(até o recebimento do pagamento e moradia).
Parabéns pelo site,muito detalhado e de uma forma tão delicada retrata episódios,pessoas que chega a emocionar...
Eu residi na minha infância em Iperó, Rua do Tráfego, 14. Da minha casa tinha uma visão privilegiada para a Estação/pátio, Depósito/Solda de Trilhos e a Vila do Depósito.
A minha casa,olha só..minha casa rsrsrs era a do Guarda-fios. Fomos muito felizes em Iperó.
Mas eu não achei referência a um ferroviário que foi um ótimo administrador do Horto Florestal da Bela Vista/Usina de Tratamento de Dormentes sr. João Afrânio Lessa,o Dr. Lessa, deu oportunidade a homens que desembarcavam na Estação com suas famílias a procura de emprego, um recomeço de vida...e após rápida avaliação eram levados para aquele local e muitos permaneceram por longo tempo.

 

Nome:

JR. Moraga

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Linda a poesia do Zeca Correa. Emocionante ! Bailaram em minha mente todas as Marias, as Cidas, as Toninhas, as Terezas,as Luizas que fizeram parte do meu universo.
Obrigado Zeca.
Quanto a mudança de nome, Hugo, realmente a ferrovia mandava mesmo.
Segundo alguns, inclusive o Bibe em sua entrevista, foi mudado o nome de Santo Antonio para Ipero, porque a ferrovia usava duas letras para codificar suas estações.
Assim S.A. que seria Santo Antonio confundia-se com Santo Anastacio e as mercadorias de um lugar ia para outro. Por essa razão, ainda segundo os mais velhos, ê que Santo Antonio passou a chamar-se Ipero, nome de um afluente do rio Sarapui.

 

Nome:

Glaucia Souza

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Boa tarde!

 

Nome:

Ederiano Pires

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Oi Hugo. Já conversamos em outras ocasiões há alguns anos sobre o site. Novamente parabéns pelo trabalho. Grande abraço.

 

Nome:

Tanaka

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É, iperoense que é iperoense dos idos tempos, sabe que tem o trem como o formador preponderante e realçador do seu ser. Se não fosse ele que nos levava e nos trazia a qualquer tempo, fosse este qual fosse, ou incólumes às intempéries da natureza para a mais valia da nossa formação, será que teríamos alcançados, ou mesmo subidos os degraus desta finalidade e chegados aonde hoje estamos. Decerto ele foi um dos meios, um dos veículos proporcionadores e impulsionadores para que realizássemos os nossos sonhos materiais. Sem ele, que nos dava comodidade, será que teríamos alcançados os nossos objetivos ou teríamos ficados a meio do caminho, por não termos o amparo, o suporte material em nossa jornada quotidiana. Sem dúvida ele também contribuiu para a formação da nossa socialização; assim, devido a ele pudemos conviver com outras pessoas, com outros pares que não os da nossa própria comunidade; ele sem dúvida nos abriu as fronteiras para além daquele pedaço de chão em que vivíamos. Ainda, nos proporcionou o direito de ir e vir além das nossas fronteiras; destarte, para aquela época é de se dizer que foram ganhos inquestionáveis esses, portanto, e que são em suma o pleno exercício da nossa cidadania. Bem, se até agora eu me referi a apenas um lado da coisa, no entanto eu não posso deixar de falar do seu lado sentimental, dos nossos sonhos românticos de juventude, já que ele também nos transportava para os nossos encontros com as nossas paqueras, fossem elas onde quer que fossem; e mesmo ali dentro dos seus vagões de passageiros; e mesmo na nossa própria estação. Afora isto iqualmente o lado esportista, de lazer, quando nos transportava para as nossas partidas de futebol, para os nossos passeios; como se vê ele foi sempre quase tudo em quase tudo. Embora se possa sempre fazer a ressalva da exploração material do homem pelo homem, do capital pelo trabalho, não podemos deixar de ressaltar a importância que a ferrovia proporcionou como meio de sobrevivência, como tendo contribuído com um certo bem-estar material, da maioria das famílias de iperoenses que tinham aqui e unicamente aqui o seu "ganha pão", o seu precioso emprego, embora ela pudesse ter feito muito mais. A submissão ao trabalho e o desenvolvimento capitalista tecnológico são os paradoxos da nossa era contemporânea, mas, entretanto, até que um dia isto possa mudar, teremos que seguir nesta mesma linha de conduta. Por outro lado, justiça seja feita também aos nossos ancestrais que nos proporcionaram as demais condições, por mais sacrificadas que elas fossem, para que nós alcançássemos os objetivos a que nos propusemos e que em última análise era a transferência do que eles pretendiam fazer destes mesmos objetivos para si mas que trasladaram aos seus descendentes.
Com efeito, parabéns ao Augusto que abordou acima esse tema e que nos leva às mais diversas reflexões a respeito.

 

Nome:

Almyr Rezende

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Tudo que se viu é muito lamentável.
Este país é muito rico! eles não conseguem quebra-lo.
É muito triste!

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Juju ....Que bom que um dia DEUS te agasalhou no meu ventre para que voce recebesse todo o meu amor . Depois foi a vez do Xande e da Raquel .Eu os amo muito e que DEUS os proteja sempre ...mãe Beth (com th)

 

Nome:

Juliana

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Puxa, fiquei um tempão lendo as histórias, mas não dá pra ler tudo - é muita coisa...
Me animei quando li o depoimento aí do Hugo, que é da minha geração, porque ler alquele monte de história legal, mas sem conhecer quase ninguém, me deixou meio angustiada...
Então vou contar algumas lembranças minhas também...
Apesar de nunca ter morado em Iperó (bem, talvez tenha morado quando ainda estava na barriga da minha mãe), essa cidade faz parte de minha vida de forma especial, e até hoje, aguardo ansiosa o dia de voltarmos a nos reunir em família, todos os meses. Esse lugar recarrega minhas energias...
Então, uma das lembranças que tenho do vô é de quando ele ia cortar cana pra criançada - a gente corria pra pegar canecas e copos no armário cinza da vó e sumia pro quintal. Aí, ele ia tirando a casca da cana, tirava o "nó", e ia cortando, às vezes de rodelinha, às vezes de palitinho...
E o quintalzão? Nossa, aquilo era um mundo à parte... As árvores, as frutas, as galinhas, os brinquedos que o vô fazia...
A farra que o (tio) Beto fazia com a gente - lembro de uma vez que ele fez tanta farra com os sobrinhos que a vó Loia surtou, pegou uma cinta e berrou: Betooooooooooooooooooooooooo! Aí ele parou.
Lembro dos machucados - a Mé, recordista; o Felipão, quando enfiou o queixo na grade e o vô catou ele todo sangrando e saiu correndo pra farmácia do Zezinho.
Lembro uma vez que o Marcelo "zebra" pintou o pato de vermelho.
Ah, também lembro que eu gostava tanto de Iperó, que umas duas vezes, minha mãe teve que me levar embora arrastada (inclusive uma delas, puxando pelos cabelos, depois que eu tinha me escondido num guarda-roupa e feito ela perder o ônibus kkkk).
O comércio da minha época era o Lolli (desculpem, não sei se é assim que escreve); tinha o bar do Gibinha - lembro do Gibinha filho, meio ruivinho, com um macacão da Shell, como se fosse frentista; Bibe, Seu Genésio, supermercado do Milton (a gente sempre era muito solícito em comprar pão pra vó, porque ela sempre dava uns trocados pra gente depois); supermercado do Jojó, Padaria do Dinho; Farmácia do Zezinho, que primeiro era lá embaixo, perto do clube, depois foi pra praça.
Eu juntava minha "mesada" com o dinheiro da Pri, e íamos escondidas no supermercado comprar guloseimas. Uma vez minha mãe pegou a gente no pulo, com um saquinho na mão, indo para o quintal, comer em cima das árvores, só pra não dividir com as crianças menores. Ela olhou pro saquinho, viu que só tinha doces e outras tranqueiras (deve ter dado risada por dentro, mas ficou bem seriona), e "liberou" a gente. Ufa, que alívio, não precisaríamos dividir com mais ninguém...
Ah, tinha o lote também, e o vô sempre trazia alguma coisa de lá. Quando íamos lá, sempre escutávamos muita recomendação - não saia de perto de seu vô, cuidado com o poço etc.. Mas acho que lá, nunca nenhum neto se machucou. Já no quintalzão...
Também lembro de quando íamos de trem para Iperó - nossa, era tão legal! Que pena que isso acabou... Tinha o trem das 11:10 (acho que era esse o horário) e o das 18:30 (também não tenho muita certeza), em Sorocaba. Às vezes, chegávamos na estação de Sorocaba junto com o trem, e era aquela correria pra comprar as passagens, subir a passarela, descer do outro lado... nossa, que medo de perder o trem...
Também lembro do Corcelzão do vô - lembro que cabia tanta criança lá dentro.... Lembro de quando a gente foi buscar ele lá no sítio, acho que do Nato ou do Nadir, não sei, em Boituva.
Também tinha o fuscão azul do tio Roberto, onde cabia uma criançcada - lembra quando a gente ia visitar a tia Mara, lá na Vila? Nossa, era um passeião, ainda mais, depois que a casa dela se tornou a mais bonita da Vila...
A gente gostava da escada que tinha lá - no começo, era um perigo, porque ainda não tinha a proteção, eram só os degraus, mas nós achávamos o máximo ficar subindo e descendo aqueles degraus.
Lembro de quando minha mãe passou por uma cirurgia, e fiquei uns dias na casa da tia Mara, quando ela ainda morava na Vila. Aí, eu frequentei o Gaspar, acho que por uma semana. Fiquei na sala do Toninho, meu primo. A tiarada professora arrumou um caderno, caneta (lembro que era vermelha), lápis, borracha, e eu levava meu "material" numa sacola plástica amarela. Eu ia pra escola com a Dani e o Vitor, e tínhamos de atravessar a linha do trem. Eu sempre tomava muito cuidado pra atravessar aquilo, sempre olhava dos dois lados, seguindo recomendações da dona Elisabeth (com th). Mas, voltando a essa semana aí no Gaspar, lembro que na aula de Matemática, eles estavam aprendendo uma lição bem mais adiantada, eu não sabia nada... Fiquei boiando... Acho que o nome da professora era Selma...
Também lembro de alguns personagens citados aí em cima - o Jamir, o Paulo Berdoega (a gente tinha medo dele, ele vinha andando lá debaixo da rua, pelo meio da rua, com aquele jeitão dele... a gente queria olhar, mas morria de medo dele perceber que a gente tava encarando ele).
Ah, lembro do Enxadão, pai da lara e do Luís Gustavo, que numa das minhas "férias" na casa da tia Mara levava a criançada pra excursionar por Iperó... Fomos até o Sapetuba, os Rosa (entramos naquele tanque que tem lá...) - muito bom...
E tinha as férias também - era um tal de um passar férias na casa do outro... eu ia pra casa da Pri, ou da Dani, a Pri vinha na minha... Lembro que quando era bem pequena, a Dani foi pra minha casa, quando eu ainda morava em São paulo. Fiquei tão contente, íamos brincar um monte... mas a panaca só chorava, e... resultado, acho que dois dias depois, a tia Mara já tava lá pra levá-la de volta pra Iperó... Ela não conseguia ficar longe daí...
Também fazíamos longas caminhadas - a criançada e a tiarada - íamos até o cemitério, caminhávamos perto da linha, lá perto da chácara da tia Crá...
Ah, lembrei da única vez que fui a um circo - foi em Iperó, num terreno onde depois foi construída a escola Henory.
Bem, são muitas lembranças, e contá-las todas exige tempo, mas gostei de colocá-las aqui, porque embora eu seja da geração mais nova, alguns personagens e locais sobre os quais comentei não existem mais, e também não quero que essas histórias se percam, sem serem contadas...
Abraços... fui.

 

Nome:

Luiz Fernando Nunes

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Excelente arquivo histórico ! Precisamos manter vivo o acervo, a memória...
Parabéns a todos os envolvidos nesse trabalho !!! Estou a disposição !

 

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Silas Lopes

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Há cerca de quatro anos, levei meu pai - Antonio Lopes, para visitar o Depósito. Na verdade, olhar de longe, pois não quis invadir o local e estavamos na estrada de terra onde antigamente morava a familia do Sr. Adão Pinto e da dona Ana Medeiros (mãe do falecido Gersinho).
Meu pai trabalhou por mais de 20 anos na antiga Oficina de Solda, onde se aposentou no ano de 1.978. Hoje meu pai está com 86 anos.
Do local onde estávamos, via-se o estado de degradação do antigo Depósito.
Meu pai, fixou seu olhar por alguns intantes para aquela cena e me disse:
"Eu sempre imaginei que a Ferrovia era eterna, que eu passaria e Ela continuaria existindo, sempre grande e forte. Hoje vejo que errei. Ainda estou aqui e tudo isso já foi"
Silas
Osasco-SP

 

Nome:

Augusto Daniel

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A família Nóbrega, lembro-me de quase todos. E de meu conhecimento eram de defeitos e qualidades iguais à minha família e a família de outros tantos. Todos tivemos, temos e, com certeza, problemas surgirão Me lembro do velho Nóbrega com sua mania de "barganhar" relógios, do Durva com sua fama de ser um dos Homens mais fortes de Ipéró, do Adilson, gordo, e que se aventurou a ser goleiro, que ousadia!!!!. Me lembro da Dona Nedil, alegre, falante, mãe de um dos melhores amigos que tive, o Paulão, corinthiano,Zovaro ( não existe a perfeição). Me lembro da Neide, Irma de Dona Nedil. Todos faziam parte da família Iperó, cheios de defeitos e cheio de qualidades, como todos nós, e como todos nós, na nossa Iperó, viviam intensamente. O resto, é coisa de gente, e nós somos gente....

 

Nome:

J.R.Moraga

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Certa ocasião, eu, Silvano Mioni e Geraldinho combinamos de descer o rio Sorocaba, cujo ponto de partida seria a ponte do Parque São Bento em Sorocaba ate a ponte que faz divisa com Boituva. Nossa intençâo era registrar a agonia do rio, sua fauna e flora atraves de filmagem e fotos. Sempre que estávamos acampados no Corumbá, depois da “janta”e do café fresco, ficávamos trocando ideia de como seria a expedição. O tempo passou e nunca conseguimos nossa descida pelo rio e jamais a faremos. O Senhor chamou o Silvano. Com certeza Ele estava precisando de um bom barqueiro para ajudar a travessia das boas almas.

 

Nome:

Fabio Nóbrega de Andrade

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Quanto mais conseguirmos saber sobre a história da nossa cidade é bom, e esse site contribui com muito da nossa história.
Pessoal, comecei a ler os comentários anteriores e estou surpreendido com tantas histórias !! Eu tenho 34 anos e muita gente em que passou por estas histórias eu só me lembro por nome, que tenho certeza que pelo menos ja ouvi falar. Gostaria de pedir dois favores: um a esse pessoal das antigas, ouvi vc citarem mais muito pouco alguns dos meus tios ( Adilson, Durval,Nedi,e também meu tio Alcides Zovaro ) e todos ele trabalharam na ferrovia, inclusive meu avô ( Zé Nóbrega ) eu sei que a maioria deles e minha avò ( Anita Nóbrega) moravam ali na rua do Meio, proxima ao escadão, gostaria de ouvir falar mais alguma coisa deles, como eles eram, se eram gente boa, ou tinham seus defeitos, etc. E se alguém lembrar algo da minha mãe também ( Neide Nóbrega ) ele tem uma história complicada pelo fato de ter se casado nova e à força tinha uma mágoa muito grande dos pais, mais também não sei direito o que aconteceu por se tratar do filho caçula, muita coisa não foi me contada. ok !!! O outro favor é mais pra galera da minha geração, me lembro que o meu melhor momento foi em 1989, qdo estava na 6º série ( foi a minha melhor classe) alí começaram grandes amizades que se perpetuam até hoje, gostaria que o pessoal daquela época também se lembrasse de algo e falasse pra gente compartilhar-mos juntos me lembro de muita gente daquela classe :
Alysson,Victor Moraga,Victor Bruno, Cepacol, Netinho,Girlão,Ivinho,Marcio Andrade,Marcus,Eugenio,Jorge e Milene (Bruxinha)Angela Eid, Darlene,Baixinha,Simone Venâncio, Kelly,Adriana de Jesus, Adriana Dourado, Beth,Bárbara, Joana,Elaine, Tânia, Mateus,Denise, acho que não vou conseguir lembrar de todos me desculpem quem não foi citado, mais com certeza fez parte dessa história, ano passado isso fez 20 anos até pensei em tentar organizar uma festa pra tentar reunir todos denovo, mas só ficou na vontade!!!
Abraços a todos.

 

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