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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

Nome:

José Domingos Eugelmi

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GOSTEI DA APRESENTAÇÃO E TORÇO PARA QUE CONTINUE MAIS COMPLETO.

 

Nome:

José Gonzaga Fabregat

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Parabenizo os idealizadores deste trabalho, que vai deixar imortalizado o nome da cidade de Iperó, e todos aqueles que se esforçaram para que nossos filhos e netos possam um dia saber como foi a cidade.

 

Nome:

Michele Elda de Souza

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Adoro a Fazenda Ipanema.

 

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Reinaldo de Melo Maeda

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Muito bom conhecer um pouco da nossa história.

 

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Getúlio Freitas

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Estive na Flona Ipanema, pela primeira vez, a trabalho. Devia ter visto seu site antes. A visita seria mais rica. Parabéns!

 

Nome:

Reinaldo José Pedroso Ramos Júnior

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Faltou a família "Pedroso Ramos".

 

Nome:

Pedro Alessander do Nascimento Faria

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Site:

http://psicologiadagestacao.blogspot.com/

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Muito bom.

 

Nome:

Silvana Kátia Perez de Mello

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Amei, muito legal as fotos de todas as famílias. Bem, já vi três tias minhas por aí. A minha família é Mario de Mello/Vicente Perez Real. Tenho algumas fotos antigas e assim que puder estarei colaborando com um pedacinho da história.
Parabéns para quem teve essa excelente idéia!!!

 

Nome:

Fernando Donizete Claro

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Olá, tenho 44 anos, sou morador de São Paulo, mas em minha infância fui muito a Iperó, pois meus avós paternos são daí. Meu pai é ferroviário aposentado da Sorocabana, sendo na época chefe de estação e morador daí. O nome dele é Benedito Claro (Ditinho) e foi chefe de estação em Laranjal Paulista, Conchas, Pereiras, depois foi transferido para a antiga Barra Funda. Nunca deixamos de ir a Iperó. Não me lembro bem o nome da rua que meus avós moravam, mas tinha uma caixa d’água na esquina da rua deles. Era bem no centro, pertinho da igreja de Santo Antonio, onde íamos à missa aos domingos. Sem contar que íamos, eu, minha irmã e primos, brincar na estação de trem. Uma pena hoje ver que a estação está totalmente abandonada.

 

Nome:

Márcio Augusto Pires

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HUGO, AQUI É O MÁRCIO DA FARMÁCIA.
VISITANDO ESTE SITE PUDE RELEMBRAR DO MEU TEMPO DE CRIANÇA. E OLHA QUE FAZ 36 ANOS.
LENDO ESSAS HISTÓRIAS, LEMBREI DO COPA 70, DO CORETO E TAMBÉM DO RICARDO QUE COLOCAVA MÚSICA NO ALTO-FALANTE DO CORETO. NESSA ÉPOCA JÁ TRABALHAVA NA FARMÁCIA DO ZEZINHO E LÁ ENTREI EM MAIO DE 1988. PUXA VIDA, COMO O TEMPO PASSA.
VALEU, HUGÃO.

 

Nome:

Luiz Torres

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Muito legal essas fotos de Iperó na década de 30.

 

Nome:

Juracy Rosa da Silva

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Fiquei emocionada ao ver as fotos da Bela Vista, inclusive, do meu pai José de Moraes. Espero que coloquem mais.
Um beijão,
Ju

 

Nome:

Marcos Roberto Lima de Oliveira

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Juntamente com minha mãe, Nancy Conceição Cardoso de Oliveira - da família Mello -, fiquei emocionado ao ver as fotos das famílias iperoenses. Pra falar a verdade, nunca morei em Iperó, mas foram muitos os finais de semana que passei nessa maravilhosa cidade. Minha mãe nasceu em Porto feliz, mas passou a infância e adolescência aí em Iperó. Tenhos muitos parentes aí. Família Politani e Mello. Um grande abraço a todos e parabéns pelo post.

 

Nome:

Wilson Furlan Júnior

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Parabéns, Hugo.

 

Nome:

AIRTON MORAGA RAMOS

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Caro Hugo, como foi gratificante ter tomado conhecimento desse seu trabalho. Só nos enche de orgulho a iperoenses que somos. Parabéns mesmo.

 

Nome:

Estevão Graciano Pires

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Parabéns, meu AMIGO. Bela homenagem à nossa cidade querida. Que cada vez mais cresçam essas imagens que deixaram saudades, para assim construirmos a nossa IPERÓ de hoje mais bonita e não nos esquecendo das nossas origens.

OBS: UM ABRAÇO. Qualquer coisa, me procure!!!

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Olá, Hugo! Boa ideia incrementar o site com a história do Padre Calixto e Ipanema. Eu estava meio preocupada pensando em me deparar comigo vestida de noiva. Fui poupada. Até seria interessante montar uma página só de noivas iperoenses e seus modelitos. As fotos da floresta estão lindas, mas fiquei preocupada com os canaviais. Não bastasse as bananeiras estarem adentrando a mata na estrada para Iguape, será que o nosso morro corre o mesmo risco? Quem fiscaliza, fiscaliza de fato?

 

Nome:

Hugo Augusto

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Infelizmente, a realidade é essa mesmo. As regiões do morro, fora da delimitação do antigo IBAMA, estão sendo destruídas num ritmo bastante rápido. Inclusive, se olharmos o lado de trás (Capela do Alto e Araçoiaba da Serra), veremos que em grande parte praticamente inexiste a vegetação original. É uma pena mesmo. Talvez fosse o caso de o Instituto batalhar pelo aumento da área de mata protegida, a fim de inibir esse processo de constante destruição. Conforme escrevi anteriormente, aquela região possui muitos mistérios, muitas histórias, muitos locais interessantes. Não podemos permitir que destruam aquele patrimônio que é nosso!!!

 

Nome:

JR. Moraga

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Como se não bastasse o abandono da ferrovia, das ruas, etc, agora também nosso Morro de Ipanema está sendo aniquilado. Para quem mora em Iperó é só olhar para o lado de Bacaetava que irá perceber. O "velho" está ficando careca. O pior é saber que o Instituto Chico Mendes está sediado ao lado. Será que vai assistir a devastação calado? Permanecerá omisso? Que tristeza!!!

 

Nome:

Davi Marcel de Souza Pereira Fontes

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Site:

http://gejacana126sp.org.br

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Lindo esse lugar e tão abandonado pelas autoridades públicas. Como é possível pensar em futuro se o passado é deixado para trás e esquecido?

 

Nome:

Marisa Lima

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Olá, Hugo.
Em primeiro lugar, meus parabéns pelo lindo trabalho. Eu moro hoje aos pés do morro Ipanema, no bairro Mirante de Ipanema. Sempre amei esse morro, mesmo antes de vir morar em Sorocaba. Acho que já vivi aqui em outras vidas.
Sempre faço trilhas e minha maior busca é encontrar a trilha de Peabiru. Nas minhas pesquisas, sei que arqueólogos em 1970, visitaram o morro e analisaram que ele possa ser não só um local de passagem Inca, mas sim todo um complexo de pirâmides. Você, com certeza, sabe sobre a entrada de uma pirâmide. Acho que esse ano até abriram a trilha até ela. Há uns dois ou três anos, fui até ela, mas ainda não tinha trilha aberta.
Bem, o que você puder me dar de informações sobre isso, serei eternamente grata.
Estou para entrar em contato com um antigo historiador, José Monteiro Salazar, que sei, tem muita coisa guardada. Se eu conseguir algo novo, te mandarei. Ou quem sabe você já tenha feito isso.
Abraços e mais uma vez obrigado. Parabéns.
Marisa Lima

 

Nome:

Vivian

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Parabéns pelo site. Morei aí de 1994 a 1999. Tenho muitas lembranças dessa cidade acolhedora.

 

Nome:

Cicero Vaz de Almeida

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Site:

http://cicerolook.blogspot.com/

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Abraços aos meus amigos de Iperó. Trabalhei por aí em dezembro de 1985. Quantas saudades!

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Augusto Daniel, concordo com todas as suas palavras. Desde o meu tempo de criança, vejo a cidade se expandindo muito e devido à sua própria topografia, ela se expande onde tem espaços. Isto é, sentido Sorocaba, Boituva e Tatuí. O nosso querido centro velho ficou cerceado pelos trilhos da antiga e também querida FERROVIA. Isso não é motivo para que seja abandonado. Ao contrário, pois esse mesmo centro velho carrega muito da história local. O comércio, primeiras famílias, festas, costumes, trajes e tudo o que identifica um povo. Vamos insistir sempre na mesma tecla: preservação e respeito ao que já foi e ainda o é, porque estamos todos aqui, descendentes desta terra querida que nos acolheu, como terra abençoada, com certeza. Perder nunca a capacidade de nos indignar, jamais, como iperoenses e brasileiros que somos.
Hugo, vi as fotos da Fazenda Ipanema. Realmente, a mata é esplendorosa. Quando estive lá, fiquei encantada com a gigantesca árvore gameleira que só pensava existir na Amazônia. E por falar em encantada e depois de assistir ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, já pensou se na misteriosa mata tem algum poço? Sei lá, agora fiquei meio com medo (de verdade). O que gostei de suas fotos foi o traje, principalmente a bota "mexer mato". Com tanto mato, espinho, pedras, muito adequada. No meu caso, ainda precisaria de proteção contra abelhas, pois dei de cara com um inxu e fiquei com a minha mão coçando a semana inteira e parecendo um sapo. Só sei que vale a pena a canseira, pois somos ainda privilegiados em poder andar pela mata em comunhão com a natureza. É preciso sentir a natureza em todas as suas manifestações. A chuva, a terra, suas cores, suas formas, seus cheiros, para poder amá-la e respeitá-la.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Eu entendo hoje este site com três objetivos:
1ª - fazer a história informal de Iperó, fotos, data e identificação, quando possível, crônicas, etc. Qualquer forma de relato que resgate época (festas, ruas, acontecimento, principalmente gente).
2ª - satisfazer os saudosistas, mas mostrar principalmente que existiu uma Iperó com vida, vida intensa, onde não precisávamos sair para nos divertir. E as coisas tem que caminhar, ir em frente, de uma forma bonita. Prá trás não dá!!!
3ª - apontar, mostrar, denunciar erros administrativos de interesse público que ao longo dos anos, desde nossa emancipação, transformaram a nossa Iperó em duas: a de cima bonita, embora possa melhorar, e a de baixo (Porfírio e afluentes, rua do Meio, rua do Barranco, vila do Depósito), no "MAPA DO INFERNO", de tão abandonadas. Tô mintino?

 

Nome:

Hugo Augusto

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Meus amigos, como vão?
Não sei o que é. Não sei se é "simplesmente" pelo fato de ter nascido aqui. Mas Iperó me fascina em todos os aspectos. É o mesmo que acontece com todos vocês. Há muita coisa interessante e importante aqui, mas pouco valorizada pela maioria das pessoas que ainda tem um certo preconceito em relação à cidade. “Iperó não presta, não tem nada”. Estive, ainda na semana passada, embrenhado pelas matas de Ipanema e, meus amigos, que riqueza é aquilo tudo. E é Iperó!!! Nossa história está repleta de momentos interessantes. Se confunde, em alguns momentos, com a história do Estado de São Paulo (quando falamos da ferrovia em São Paulo, é preciso lembrar que a linha dupla da Sorocabana/Fepasa termina em Iperó; o ramal de Itararé, uma das mais importantes ligações ferroviárias com o sul do país, começa em Iperó) e com a história do Brasil (Ipanema, graças às descobertas de Afonso Sardinha no fim do século 16, é considerada a primeira siderúrgica do Brasil e da América Latina).
Com certeza, algumas coisas nos entristecem. A gente tem lembranças bonitas do passado e, no presente, os mesmos lugares em nada se parecem com as imagens da nossa memória. O Augusto Daniel, em vários momentos, também escreve sobre esse sentimento. Não somente a Vila do Depósito (Vila Santo Antonio), mas todo o "centro velho" (Porfírio de Almeida, Rua do "Meio", Rua São Bento e as demais próximas), nos dão tristeza. A situação em que se encontram. A história urbana de Iperó começou nesses locais. Não poderíamos ter permitido que a situação chegasse ao atual ponto de deterioração.
Mas, enfim, não podemos parar o resgate. Vejo que esse nosso trabalho, de alguma forma, tem dado força para que outros setores da sociedade local se interessem em levar adiante projetos para recuperar esses pontos históricos e melhorar a imagem da própria cidade. Então, a nossa luta tem que crescer sempre...
Meu tio, José Roberto Moraga Ramos - Moraga / Tiguera -, exagerado como sempre (rs...), me diz que agora ele pode "morrer tranquilo, porque a memória da cidade não está perdida". Apesar do exagero - pois o homem vai longe ainda!!! -, é verdade que a memória não está perdida. Tem muita coisa interessante chegando até nós. E algo de que não abro mão, é o agradecimento a cada um que tem nos ajudado, seja contando histórias, seja cedendo imagens de família. São sete anos com o site no ar, mas não poderia deixar de lembrar daqueles que já haviam iniciado trabalhos de resgate da memória de Iperó antes de mim: Sandro Canatelli, José Roberto Moraga Ramos, Mariza Rodrigues Moraga Ramos, Edmir Domingues dos Santos, Izildinha Domingues dos Santos, dentre outros…
O trabalho, hoje, tem tomado uma proporção tão grande, que se eu não tivesse adquirido este domínio (cidadedeipero.com.br), muito material ficaria sem publicar. Portanto, escrevo para agradecer a todos vocês pela força de sempre. Todos esses depoimentos aqui no livro de visitas, depois transferidos ao "Fragmentos de história", onde cada um conta um pouco das histórias que viveram em Iperó, nos ajudam a contar uma história informal da cidade, mas ao mesmo tempo, rica em detalhes. É um local muito interessante dentro do site…
Grande abraço a todos e obrigado novamente. Vamos em frente!!!
Fiquem com Deus,
Hugo.

 

Nome:

Marcos

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Isso tudo é muito rico para ser deixado de lado. Vamos preservar o que é do povo.

 

Nome:

Ernandes Pereira

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Amigo, parabéns por este lindo trabalho. Visitei e gostei muito. Nota 1000. Sou um grande admirador de trens e ferrovias. Gostaria de receber de você, se possível for, mais fotos deste pátio em Iperó ou em outros lugares onde tem locomotivas abandonadas sendo degradadas pelo tempo. Lá em cima, em uma das postagens, onde mostra trecho desativado e sem os trilhos, logo à frente parece ser um pontilhão abandonado. É isso mesmo? Se possível, mostre para nós.

 

Nome:

Marcos Mello

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Visitei a Fazenda Ipanema pela segunda vez. Gostei muito. Voltarei mais vezes e com mais tempo.
Foi aí que resolvi pequisar na net e encontrei seu site. Parabéns. Muito bom.
Você sabe se nessa represa de Ipanema existe algum tipo de geração de energia?
Faça contato. Mais uma vez, parabéns e muito sucesso!!!

 

Nome:

Maria Elide Bortoletto

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Está no meu caderno de passeios. Breve irei conhecer. Parabéns.
Maria Élide. São Paulo, SP

 

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