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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

Nome:

SILVANA MACEDO RIBEIRO PREGO

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MUITO LINDO, ADOREI. EMBORA JÁ CONHEÇA A FAZENDA IPANEMA QUE É AÍ PERTO. ABRAÇOS.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Ary Araújo, grande figura! Mario Araujo, Jacó, Ary, Miltinho, Irene (havia também mais dois meninos que não me lembro o nome). Uma figura da cidade de Iperó. Faz parte importante da história de nossa cidade. Alguns anos mais velho que eu, pessoa muito querida. No esporte, nunca foi um craque, mas sempre jogou futebol; centro avante tipo rompedor, eterno titular do time de aspirantes. Era rompedor, porque quando abaixava a cabeça e partia em direção à área adversária, carregando a bola, literalmente rompia, pois era muito forte. Tinha formação física para "beque central", mas optou por ser centro-avante. Fazia seus gols. Ainda no esporte, foi um grande boxeador. Grande vencedor. Em frente ao portão principal do Gaspar, do outro da rua, era um grande terreno de terra batida, onde se instalavam as "touradas", sobre as quais já falei alguma coisa, incluindo sobre os toureiros. Ali, embora houvesse um outro local, também ficavam os circos. Desse lado da rua (Santo Antonio), um pouco para baixo, era a casa que foi do sr. Virgílio (um dos grandes diretores do Gaspar) e que depois foi habitada durante muito tempo pela professora Henory de Campos Góes (minha professora no Gaspar, pessoa maravilhosa) e pelo seu marido, José Homem de Góes (Zé Borba), com participação ativa na emancipação de Iperó. Bem, o Zé Borba, nesse terreno que citei anteriormente, montou uma arena para a prática do boxe. Ali, o Ary brilhou. Boxeava muito bem. Ágil, tinha noções de técnica, forte, foi vencendo a todos os adversários que surgiram, entre eles o próprio Zé Borba e o "Carioca", uma figura conhecida em Iperó, falante, valente, mas que também caiu. Figura carismática, querida, amiga, esteve presente em tudo que os jovens em Iperó faziam. Brilhou na música, quando uniformizado, desfilava pelas ruas de Iperó com a melhor banda musical que já existiu, a Santa Cecília. Seu instrumento eram os "pratos". Foi aluno do Agenor Barbeiro, tornou-se um ótimo barbeiro e abriu uma barbearia mais ou menos em frente o bar do Gilberto, na Santo Antònio, do outro lado da rua. Eu mesmo deixei de cortar meus cabelos no Agenor e passei a fazê-lo na barbearia do Ary. Deixei por último uma de suas principais atividades, a de cantor. Esteve presente em todos os grande bailes de Iperó - e eles eram maravilhosos - cantando tudo, mas principalmente boleros maravilhosos (La Barca, Relógio e outros), embalando a dança coladinha de jovens apaixonados no maravilhoso salão do Sorocabana, que incluia "cuba-libre", penumbra (meio escurinho) e, às vezes, lembrando o bolero da Elis, até a ponta de um doloroso "band aid" no calcanhar. Tive meus momentos de cantor num antigo programa de calouro que existia na cidade e o Ary me orientou na escolha da música, um "baião" muito bonito que sei até hoje. Eclético, não é mesmo? Mais uma pessoa maravilhosa com a qual tivemos a honra de conviver. Acho até que ser iperoense é sinônimo de ser gente boa. Parabéns pelo seu pai.

 

Nome:

Paulo S. Araújo

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Encontrei meu pai nas fotos de futebol. Hoje ele está com 75 anos e fez parte de Iperó, tanto no esporte, quanto na assinatura da emancipação. Também contribuiu na área da estética dos que na época conheceram o ARY ARAÚJO (Ary barbeiro). Gostaria de enviar fotos atuais, pois gostaria de homenageá-lo em vida!!!
Ele também fez parte da banda e animava os bailes de carnaval da época.

 

Nome:

Ronaldo Messias

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Site:

http://wwwsobrevivencianaselva.blogspot.com

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Hugo, você está de parabéns pelo excelente trabalho.
É de grande valia manter viva a nossa memória. E as expedições vão continuar...
Abraços!!

 

Nome:

Flávio Silva Garcia

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Prezado Hugo,
Que trabalho maravilhoso !!!
Parabéns, meu caro.
Sou irmão da Mirella, lembra-se ?
Lembro-me quando ela me falou que você iria fazer esse trabalho, que na verdade, além do valor histórico, é uma obra de arte, com certeza.
Sinto-me orgulhoso de tê-lo como colega em Iperó.
Abraço.

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Oi, Tanaka. Que texto belíssimo sobre nossa Iperó. Encontrei-me em cada trecho, principalmente como criança, quando nos dias de Sol, nossos pés sempre livres pelo chão deixavam na terra batida os vestígios de nossa passagem. Já, quando vinha a chuva, eram os cheiros que chegavam até nós na química do encontro: terra e água da chuva.
E eram as enxurradas que nos atraíam. Quando a chuva estava mais fininha era hora de fazer a represa na valeta da querida “ex” Duque de Caxias. Quanto barro nas nossas mãos!
Parece que tudo era vitaminado, pois ninguém ficava doente. Depois que a chuva ia embora, a valeta ficava bem maior. E daí? Eram as trincheiras de nossas brincadeiras de guerra. Na verdade, só tempo de paz, de brincar, de poder ser criança.

 

Nome:

Hugo Augusto

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Tanaka, que bela reflexão, meu amigo!
A necessidade de recuperação dessas regiões citadas por você é urgente!
Aqui, virtualmente, temos conseguido resgatar muita coisa, sim, mas é preciso que algo parecido - e em escala maior! - seja feito também no mundo real. Algo de concreto, que recupere esses locais fisicamente.
É uma tristeza passar pela Porfírio de Almeida e arredores. É uma tristeza passar pela vila.
Saber que foi nessas regiões o começo da nossa Iperó! Pena o abandono em que se encontram. Quanta história já foi contada sobre esses lugares!!!
Grande abraço,
Hugo.

 

Nome:

Tanaca

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IPERÓ
Quando eu aprendi há bons anos atrás o que significava o toponímico do nome "Iperó", a sua tradução da língua indígena queria dizer "águas profundas e tortuosas". Bem, eu disse ‘queria dizer’, porque depois de ter tomado conhecimento de outras definições, percebo que o toponímio em apreço não é absolutamente pacífico, pois apresenta controvérsias e que, portanto, outras existem para a sua respectiva designação.
Mas seja qual for o significado que melhor designe o meu torrão natal, que melhor a defina, o que realmente agora desejo é falar do meu berço primeiro, enfim da querida cidade e do meu agradecimento de ter aqui a minha naturalidade. Parafraseando Gil, de quem copio o verso e o adapto, eu diria que “Iperó me deu régua e compasso e, desta forma, o primeiro empurrão para que eu fosse gradualmente me qualificando na vida”. Portanto, sem este início nada teria conseguido. Se ainda hoje não sou um ser humano melhor qualificado e, por isso mesmo, me penitencio, com certeza não o é por culpa dela, mas é devido a toda a minha limitação individual.
E, ao contrário do significado acima expresso, ou qualquer outro que seja, e aqui faço uso da imagem de linguagem da primeira tradução que me foi ensinada, penso que a minha cidade sempre navegou por águas rasas, remansosas, indolentes e próprias da natureza interiorana se comparada aos grandes centros populacionais. Quem me dera, então, ela pudesse sempre continuar assim pela infinitude dos tempos, completamente livre de toda a agitação, a incongruência, o paradoxo, a incoerência, o maniqueísmo, e a todo o desejo de se rotular as coisas, enfim de tudo que é dispensável em nossa contemporaneidade, quando se coisifica, quando se desumaniza a vida, como ocorre nos grandes centros e, sem se deixar levar pelo arremedo de modernidade.
Como faz já um bom tempo, ela caminha pelas próprias pernas, pois há muito se emancipou e há tempos alcançou a maioridade. Assim, pois, ela soube conquistar a sua independência territorial e a sua administração própria, demonstrando desta maneira o que quer. E esse querer é seguir em frente projetando e idealizando tanto o presente quanto o futuro, o próximo e o longínquo, para si e a seus cidadãos. É querer dar sempre o melhor de si à sua comunidade.
E se mais se pudesse citar a seu respeito, do seu modo de ser, eu diria que ela não é pequena e, claro, mui tampouco média ou grande, mas, mais que tudo isso que diz respeito a aumentativo, superlativo, diminutivo, ela é do jeito que tem que ser, porque é assim que ela é e deve continuar a ser. Ela é única por isso. A sua característica é essa como ela é naturalmente aos nossos olhos, aos nossos sentidos, como a gente gosta e quer que ela seja. Por isso mesmo, ela não precisa ser rotulada.
No início, no ontem, ela rodou sobre trilhos e rodas de aço. Sua máquina de ferro e a vapor, movida à queima da lenha, soltava fumaça e brasa. Tomasse-se cuidado para que esta não o alcançasse ou a roupa, senão queimava. Só depois chegou a modernidade, a máquina à eletricidade. Outrora as suas ruas e calçadas de terra batida foram pisadas por pés descalços e solas de borracha. Também trafegadas por carroças e carretas à tração animal com ferraduras do ferreiro artesão. E por rodas de madeira revestidas de ferro para aguentar o rolar e o peso que carregava, senão rachava ou quebrava. Na seca, muita poeira levantava. Na chuva, então, muita lama se formava. Mesmo no tempo normal não tinha jeito: muito buraco aqui e ali pipocava sem igual.
A arquitetura da sua habitação do mesmo formato e cor padronizava a sua construção. Suas paredes de tijolos e cobertura de telhas de barro sustentada por estrutura de madeira e forro era o modelo do melhor conforto. Portas e janelas sob medida, além do fogão à lenha e água encanada, isso, sim, era comodidade e propriedade. Sua economia assim se pautava e o progresso da época a esta maneira aqui estava.
Ela já teve o seu nome de santo e hoje faz um tributo aos primeiros povos nativos indígenas que nesta pátria continente aportaram, sabe-se como, apropriando-se deles o nome brasileiríssimo, nacionalíssimo.
Entretanto, como tudo no mundo muda e esse é o incontrolável ciclo, a quadra da história, da vida, ela também mudou. Hoje ela transita sobre ruas de asfalto e rodas de borracha. Não mais com os pés descalços, mas com os melhores calçados. E a sua diversidade cada vez mais se acentua. Sua aparência e pujança é outra. Nota-se que ela quer e busca se atualizar e dinamizar. Ela não é mais tão rural e cabocla como antes. Ela se veste diferente e estampa a moldura da sua época.
O que, entretanto, entristece, mais do que se lamenta, é o esquecimento e, por que não dizer, o abandono do seu centro original, da sua história inicial que necessita ser recuperada. Onde antes a vila, depois distrito, depois o município nasceu, precisa ter a sua memória preservada e conservada. O centro velho necessita reformar-se, revitalizar-se, atualizar-se sem se descaracterizar.
Enfim, mais adiante, mais uma quadra da sua existência se completará, e ela novamente mudará para complementar mais um período do que será sempre o seu inesgotável ciclo histórico.

 

Nome:

Sebastião Senna Filho

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Tomei conhecimento deste site e fiquei muito feliz pela iniciativa da criação do mesmo com o objetivo de restaurar lembranças do passado, pessoas, escolas, professores. Minha permanência em Iperó foi dos 8 aos 18 anos. Consegui me identificar na foto da classe da saudosa e querida professora, dona Henory de Campos Góes, no ano de 1956. Fico honrado por ter participado dessa história e, com toda sinceridade, ao navegar pelos campos, muito me emocionou. Muito obrigado pelo belo trabalho.
Abraços.

 

Nome:

Danilo Natálio Martins

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Oi, Hugo!
Confesso que fiquei emocionado ao ver o site da minha querida Iperó. Sou filho de Urbano Martins, falecido em 1973, que foi uma pessoa muito conhecida em Iperó. Minha mãe se chama Francisca Rodrigues de Almeida Martins, hoje com 85 anos.
Nasci na cidade vizinha, Boituva, no Hospital São Luiz, no dia 24/12/1969. Morei em Iperó até 1975 e me mudei para Sorocaba com a minha família, onde vivemos até hoje. Somos em cinco irmãos, sendo um já falecido. Tenho parentes que moram até hoje em Iperó. Morávamos na avenida Santa Cruz, onde hoje mora a minha tia Nely Esteves. Sou neto do Benedito (Nhô Correto).
Gostaria que você publicasse a foto do meu pai.
Desde já te agradeço.
Danilo.

 

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MISAEL SENNA LEITE

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MINHA FAMÍLIA É TODA DE IPERÓ (SENNA / LEITE)!
GOSTEI MUITO DE VER ESTE SITE. INCLUSIVE, ENCONTREI UMA FOTO DE MEU AVO (SEBASTIÃO SENNA) EM UMA INAUGURAÇÃO DE PRAÇA. MINHA MÃE É IOLANDA SENNA LEITE E MEU PAI JOÃO BATISTA LEITE.
PARABÉNS PELA INICIATIVA. É BOM RECORDAR!

 

Nome:

Silvana Mello

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É DIGNO DE NOTA A HONRA PELA VIDA E O RESPEITO PELA MORTE, POIS TUDO QUE É BELO PASSA.
ME DEI CONTA DE QUE A VIDA É FEITA DE PERDAS, VENDO FOTOS DA MINHA FAMÍLIA, DAS CRIANÇAS, AQUELE TEMPO JÁ PASSOU. ESSA É A VIDA E TUDO QUE AMAMOS PASSA. MAS, BENDITOS SÃO OS POEMAS, OS PERFUMES, AS FOTOS ANTIGAS, QUE TRAZEM À MEMÓRIA TANTAS ALEGRIAS. E ISSO É BOM. TENTEI ACHAR UM POEMA LINDO QUE SEMPRE ESCREVO NOS EMAILS, ORKUT, MAS NÃO ACHEI. QUERIA DEIXÁ-LO AQUI NESTA PÁGINA. ELE DIZ DAS LEMBRANÇAS DA MINHA TERRA, DO MEU JARDIM.
ACHEI:

“NO MISTÉRIO DO SEM-FIM
EQUILIBRA-SE UM PLANETA.
E NO PLANETA, UM JARDIM,
E NO JARDIM, UM CANTEIRO,
NO CANTEIRO, UMA VIOLETA,
E, SOBRE ELA, O DIA INTEIRO,
ENTRE O PLANETA E O SEM FIM,
A ASA DE UMA BORBOLETA.”

ESTE POEMA É DE CECÍLIA MEIRELES, SÓ PODIA SER. TALVEZ ESTIVESSE ESCREVENDO SOBRE A CRIAÇÃO, O PARAISO DO ÉDEN, O PLANETA, OS SONHOS, A VIDA, A CAIXA DE FERRAMENTAS E A CAIXA DE BRINQUEDOS, A SIMBOLOGIA QUE ESTÁ INTRÍNSECA NESTE POEMA, DAQUILO QUE REALMENTE DEUS QUERIA PARA A HUMANIDADE.
DEIXO O MEU RESPEITO PELO PRÓXIMO, NEM QUE SEJA DISTANTE. TODOS DEVEM APRENDER DE MANEIRA LEVE E POR EM PRÁTICA AS SUAS CAPACIDADES PENSANTES PARA QUE ESSA ‘TAR’ INTELIGÊNCIA POSSA TORNAR REAL OS NOSSSOS SONHOS E NOSSA VIDA POSSA FAZER SENTIDO. SE NÃO PARA MUITOS, MAS PARA NÓS.
QUERO DEIXAR UM "VIVA" PARA TODOS OS POEMAS, PARA TODAS AS FAMILIAS QUE ESTÃO UNIDAS, FIRMES.
PARA TODOS OS SONHOS QUE FORAM REALIZADOS, COM AS MAIS DIGNAS INTENÇÕES.
PARA O MEU GRANDE AMOR, QUE QUANDO LER, VAI AQUECER SEU CORAÇÃO. TE AMO...
PARA TODAS AS COISAS BOAS; A COMIDA, A BEBIDA, UM BELO BANHO E UMA BOA SONECA.
VIVA OS POEMAS, AS HISTÓRIAS, AS FOTOGRAFIAS, OS SITES QUE PRESERVAM AS HISTÓRIAS.

BEM, TUDO ISSO ERA SÓ PARA EXPLICAR QUE O POEMA DA CECÍLIA MEIRELES ESTÁ INTERLIGADO AO SEU SONHO, HUGO, DE CRIAR ESTE SITE SOBRE A CIDADE DE IPERÓ. E É CLARO QUE SUA INTELIGÊNCIA TORNOU ISSO POSSÍVEL. PARABÉNS!!!
VOCÊ MERECE ESTE PARABÉNS PELA REALIZAÇÃO DO SEU SONHO COM A MAIS DIGNA INTENÇÃO... FELIZ 2011!!!
TAMBÉM PARABENIZO A TODOS QUE CONTRIBUÍRAM PARA TORNAR O SEU SONHO POSSÍVEL... PARABÉNS.

 

Nome:

Luciano Rocha

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Parabéns!!!!!!!!!!!!
Muito bom ver essas fotos mais antigas. Tive o privilegio de conhecer a Fazenda Ipanema no período em que meu cunhado morava na vila, por ser funcionário do Ibama.
Sinto muita saudade!

 

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Hugo Augusto

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Caros AMIGOS,
Entristece-me a notícia trazida pelo Tabajara, pois eu sabia que a Solange não estava bem, mas não soube do falecimento a tempo de ir ao encontro da família e oferecer minha solidariedade. Vou entrar em contato com a Silvana, pessoa que colaborou muito com o nosso trabalho durante o ano que está se passando, 2010. Ela, sempre muito interessada em resgatar a história dos seus antepassados - tanto dos Mello, quanto dos Peres Real -, sempre que descobre algo novo, entra em contato super empolgada e feliz pela descoberta. Foi num desses contatos que surgiu o belo texto “Lembranças da minha terra”, citado anteriormente pelo Tabajara e pelo Augusto.
De qualquer forma, a família estará ainda mais presente nas minhas orações. Que Deus dê todo o consolo necessário a cada um dos familiares e pessoas próximas que, neste momento, sofrem a dor pela perda de uma pessoa querida.
Grande abraço a todos,
Hugo.

 

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Augusto Daniel

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Não conheci a Solange e também não sabia da existência da Silvana, até que ela surgiu com um texto lindo entre nós, diria até que um dos mais lindos. Mas, conheço todos que fazem parte da vida delas, até por que fizeram parte da minha, tanto do lado dos Mello, como dos Peres. Gente muito boa! É muito triste, é devastador para quem fica. Que Deus ajude a quem fica e ajude muito na passagem da Solange.

 

Nome:

Tabajara Garcia Moraes

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Caro Hugo,
Hoje, 30/12/2010, saí daqui de Campinas e fui a Sorocaba cumprir uma triste missão: prestar a última homenagem a Solange Mello, iperoense descendente das famílias Mello e Peres Real. Ela era irmã da Silvana Mello, que numa das participações aqui no site, fez uma inserção muito bonita, intitulada "Lembranças da minha terra". Falou sobre uma casa branca que avistava a partir de um pé de pitanga existente no quintal de sua avó Floriza.
Solange era uma prima distante, mas não menos querida. Sua morte prematura muito nos consternou, restando-nos o consolo de que se ficamos mais pobres sem ela, ontem o céu ficou mais rico.
A você e a todos os seus colaboradores desejo um Feliz 2011.

 

Nome:

Ubirajara Garcia Moraes

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Sobre Hugo Augusto/Augusto Daniel:
Conheci o ex-maquinista da EFS Acácio Garcia. Porém, à época eu era criança. Lembro-me bem dele. Certa vez, vim de São Paulo para Iperó de trem com ele, sentados banco a banco num carro de primeira classe. Nesse dia, me emprestou uma revista da antiga URSS.

 

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Elisabeth Rodrigues

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Olá, amigos. Bom dia. O ponteiro já virou e só agora estou dando uma ESPIADINHA nas novidades. Quando abrimos o site de Iperó, ficamos naquela expectativa sobre o que vamos encontrar. E a cada dia nos surpreendemos mais. As palavras do Augusto Daniel, o sentimento com que ele falou de seus familiares me tocaram. Fiquei imaginando seus antepassados, a vida difícil. O artesão que que soldava latas, com certezatambém SOLTAVA seu lado artista. Quão ricas estão ficando estas páginas, pois estão sendo escritas com muita emoção, verdade e saudades. É na mágica das palavras que vamos manter viva nossa cidade e perpetuar sua história, para que quem não a conheceu, a conheça e aprenda a amá-la como nós a amamos. Do jeitinho que ela foi e como ela sempre será: A CIDADE DO NOSSO CORAÇÃO.

 

Nome:

Ubirajara Garcia Moraes

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Olá, Hugo.
Essas fotos que você enviou hoje, via "mail", foram demais para mim. Me encontrei numa foto que nem imaginava que existisse. Eu fui o "Hércules" num desfile de “7 de setembro”, segurando um pedaço de pau pintado como aço, em cima de uma carreta, junto com uma menina (que nem lembro mais o nome) vestida de deusa grega.
Essa foto mexeu comigo. Muito Obrigado!
DESEJO A VOCÊ UM FELIZ ANO NOVO, JUNTO À SUA FAMÍLIA E AOS DEMAIS AMIGOS QUE VISITAM ESTE SÍTIO!

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

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Mais uma vez, com a graça de DEUS, estarei indo para Iperó, para comemorar mais um natal.
Logo estarei olhando aquele céu aveludado de nossa terra. Com certeza, mais um capricho de nosso Deus, que hoje se veste de menino para alegrar as crianças e todas aquelas que ainda escondemos em nós.
Que o Natal de todos seja muito abençoado e cheio da Luz Divina em todos os lares.
Elisabeth

 

Nome:

Hugo Augusto

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Meus AMIGOS, agradeço a todos que durante este ano nos ajudaram a enriquecer ainda mais este espaço, este site dedicado à memória e à história da nossa cidade! Muito obrigado mesmo! Continuamos na "empreitada"...
Que alegria poder estar aqui, hoje, escrevendo para vocês. Novamente se aproxima o Natal, época em que a esperança se renova no coração de todos aqueles que acreditam na existência de um mundo melhor. E é justamente o espírito do Natal que nos incentiva a lutar para que os pequenos sonhos se transformem em grandes realidades.
O melhor presente de Natal o dinheiro não pode comprar: é estar aqui, agora, oferecendo sinceros votos para uma vida feliz e cheia de paz no novo ano que se aproxima. É ter a família presente. É acordar e saber que as pessoas que amamos estão vivas e alegres. É saber que todos os novos dias são infinitamente mais importantes que o Papai Noel. Então, que o verdadeiro Natal esteja vivo em cada dia do ano novo que se aproxima, para que as luzes e cores da vida estejam presentes em nós e concretizem, com a ajuda de Deus, todos os nossos desejos.
Como sempre, nossa vida continua bastante corrida, dificilmente nos falamos, mas continuamos juntos, diariamente, através dos nossos corações. Não dava para "passar em branco", pois Natal é tempo de alegria, de festas, de relembrarmos e celebrarmos o nascimento de Jesus. É tempo de compartilharmos bons sentimentos.
Por tudo isso, esta é a época do ano em que peço ainda mais pelo bem de todos vocês e bate uma saudade grande. Ah, saudade, que nasce quando um determinado momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo, mas não consegue. Assim, que esta mensagem chegue com bastante carinho para todos vocês, meus amigos. Os de longe e os de perto. Os antigos e os recentes. Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro. Os sempre lembrados e os que às vezes ficam esquecidos. Os das horas difíceis e os das horas alegres. Os que sem querer magoei ou sem querer me magoaram. Aqueles aos quais conheço profundamente e aqueles que me são conhecidos apenas pelas aparências. Os que pouco me devem e aqueles aos quais devo muito. Meus amigos humildes e meus amigos importantes. Não existe alegria maior do que reencontrar velhos amigos, ainda que virtualmente apenas.
O ano passou tão rápido. Havia, ainda, muita coisa a ser feita. A gente faz projetos, o tempo passa e, quando percebemos, o ano chega ao fim e não foi possível realizar tudo. Nós adultos somos complicados. Acabamos sendo "sugados" por tantas coisas secundárias e não nos damos conta de que, talvez, estejamos errando ao não valorizarmos, de fato, as coisas que são realmente importantes: os amigos, a família, nossa fé...
É sempre bom a gente refletir sobre as "pequenas coisas". Elas são as mais importantes…
Obrigado por tudo!!! Obrigado pela nossa amizade e por todos os momentos em que vocês estiveram comigo!!!
Feliz Natal e um grande 2011!!! Que Deus nos abençoe e ilumine sempre!!!
Um grande beijo (para quem é de beijo) e um abraço apertado (para quem é de abraço)!!!
Do amigo,
Hugo Augusto Rodrigues.

 

Nome:

Augusto Daniel

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Mensagem:

Três tipos de sentimentos se apresentam a nós quando vamos envelhecendo e se aproxima o Natal. A alegria da festa, das luzes, das músicas, das compras, das pessoas com as quais estamos juntos (ou conseguimos nos comunicar), das comidas e dos vinhos (Ah, os vinhos!!), da troca de presentes, enfim, este é um sentimento; e muito bom!
Há o segundo, aquele que é impossível não irmos ao encontro dele; nós vamos a ele. É o bom/triste, nostálgico, que nos traz o passado (infância/juventude), quando por nada nos responsabilizávamos. Éramos soltos. Vivíamos em nossa pequena Iperó, tínhamos ao nosso lado todos os adultos que amávamos e que nos protegiam, tínhamos o presente que havíamos pedido e, naqueles tempos, ganhávamos dois por ano: aniversário e Natal. Tínhamos a roupa nova, as visitas que invariavelmente iam chegando e eram muito bem-vindas, as comidas que minha vó ia preparando, o presépio e a árvore de Natal que já estavam preparadas. Um clima que antecedia ao Natal, que nos deixava maravilhados. Às vezes havia a "Missa do galo", não sempre. Essa missa era muito bonita. Manhã de 25 estávamos em "estado de graça" e nossa Iperó com suas ruas de terra, poeirentas, quando não lamacentas, ficava com ares de cidade grande, tão linda era. As pessoas, parentes queridos e não parentes (um andarilho surdo-mudo que adotamos e que no fim não era nem surdo e nem mudo), todas em volta da mesa, falatório, gritos, como bons descendentes de italianos. Meu presente que me encantava. "Sialembro" que um Natal, após o almoço, descemos, meu pai, Olímpio, meu tio, Lázaro, e eu, ao rio Sorocaba, na "ponte de terra", a velha ponte. Não a ponte de ferro, que ainda existe. Havia chovido muito, o trânsito na estrada estava interrompido, o rio havia "subido", "enchido" a estrada antes de atravessarmos a ponte para irmos à Boituva. Encheu todo o gramado entre a estrada e o local do antigo matadouro, (naquela época o matadouro não era ali, mas só para nos localizarmos). Ali, naquele local, ocorria naquela hora, uma piracema (situação em que um cardume sobe contra-corrente em direção à nascente para procriação), e os peixes subiam do rio para a terra alagada, pela grama, e eram muitos, muito lindo! Pegávamos peixes com as mãos, muitos, e o passeio, a pé, pela estrada de terra, transformou-se numa grande pescaria. Isso tudo é lindo e nostálgico, porque os fatos e as pessoas se foram, machuca um pouco e nos vem uma saudade dolorida (redundância?).
O terceiro sentimento, mesmo sendo colocado por último, é o mais importante. Comemoramos o aniversário de Jesus, aquele que provou a nós que não morremos, apenas trocamos de roupa, e nos disse que todos, todos "os" que somos e "os" que foram, ainda nos encontraremos e estaremos definitivamente juntos. Esse, afinal, é o motivo de sermos cristãos: Cristo ter vencido a morte. É por demais gratificante.
Feliz Natal e bom ano novo!

 

Nome:

Rosa Augusta Marcon

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Mensagem:

Olá, gostaria de saber sobre a minha tia Victoria Marcon que foi professora em Iperó.
Acho que tem uma escola em seu nome. Me informe, por favor.

 

Nome:

Willian Silva Palma

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Mensagem:

Boa noite!
Quero parabenizá-los por esse trabalho maravilhoso que me acrescentou conhecimento sobre a cidade de Iperó.
Conheci a cidade em 1992, bebi da água e nunca mais saí daqui. Olhei todas as fotos de pessoas importantes que fizeram parte dessa história linda e nos deixaram saudade, como o Silvano Mioni, que foi um amigo conselheiro para mim e para meu irmão Ailton (conhecido como Ursão).
Que Deus conceda saúde e prospere a vida de vocês que trabalham para nos trazer essas informações que muito nos emocionam e nos trazem conhecimento sobre a nossa cidade.
Um abraço a todos vocês.
Willian Palma e Ana Paula.
Iperó - Jardim Vitorino

 

Nome:

João Donizete Murcia Sanches

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Muito bacana o site. Apesar de não ser de Iperó, fiquei muito envolvido com a história da cidade.
A iniciativa da criação do site é louvável, já que sem um esforço comunitário fica muito difícil preservar a história regional, sobretudo das cidades menores.
Quando um ancião morre, via de regra, enterra-se com ele boa parte da história. É um tesouro que jamais será recuperado. O site tem o condão de, ao menos, tentar evitar ou minimizar esse prejuízo.
Parabéns!

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

E-mail:

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Natal com a família?
Fazendo um trabalho em Itapetininga, sobre entidades assistenciais, o meu professor de fotografia, Bruno Cecim, tomou conhecimento do caso de um rapaz. Esse rapaz foi encontrado nas proximidades do Auto Posto Borssato, em Itapetininga, encaminhado à entidade “SOS Itapetininga” e lá ainda se encontra. Ele é moreno, mais ou menos 30anos, é surdo-mudo, não se comunica e não tem documentação. É pessoa simples, de boa aparência e parece ser da zona rural, talvez da região de Itapetininga, Paraná ou até mesmo daqui por perto. Ele parece estar sentindo muita falta da família, pois faz gesto de telhado em cima da cabeça e leva a mão ao coração. Na região da FLONA Ipanema, será que não desapareceu ningúem? Assitindo ao vídeo, ele, pela sua aparência me lembrou levemente um dos guias da trilha. Gente vamos agitar e passar a informação.
Obrigada pela atenção e queira DEUS que esse rapaz se reconduzido ao seu lar.
BETH

http://tvvideozu.com/view/1502/-O-homem-sem-identidade/
http://meusretratosdarealidade.blogspot.com/2010/11/o-homem-sem-identidade
Contato - 15 32733104 (“SOS ITAPETININGA”)

 

Nome:

Eduardo Marini

E-mail:

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Mensagem:

Caro Hugo,
Tenho 64 anos e sou um ex-ferroviário da Estrada de Ferro Santos a Jundiaí.
Nem preciso dizer que quando me deparo com alguma noticia sobre estrada de ferro, tenho que lê-la toda.
Conhecia Iperó só de nome e foi sem quer que achei o sitio (não gosto muito da lingua inglesa e do excesso que se faz dela aqui no Brasil) sobre a cidade. Foi um deleite. Fiquei o dia inteiro degustando tudo o que havia no sitio. A relação da cidade com a ferrovia (como muitas outras, mas que não possuem pessoas como vocês preocupados em restaurá-las) é comovente.
Fiquei tão interessado, que já estou programando uma visita a Iperó. Quem sabe encontro estas pessoas que você relata na sua página na internet, preocupadas com a história da cidade. No mundo atual, onde ninguém leva muito a sério as coisas, é gratificante saber que ainda existem pessoas com esta dignidade.
Parabéns, Hugo. Continue com a sua luta.
Tendo mais experiência que você, posso dizer-lhe que vale a pena.
Um abraço,
Eduardo.

 

Nome:

MÁRCIO AUGUSTO DIEGOLI

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Mensagem:

Parabéns pelo site! Gostei muito do conteúdo e fotos!

 

Nome:

Alline Rodrigues Spinelli

E-mail:

...

Mensagem:

Hugão do céu...
Como esse site tá evoluído! Parabéns por esse projeto...
Você nos dá grande orgulho!!!
Achei massa as fotos, realmente massa!
E a foto do Paulo Berduega? Nooooossaaa, como ele era bunitão… kkkkk
Coloca uma foto da Mariza oreia e uma do seu Haroldo do bar. Lembra dele?
Bjo

 

Nome:

Carlos R. Almeida

E-mail:

...

Mensagem:

Hugo, muito bom!
Uma de minhas lembranças ferroviárias de Iperó, ocorrida por volta de 1975:
Vinha de Itapetininga com o trem MS 6 (este prefixo só circulava aos domingos), o qual se conectava com o PS 4 em Iperó, que procedia de Botucatu. Chegamos no horário, mas a linha principal estava com atrasos de mais de cinco horas na circulação. Ficamos aguardando na plataforma 1 sob uma tremenda chuva. Minutos depois ouvimos um trem chegando. Pensei que era o PS 4 e que seguiríamos viagem em seguida. Nada. O trem ficou alguns instantes parado e em seguida partiu. Soubemos que era o LR 8, procedente de Ourinhos. E o motivo da não conexão era que aquele trem era o rápido e não fazia paradas intermediárias. Para nosso alívio, minutos depois o nosso trem, com apenas UM carro, recebeu ordem de partida e lá fomos nós em direção à capital. No final da história, o trem chegou em Carapicuíba com alguns minutos de atraso.
Atte.

Carlos R. Almeida - Carapicuíba/SP

 

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