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Cidade de Iperó - resgate e preservação da história do município

Nome:

Guilherme Seifert Neto

E-mail:

guilherme.seifert@hotmail.com

Mensagem:

Prezados,
Somente na data de hoje (04\05\2015) tive a oportunidade de acessar este site. Não tinha conhecimento do mesmo anteriormente.
Como filho de ferroviário, dos idos tempos da antiga RFFSA, a paixão por trens parece que fica no sangue.
Porem triste é conviver com o descaso e o espúrio cometido contra o patrimônio da referida, e por assim dizer do Brasil, quando vemos e conhecemos mais imagens do abandono e roubos cometidos. Os casos vão acontecendo,

 

Nome:

janderson Ribeiro

E-mail:

ribeiro.jan@hotmail.com

Mensagem:

Aconselho a todos lerem este capitulo desta cidade que, encanta a todos que a visitam.

 

Nome:

Cleo Castro Dourado Cascales

E-mail:

cleodourado@terra.com.br

Mensagem:

Nunca morei em Iperó, mas passei várias férias escolares nessa cidadezinha que me trás lembranças lindas de minha adolescência. Era muito bom... ficava em casa de tios. Namorei em Iperó, conheci pessoas que tiveram grande importância em minha vida... Iperó... quanta saudade!

 

Nome:

Aníbio Rosa

E-mail:

aanibiorr@yahoo.com.br

Mensagem:

SÍTIO GRAMADINHO
ESTA É A HISTÓRIA QUE EU VOU CONTÁ

Lá prás banda do Peró às margens do Sarapú havia uma cabocla mãe de um garotinho. A muié era bunita e se chamava Maria, casada com um valente do sertão. Quando esse valente José saía com com a sua tropa de mulas ficava vários dias viajano, prá entregá na estação do trem os grandes fardos de algodão, café milho e feijão. A mula-madrinha com cincerro no pescoço guiava a tropa pelos perigosos caminhos, mas lá na taperinha, sozinha a cabocla tinha medo e quando escutava o esturro da onça, pegava o filhinho e se enfiava embaixo do fogão-de-lenha e rezava prá Virgem Maria e prô Menino Bom Jesus de Pirapora.
Um dia, a cabocla perguntou ao marido: __ Zé! Como é um trem?
José ficou pensativo e se lembrou da última viagem. Após o embarque das mercadorias, a locomotiva "gemeu " soltando grandes rolos de fumaça e então respondeu a Maria: __ o trem é uma casa que anda arrastando um monte de paió, um amarradinho no outro.
Maria imaginou o trem com destino à cidade grande e profetizou: __ Se um dia eu entrar nesse trem, nunca mais hei de vortá prô sertão.
José amava Maria e lembrô do dia que fugiu com ela na garupa prá se casá numa capela bem longe. Então não teve dúvida e vendeu o sítio de vinte alqueires e embarcaram. __ Prá nunca mais vortá.
Hoje! __ somente resta a antiga balança de dois ganchos e duas argolas, que eram amarradas na cumeeira do paió prá pesá os fardo de argodão, café, mio e fejão. ... Aníbio Rosa.

 

Nome:

H4CK3R

E-mail:

dt200r

Mensagem:

Olá Cidade de Iperó!

Os meus 5 anos vividos em Iperó me proporcionaram muitos conhecimentos.
Esses dias passei pela cidade, como cresceu, saudades do tempo que era pequena!

Um abraço especial ao Vitinho (Moraga), Carlinhos, Leandro (Lama), Vanessa, Kadu, Vitão, etc....

Att,
Badwriter

 

Nome:

Tanaca

E-mail:

-.-l

Mensagem:

Também o considero assim.

 

Nome:

Augusto Daniel

E-mail:

...

Mensagem:

Meu caro amigo, não é sempre que voltamos de um baile, Cerquilho, onde salão cheio, conseguimos sair de fininho e não vou citar o motivo, num corcel, seu, voltarmos de madrugada, "com uns par de mé na cabeça", entramos em sua casa, já em Iperó "é claro", de mansinho, irmos à cozinha, embaixo (você sabe o que é), descolarmos uma bandeja de quibe cru, feitos para visitas e deixarmos só um. Reclamação da sua mãe não foi por termos atacado os quibes... foi por termos deixado "UM". Isso é coisa de família, é não??? Assim eu o considero... um IRMÃO!

 

Nome:

Tanaca

E-mail:

-

Mensagem:

Quero externar aqui o meu agradecimento ao amigo Augusto pelas carinhosas e afetuosas palavras que ele dedicou à minha tia "Quita", no triste e enlutado episódio porque toda a família passou; com toda vênia, faço minhas a sua aguçada inteligência a respeito da sua extraordinária personalidade humana. Obrigado amigo em nome de toda a família.

 

Nome:

augusto

E-mail:

adanielpavon@48hotmail.com

Mensagem:

Réquiem a uma vizinha- Iperó ainda é um local onde os vizinhos são eternos. Sorte a nossa se ao passar dos anos eles deixam de ser vizinhos e se tornam nossa própria família, família mas no bom sentido, pois familias existem onde a vida é um inferno. Volto à minha Porfírio, onde estando de frente à minha casa, nº 85, à direita está a casa do seu Calil e de dona Quita. Ali eu nasci e eles já estavam, ali cresci ali foi sendo forjado minha personalidade, meu carater; da genética e do convívio. A genética, bem...genética é genetica e ponto. Convívio, este sim é muito importante e, com os meus vizinhos foi maravilhoso! Conviver com a Janete, Cida, Roque, Izilda e Toninho foi muito bom, conviver com seu Calil tambem. Tenho em minha lembrança as "gomas" que ele comprava nas proximidades da 25 e que jogava pelas janelas dos quartos de nossa casa, que era mais baixa. Dona Quita, bem, dona Quita era pessoa cujo nome era "trabalho" e o sobrenome "hora extra" Dividia-se entre os filhos, casa, venda e, numa época em que eu me levanta às 4h para tomar o trem que me levava até Sorocaba para estudar, ela fez de sua rotina lavar a frente da casa. A minha presença na casa era uma constante, tomar café e comer também,
brincar, e isso foram anos e anos. bom convívio gerou uma afeição profunda-cordialidade, amor. Penso até que dona Quita era uma daquelas pessoas que cobravam demais de si mesma, íam ao extremo, numa espécie de auto flagelação, não se permitiam ao lazer...dura na queda. Desencarnou, deixou a dor da ausência mas, deixou também o alívio, alívio dela e das pessoas que com ela conviviam e viam uma morte lenta e dolorosa numa pessoa querida, e muito...ela consciente, ativa, percebendo a sequência dos fatos e que não havia retorno. Desencarnou uma guerreira, "combateu o bom combate", viva está, mas no outro lado, mais próxima a Deus, mas nunca deixando de ser a guerreira que foi! Que Deus a tenha e até o dia em que nos veremos novamente

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

E-mail:

rodriguezia2@yahoo.com.br

Mensagem:

Transeuntes do tempo .Ler sobre Iperó é apaixonante .O site do Hugo está ficando com muito conteúdo .A cada vez que o relemos descobrimos coisas novas ,fatos ,fotos e pessoas . E viajamos na História . Imaginamos a estação sem a estação . O campo de futebol , só mato .O local da Matriz de Santo Antonio ,como será que era ?Quais pessoas transitavam por aqui antes da instalação da ferrovia ? De que se alimentavam ? O que faziam ?O que havia escrito numa antiga lista de compras ?Quais Bairros já se delineavam ?
Alguma mulher arrimo de família sustentando tudo ?Havia alguma loja ?Armazém ?Padaria ?O que vestia esse antigo povo aqui e na região instalado . De que forma poderíamos saber alguma coisa ?É claro que é através da escrita e do registro Histórico ,de anotações familiares ou até pela oralidade em que muita coisa era transmitida através dos mais velhos da família ,que trazia conhecimento que não poderia se perder . Tive acesso a algumas informações e pude manusear um grande livro ,pesado pra chuchu ,que me foi confiado e dele anotei nomes ,bairros ,lista de compras ,grafia das palavras e muitas coisas que passarei para o site ,com a permissão da dona do patrimônio Histórico . Esse Livro Caixa , foi emprestado por um membro da Família Guazzelli ou seja a Ana Guazzelli ,que tem a guarda dessa relíquia da família . Pena não ter foto do Armazém da família Guazzelli em Bacaetava ,onde tudo começou ,pois ali se vendia de tudo ,desde kerozene ,a litros de arroz . Tudo é muito interessante e postarei algumas coisas .

 

Nome:

Jose Roberto Nobrega

E-mail:

nobregacomercial@hotmail.com

Mensagem:

Emocionante o trabalho executado pelo autor , parabéns .

 

Nome:

Luciano Diniz Camargo

E-mail:

lcamargo@alberflex.com.br

Mensagem:

Parabéns pelo excelente trabalho. Riquíssimo em detalhes. Parabéns por preservar a memória de sua cidade.

 

Nome:

Hugo Augusto

E-mail:

...

Mensagem:

Boa noite, meus AMIGOS!!!
Na semana em que o site completa cinco anos no ar, mais uma grande atualização!!!
Inúmeras novas imagens e muitas novas peças juntadas ao quebra-cabeça da história da nossa cidade!!!
Não deixem de acessar: ESTAÇÃO FERROVIÁRIA, HISTÓRIA DE IPERÓ, FLONA DE IPANEMA, EDUCAÇÃO EM IPERÓ, ESTAÇÕES EM IPERÓ, FRAGMENTOS, ASPECTO URBANO e SANTO ANTONIO. E o site como um todo...
Além disso, uma nova página foi criada especialmente para agradecer aos COLABORADORES. Agradecer a todos aqueles que ajudaram e ajudam a construir o site. É o local onde está registrado o nosso MUITO OBRIGADO a cada um!!!
Que venham os próximos cinco anos, se Deus quiser!!!
Obrigado, mais uma vez, a todos!!!
É um "negócio trabalhoso", mas tem valido a pena até aqui.
Grande abraço e uma Feliz Páscoa a vocês e seus familiares!!!

 

Nome:

Kátia Alessandra

E-mail:

...

Mensagem:

Perfeito este site. Me apaixonei.

 

Nome:

Augusto Daniel

E-mail:

...

Mensagem:

Então, já comentamos que Iperó não tem a minha história, mas a história de cada um em seu tempo!!! Isso é muito importante, porque enriquece e dá conteúdo aos relatos. Vai engrossar nosso futuro livro. Só que não precisa ser no aniversário de emancipação... precisa ser sempre!!! Todos têm histórias bonitas a relatar!!! As fotos são maravilhosas, mas a vida a elas quem dá são as histórias de cada um.

 

Nome:

Genésio dos Santos Ferreira - 21 de março de 2015

E-mail:

...

Site:

http://www.versoeconversa.blogspot.com.br

Mensagem:

Parabéns, Iperó, pelos seus cinquenta anos de emancipação municipal.
Parabéns iperoenses nativos e/ou de coração!

Em 21 de março de 1965, Iperó, que deixara de ser distrito de Boituva, passaria a ter um governo recém-nascido com prefeito e vereadores da própria cidade. Para mim, não era uma cidade qualquer. Não foi e não é uma cidade qualquer.

Em junho de 1963, meu pai - Paulino Ferreira - fora removido da Turma 34 (Itapeva) para a Turma 1 (km 141 da EFS, início do ex-Ramal de Itararé). Pai, mãe e irmãos, vivíamos e continuaríamos vivendo por um bom tempo à beira da linha do trem. Íamos à vila só quando necessário, fosse pra fazer alguma compra no comércio, para ir à missa, ao futebol, a alguma festa ou desfile em data comemorativa. A ida à escola, porém, era compulsória de segunda a sexta. Estudei o quinto ano do antigo grupo escolar (segundo semestre de 1963) no “Gaspar”, àquela época ali só havia o ensino primário. Mas foi lá também que, em 1969, estudei a quarta série do ginásio. E, entre 1964 e 1968, estudei séries ginasiais no Mário Vercellino, em Boituva. Interrompendo-se o ginásio, fiz o Curso de Telegrafista, em outro “Gaspar”, escola técnica da ferrovia, em Sorocaba. Sabemos que no ensino educacional de hoje, primário e ginásio se fundiram e compõem os nove anos do fundamental. Meus irmãos e irmãs, em diferentes momentos, também passaram por essa rotina.

Continuando as reminiscências, foi em 67 ou 68 que deixamos a Turma 1 e fomos morar na cidade. Qualquer dia eu conto esta história da saída da Turma 1. Dá uma novela ou quase um conto... de terror.

Viemos pra Vila Moraes (era nome oficial?), moramos por dois ou três meses de aluguel na Rua Constantino Pastini, próximo da confluência com a hoje Avenida Paulo Antunes Moreira; depois, meu pai construiu a casa, em dois lotes adquiridos na antiga Rua Dois (Rua Aparecida?), atual Rua José de Moraes, 222. Ali moramos por um bom tempo, em casa com poço dentro da cozinha, inicialmente sem reboco, sem vidros em janelas, sem forro no teto. Também cheguei a construir uma casa, no fim da década de 70, junto ao trevo de saída para Bacaetava/Sorocaba e Tatuí. Quanto às casas, tanto a alugada quanto as adquiridas e depois vendidas, ainda estão lá, com modificações. No entanto, das residências da Turma 1, que pertenciam à EFS, não há nem vestígio. Tenho fotos dos locais.

Para aquela criança de calças curtas e para todas as crianças, dois ou três anos a mais ou a menos com relação à idade de outros guris ou gurias, pareciam ser quilômetros a serem percorridos e quase que instransponíveis nas relações de amizade e de brincadeiras com os demais coleguinhas. Daquele tempo, eu que tinha onze anos, me recordo da “Escola Gaspar”, onde fiz o quinto ano do Grupo Escolar. E me lembro do professor Benvindo Jacob e, da quarta série do ginásio, a recordação é do Paulo Mazulquim, professor de Matemática, da Célia Mioni, professora de Português, do Ipojucan, professor de Artes, e de alguns outros dos quais me fogem os nomes.

Comunitariamente, convivíamos, eu, meus pais e irmãos, com uns poucos moradores da Turma - o Sêo Fernando e Dona Cristina, com os filhos Fião, Tuim; o Seu Ico e Dona Dita (Benedito e Benedita), com os filhos Adão, Gusto e Nenê; com a Dona Detinha, Sêo Gino e filhos, do sítio vizinho à Turma, junto à várzea do outro lado da linha do trem. Vivíamos num ambiente quase que apartado do das pessoas da cidade. Éramos um pouco bichos do mato. Só de vez em quando éramos “visitados” por algum mascate ou um e outro andarilho que perambulava no caminho dos trens.

Como já disse acima, foi após a mudança para a Vila Moraes, que passamos a conviver com os “da cidade”. A minha ligação forte com Iperó, que se deu inicialmente com a ferrovia e sua gente (minha gente!), depois fortaleceu-se muito mais na convivência com a vila, seus lugares e ocasiões, e suas gentes (minhas gentes!). Tantas coisas passam pela mente: a inauguração da caixa d’água municipal, na Rua Constantino Pastini; as festas de Santo Antonio e de Santa Rita e suas procissões, quermesses e leilões; os desfiles e a bandinha Santa Cecília; a sinuca e discussões sobre futebol no Bar do Santista (que era palmeirense!), no Bar do Felício e no Bar do Giba, o Copa 70; o carrinho de doces do Zé Pequeno; as serenatas com o Zé Augusto e outros violonistas e/ou violeiros; a ida ao “Escadão” ou à plataforma da estação para ver, apreciar (e conferir!) a chegada e saída dos trens e seus passageiros; os jogos de malha e de bocha; as ‘composições japonesas’ (trens!), nossas conduções para as escolas em Boituva e Sorocaba; a convivência nas escolas; o cinema em seu “Barracão”; os serviços na “cata” de algodão, no corte de cana, nas plantações dos japoneses Mauri e Kandi, no plantio de gramas na Rodovia Castelo Branco ainda não inaugurada, no açougue do Zeca Calixto, no escritório contábil do Marcos Andrade; o futebol (que não joguei, por ser um absoluto perna de pau!) nos campos do Sorocabana e as peladas nas ruas de terra da Vila Moraes; o estágio do Curso de Telegrafista, na estação; os vizinhos da Rua Dois (hoje Rua José de Moraes); os jogos de xadrez na casa do Zé Lopes e do ‘Vanusa’ e irmãos; e tantas outras situações, gentes e lugares que fizeram parte de minha infançolescência e que não cabem numa só postagem.

No livro “Eu, a ferrovia e o tempo”, de Benedicto Peixoto Filho, há a reprodução de uma foto da turma de ginasianos formandos de 1969. Lá estão, entre outros, o Peixoto, o Zé Fogaça, o Hélio ‘Saúva’, o Zé Roberto ‘Tiguera’, as irmãs que tocavam clarina (não me lembro do nome delas), as irmãs Vera e Márcia Andrade, as ‘georgeoetterenses’ Iraci e Ana Nilce, algumas professoras e professores, as meninas e meninos de Tatuí, e eu inclusive. Eu tinha esta foto e a perdi em minhas andanças (este livro do Peixoto me foi emprestado recentemente pelo Zé Roberto e ainda está comigo, preciso devolvê-lo). Não há como não recordar do período em que fiz estágio do Curso de CFT (telegrafista!) na Estação. Fizeram parte disso, como instrutores e monitores, os ferroviários Osmar, Dito Galvão, Jaime Vilhena, Adilson Nóbrega, Peixoto, Telo, Zé Fogaça e outros, alguns deles também estavam na turma de formandos de 1969.

E como esquecer da minha “fuga” para Osasco, rumo ao Bradesco, meu primeiro registro em carteira, e que para onde também, logo depois, partiram algumas dezenas de iperoenses em busca de emprego? Chegamos até a formar um time de futebol, com titulares e segundões, e de uniforme completo, o CAJU (Clube Atlético Juventude Unida), que teve vida curtíssima. Afinal, eu nunca servi para cartola e muitos dos futebolistas “bradesquianos” já eram jogadores do Sorocabana ou do SACI. Tenho fotos dos times.

Tudo isso me vem em torrentes neste dia em que Iperó está completando seus cinquenta anos de emancipação. As pessoas todas estão vivas. Em Iperó, em outras praças, em minha memória. Mas fica pra amanhã, ou depois, um relato mais organizado e pormenorizado disso tudo.

Um carinho especial ao Hugo, ao Zé Roberto e demais colaboradores e incentivadores desta página sobre Iperó e suas gentes.

Sintam-se contemplados, também, todos os que não foram citados nominalmente neste texto (e são muitos e muitas!) e que de alguma forma conviveram comigo à época.

Beijos e abraços aos nativos e aos de coração.

Fui.

Genésio dos Santos Ferreira

 

Nome:

Tanaka

E-mail:

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Mensagem:

Aproveitando a data comemorativa, nesta oportunidade quero mostrar aqui toda a minha gratidão à minha mãe virtual "CINQUENTONA" dizendo: Te amo IPERÓ, terra mais que querida. Sim, terra também no seu sentido estrito que me destes para pisar e que nunca reclamastes e não importastes em me suportar em todos os sentidos.

Vós que já tivestes nome de santo, mas que hoje carrega um nome pagão; entretanto, apenas no nome, pois continuas religiosa como sempre fostes, notadamente cristã. E cristã católica, cristã protestante, cristã evangélica, cristã também de outras denominações, mas sempre cristã, não importa a denominação, pois és mãe de todos e todas.

Vós que carregais um nome masculino, mas que tem a essência da maternidade e jamais foi madrasta e nunca serás.

Vós que já tivestes um coreto físico e hoje o tem virtual estampado na sua paisagem; uma igreja à antiga e hoje mais atual; uma população caipira, rural, cabocla e hoje seguindo a modernidade; de ruas de terra e pisadas por patas de animais, hoje negras rodadas por velozes borrachas. Enfim, para sempre estarás no íntimo do meu ser.

 

Nome:

Suely Gonzaga de Jesus

E-mail:

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Mensagem:

Hugo, muita paz... amei ver tudo!
Senti saudades, muitas saudades... logo que eu esteja inspirada, vou escrever algumas lembranças daqueles tempos...
Deus abençoe todos... muita paz.
Abraços.

 

Nome:

Hugo Augusto

E-mail:

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Mensagem:

Gustão, muito obrigado por toda a cumplicidade e gigantesca contribuição ao longo de praticamente 10 anos em que mantemos contato e levamos adiante esse sonho do resgate histórico da memória de Iperó. Nosso livro, físico, está em andamento!!!

E, Iperó, parabéns!!!
Cidade onde nasci, fiz meus primeiros amigos e minha família escolheu para viver há pouco mais de 70 anos. Apesar da emancipação recente, há 50 anos, a história de povoamento do território iperoense já tem mais de 400 anos. Passa pelos períodos das descobertas de ferro em Ipanema, ciclo do bandeirismo, ciclo do tropeirismo, Estrada de Ferro Sorocabana e chega aos dias atuais.
Com cerca de 32,5 mil habitantes, a cidade está em desenvolvimento e é reconhecida nos quatros do Brasil e do mundo por abrigar a Floresta Nacional de Ipanema (berço da siderurgia americana) e o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (dentre outras atividades, desenvolve as pesquisas em torno do reator nuclear e submarino nuclear). Em breve o município abrigará também o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), levando o nome do município também para as referências em pesquisas nas áreas de "Ciência e Tecnologia".
É claro que a cidade ainda tem inúmeros problemas a serem resolvidos, em diversas áreas (do social ao econômico), assim como encontramos em praticamente todas as cidades. Foram erros e acertos ao longo do tempo, antes e depois da emancipação, mas isso não altera o orgulho que sinto ao falar das minhas origens.
Quando me perguntam: "Você é de onde?"
Imediatamente respondo: "De IPERÓ!!!"
Cada um de nós pode ajudar a escrever a história da cidade.
As nossas atitudes como cidadãos importam e muito!!!
Grande abraço a todos e obrigado a todos os amigos que participaram do nosso trabalho até aqui!!! Vamos em frente!!!

 

Nome:

Augusto Daniel

E-mail:

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Mensagem:

Eu nasci em Iperó, na Porfírio, pelas mãos de dona Clara, mãe de Laura, Zibi, Zé Alves e Fiica. Estava pra ser dado à luz, quando meu tio Lazinho foi à vila do depósito (na descida que terminava no córrego, onde havia um poste com uma única lâmpada, que era comunicação da pequena cidade com a vila do depósito, exatamente naquele poste, ele abriu um "taio" no supercílio) buscar dona Clara. Eu cresci em Iperó e até hoje, como a criança mais feliz desse mundo e, toda a manhã, quando saio na sacada do meu apartamento para agradecer, no início do dia, o faço por ter tido a honra de nascer na minha Iperó. Ilusoes e desilusões, por todas agradeço, com todas aprendi. Vivi na adolescência “Saraivas”, “Rafaéis”, “padres Olavo e Oscar”... todos grandes políticos... todos. Entendi que Iperó tinha que crescer junto comigo, tornar-se adulto e, aprendi uma palavra muito difícil..."emancipar-se". Daí percebi que era isso que eu estava fazendo; emancipando-me e, só politicamente, porque economicamente nem tanto... também. A cidade que nasceu com uma mãe muito forte, a Sorocabana, não sabia, ainda, que sua mãe iria falecer e quase que a leva consigo para o fim!!!
Bem, vivi toda a campanha, de Zé Borba, Campos, Henory (hoje nome de escola, uma grande professora, do tempo em que se não bem remunerados, pelo menos não apanhavam de alunos), Dimas, Jorge Nassif, Said, Benedito Paula Leite, meu avô, meu pai e outros tantos, saíamos em passeatas, passeatas, idas e vindas à cidade de São Paulo, políticos influentes, brigas e mais brigas com o governador Adhemar de Barros, com a questão da divisa com Boituva, que era na capelinha até hoje existente e que Boituva conseguiu levar até o rio, nos tirando terrenos que hoje são ocupados por indústrias.
Foi uma briga exaustiva, década de 60, década agitadíssima, Concílio Vaticano Segundo, movimentos na França, renúncia do Jânio, político muito bem votado, ídolo dos funcionários públicos da ferrovia e que numa época em que o vice podia ser de outro partido,tinha como o seu, João Goulart, comuna juramentado!!! Woodstock, movimentos feministas, minissaia, magreza cultuada nas mulheres com as famosas tetas em "ovo frito", John Kennedy, Nikita Kruschev, Tche Guevara, América Latina efervescente, Guerra fria, Brasil bi do mundo com Garrincha e Pelé, e minha cidade se emancipando, dando um belo "chute na bunda" da madrasta,,, Boituva!!! Eu sinto-me orgulhoso de ter estado lá, vivido in loco!!! "Brava gente iperoense, longe vai temor servil..."
Viva Iperó, viva eternamente e em glórias que ainda estão por vir!!! Vivam meu pai, meu avô, meu bisavô que hoje é nome de uma bonita avenida, Emílio Guazzelli, vivam todos aqueles que estão no cemitério e com os quais, em cada túmulo, recomponho a minha história e a de Iperó, em cada fenda de um muro acho um pedaço de minha vida, dos primeiros de maio, dos sete de setembro, das festas de Santo Antonio com seus "correios elegantes", dos escoteiros nas alvoradas, da maior banda da história com os seus Pigicos, Lázaro Rosa e outros tantos maravilhosos, do Sorocabana, maior time de todos os tempos, das matinês, filmes, seriados e bailes do maravilhoso barracão, que ardeu em chamas, mas não apagou nossos maravilhosos momentos, ao invés, os perpetuou; das procissões de maio e de Santo Antonio, dos carnavais e das confissões com padre Olavo, do meu rio Sorocaba onde, com meu pai, aprendi a nadar, do N1 que me trazia todas as noites de Sorocaba.
Enfim, eu sou a sua história e me cumprimento por ter estado contigo na sua independência. Viva você, minha querida Iperó, viva eu, viva tudo e viva o Chico barrigudo!!!

 

Nome:

Benedito Leite Catarino

E-mail:

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Mensagem:

MORO EM MONGAGUÁ/SP, MAS NÃO PERDI O CONTATO COM MEUS CONTERRÂNEOS IPEROENSES. SOU IPEROENSE DE NASCIMENTO E DE CRIAÇÃO.

 

Nome:

ZEZINHO DE LIMA

E-mail:

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Mensagem:

Como eu vivi essa época de Iperó, minha cidade natal, quero parabenizar pelo excelente trabalho feito pela história de Iperó, apesar que falta citar muitos nomes de pessoas importantes que fazem parte dessa história.

 

Nome:

Dr. Omar Bernardo Viera Pulido

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Este site é muito importante para conhecer a verdadeira historia do município. Nele encontrei toda a informação que precisava sobre a cultura deste povo extraordinário.
Sou médico cubano e faz um ano cheguei a estas terras, ao princípio muito preocupado pelo desconhecimento, mas este site deu a luz necessária para saber mais de vocês.
Obrigado por serem tão educados, tão boas pessoas.
Obrigado.

 

Nome:

Genésio dos Santos Ferreira - janeiro de 2015

E-mail:

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Site:

http://versoeconversa.blogspot.com.br

Mensagem:

No dia 21 último estive mais uma vez em Iperó. Desta feita o Zé Roberto - Moraga Ramos - foi meu cicerone. Fiquei por lá quase o dia todo. O Zé andou de carro comigo pra lá e pra cá. Revisitamos locais, encontramos uma e outra pessoa, e foi me apresentado novos lugares. O Zé me levou a bairros que na década de sessenta, cinqüenta anos atrás, eram apenas pasto e que agora são ruas asfaltadas, com comércio e residências.
Em setembro de 2011, numa das vezes em que lá estive, eu havia tirado muitas fotos e que hoje só são fotos, os locais estão modificados. Houve mudanças neste curso espaço de tempo.
A praça principal, por exemplo, a da igreja de Santo Antonio, sofreu mudança mais uma vez - houve alteração no seu piso e a inclusão de um grande painel retratando a igreja e o coreto que eu conheci na minha infância e adolescência. Aquela praça antiga só posso revisitar na memória, em fotos, e agora no grande painel ali exposto. Foi com alegria que notei, pelo menos em uma avenida, em seu canteiro central, a existência de pista para caminhadas - ou seria ciclovia? Não notei a sua extensão, nem se há outras pistas em outras ruas.

 

Nome:

Ana Cristina Chaluppe Galvão Kourani

E-mail:

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Mensagem:

Boa tarde,
Encontrei no site de busca informações sobre a cidade de meu pai. O Nome dele é José Nicanor Galvão, foi escoteiro, ele que carregava a Bandeira. Ele é filho de Nicanor Galvão, neto de Antonio Galvão e bisneto de Porfirio de Almeida e Rita Mota.
Se o sr. tiver algumas informações sobre a história desta família, como fotografias, gostaria de ter o conhecimento, pois faz parte da minha história também.

 

Nome:

Elisabeth Rodrigues

E-mail:

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Mensagem:

Estes dias estive no lançamento de dois livros em Votorantim, local onde resido por força das circunstâncias que vão mudando nossos endereços. É a vida, é a vida, como diz a música. Seja qual for a distância, temos nossas raízes, nossa história e procuramos saber da história de nossa cidade, fuça aqui, fuça ali. Isso tem feito o jornalista César Silva, que na TV Votorantim capta e registra a história de pessoas da cidade, ligadas a vários aspectos sejam políticos (emancipação), comerciais, curiosidades e tudo mais. Dois que também lutaram pela emancipação do município, já contando com 98 anos, tiveram destaque especial. No palco foram reunidas cem pessoas que receberam o livro das narrativas do programa e um diploma. Livro com mais ou menos cem fotos, garimpadas. Personagens vivas da história, artistas, escritores conhecidos na cidade. Muitos personagens que foram atrás da nossa emancipação política não estão mais entre nós, mas estão seus primogênitos, suas fotos, suas narrativas e muitos registros nos jornais. Que tal listarmos esse pessoal, fazendo um grande dossiê histórico para futuras gerações e arquivo do município? Importante registrar a imagem, mesmo com celular. Hugo, você tem muito material, mas acho que é preciso listar um a um, fotografar, recolher fotos antigas e copiar, reunir as entrevistas que vc e Moraga já conseguiram, ainda há pessoas antigas na cidade que tem histórias a relatar, para serem abordadas. Sei que é muito trabalho, mas acho que vale a pena e acredito que grande parte disso tudo já está pronto. Pense nisso tudo e nós também poderemos ler e conhecer em maior profundidade nosso povo e nossa história, que sempre vai ser NOSSA independente de quem aqui aporte ou pise no chão da nossa querida Iperó.

 

Nome:

Augusto Daniel

E-mail:

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Mensagem:

Eu sempre quis reunir pessoas da cidade, pessoas que houvessem convivido uma mesma época, a minha, é claro, final de 50, toda 60 e parte de 70. Não sabia como fazer. Sabia o que queria. Pessoas amigas, independente do que eram atualmente. Pessoas com as quais dividimos a Iperó. Mas como, onde, como administrar, como financiar? Isso me frustrava, as pessoas gostavam da idéia, mas só. O que eu não sabia é que isso já existia e se repetia todos os anos e nesse, em particular, pois comemorou os 50 anos do SACI. Domingo, dia 07/12/14 na sede do SACI, que eu não conhecia, muito bonita, estive com uma família maravilhosa, organizadora do encontro, com pessoas simples, independentemente do título que possam ou não ter, que dividiram comigo as missas de domingo, os bailinhos ou os bailões, as tardes de futebol, jogando ou assistindo, as horas de "porto do Joãozinho", porto de areia, atrás do depósito, muito perto da sede do SACI, os jogos de botão, bolinhas de gude, papagaios, "farwest" brincado e assistido no velho e querido cine Sorocabana. Festas de Santo Antonio, procissões maravilhosas, carnavais... enfim, toda a nossa "INTENSA" vida em Iperó. Não faltava o que fazer. Foi com essa gente que estive nesse domingo. Sou grato, muito grato ! Obrigado Udovaldo, poeta Adroaldo (meu querido amigo), Gordo, Elizeu e todos dessa maravilhosa família. E vamo qui vamo! Estou realizado!
POETA ADROALDO. Devíamos todos ler a última dele, que ainda está me devendo.

 

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Marcos Jomber

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Nossa... muito bom relembrar!!!
Só senti falta de fotos do Sorocabana nos tempos dos bailinhos. Foi toda a minha infância lá... ou adolescência... sei lá.
Mas parabéns, muito legal!!!

 

Nome:

Fernando Kluge

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Parabéns pelo excelente trabalho Hugo!!!

 

Nome:

Ariovaldo Lobrito

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PARABÉNS PELO BELO TRABALHO.
INFELIZMENTE, ISSO QUE OCORRE AÍ, ACONTECE EM TODO O PAÍS. A ALL NÃO CUMPRE COM SUAS OBRIGAÇÕES, OS GOVERNOS SÃO FROUXOS. ENFIM, É O FIM.
ABRAÇOS,
ARIOVALDO - PRESIDENTE PRUDENTE (GERENTE DE OPERAÇÕES - RÁDIO ONDA VIVA)

 

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