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Sertão do Araçoiaba: um dos morros mais altos da região com 874 metros de altura

(Ronaldo César Messias)

 

Expedições realizadas pela região do morro Araçoiaba

Iperó, Capela do Alto e Araçoiaba da Serra

 

Texto: Hugo Augusto Rodrigues

 

Tem gente que gosta de se aventurar nas alturas, no ar. Outros, na água. Outros, ainda, preferem a terra. Nos enquadramos neste último grupo. Nosso grupo, o "Desbravadores Villas-Boas", é formado por profissionais das mais diversas áreas. Um grupo privilegiado, pois não adentramos um lugar qualquer. Estamos falando de uma terra abençoada: o “sertão do Araçoiaba” (ou “sertão de Ipanema”). Essa região é formada pela Floresta Nacional e propriedades vizinhas situadas nos municípios de Iperó, Araçoiaba da Serra e Capela do Alto, que também estão inseridas no conjunto de morros que forma o cerro Araçoiaba (chamado também de “morro Araçoiaba” ou “morro de Ipanema”).

 

Nessa região há muitos lugares para se conhecer, mas em diversos pontos o acesso é difícil. É fascinante e, ao mesmo tempo, possível afirmar que se andarmos durante a nossa vida inteira explorando a região, nem assim conseguiremos conhecer tudo. A riqueza da fauna e da flora, a história do local e as histórias contadas pelos moradores, os mistérios, as lendas, as construções antigas que encontramos no meio da mata, as formações rochosas (sendo a maioria bastante curiosa), os habitantes da região. Tudo chama a atenção. Andar naquelas matas nos dá a sensação de estarmos mais próximos de Deus e a possibilidade de entendermos a grandiosidade das obras criadas por Ele.

 

Segundo Gilson Sanches, pesquisador e um dos integrantes do grupo "Desbravadores Villas-Boas", “exploramos locais que pouquíssimas pessoas conseguiram atingir. Isso, modestamente, é um grande motivo de orgulho e satisfação. Nossa equipe é incrível, formada por pessoas com características, formação e ocupações bem diferentes, mas quando entramos na mata, nos tornamos iguais sob e sobre o magnífico e magnético manto verde do Araçoiaba.”

 

Já há alguns anos o grupo tem se empenhado em chegar a vários pontos da região, documentando tudo o que encontra no caminho percorrido. Sempre iniciando os trabalhos pela manhã, as expedições duram entre quatro e seis horas. Numa das expedições entramos no sertão às 9h e saímos às 18h, percorrendo a distância de aproximadamente 20 quilômetros. Encontramos um Mandacaru com cerca de 20 metros de altura (crescendo sobre a rocha) e uma Figueira branca, ambas centenárias. Nos deparamos com uma pedra parecida com a “Cai, não cai” - existente na área da Flona de Ipanema -, possuindo cerca de 16 metros de diâmetro e tendo como base uma pedra bem menor, com aproximadamente 4,2 metros de diâmetro. O formato da pedra maior chegava a lembrar a figura de um “ET”. Batizamos como “pedra do Pareja”, em alusão a um dos integrantes daquela expedição.

 

Em meio à mata fechada também encontramos as ruínas de dois fogões à lenha, numa área que pertenceu a um antigo fazendeiro que viveu entre meados do século XIX e início do século XX, conhecido no entorno de Araçoiaba da Serra como “Marquinhos Pires”. Figura sempre lembrada pela crueldade com a qual tratava os escravos. Algumas das histórias relatadas pelo “Pareja”, morador da região há quase 60 anos, são de arrepiar. Ele conta que o fazendeiro possuía muitas terras e é sempre lembrado pela maneira com a qual tratava os escravos. Num dos episódios, um escravo fugiu e o fazendeiro conseguiu encontrá-lo em Itapetininga (cerca de 60 quilômetros de Araçoiaba da Serra). Imediatamente amarrou o escravo na sela de seu cavalo e o trouxe arrastando até Campo Largo (nome primitivo de Araçoiaba da Serra). Ao chegar à sede da fazenda, havia apenas algumas partes do corpo do escravo arrastando pelo chão.

 

Outra história do fazendeiro refere-se a um escravo que admirava as botas utilizadas pelo “sinhô”. O fazendeiro teria perguntado o motivo pelo qual o escravo olhava tanto para as botas e o rapaz respondeu que achava bonito e também queria um par. Imediatamente, o fazendeiro cortou dois pedaços de couro cru molhado e costurou no formato dos pés do escravo, que ficou muito contente. O fato é que o couro molhado é macio, mas depois que secou, o escravo não conseguia parar em pé e gritava de dor. Após alguns meses, o fazendeiro autorizou o escravo a tirar as “botas” e teria dito: “Viu como o seu patrão sofre para andar com essas botas?” Os pés do escravo sangravam, os dedos estavam atrofiados e a carne se desfazendo.

 

Pires costumava amarrar uma pedra no pescoço dos escravos que não lhe serviam mais e os jogava dentro de um dos tanques existentes na fazenda. E pendurava de cabeça para baixo, sobre os fogões à lenha, aqueles escravos que o desobedeciam. Certa vez, um escravo estava na mata cortando bambu e, subitamente, o fazendeiro chegou a cavalo e começou a chicotear o rapaz. O escravo caiu de joelhos e clamou a Deus e a Nossa Senhora Aparecida, pedindo ajuda. No mesmo instante, o cavalo saltou e jogou o “sinhô” contra os talos de bambu pontiagudos, matando-o. O escravo colocou o patrão na sela do cavalo e foi em direção à casa grande. No mesmo dia, enquanto velavam o corpo do fazendeiro, por volta de meia noite, começou uma grande ventania. As velas se apagaram. A escuridão tomou conta do lugar. Quando o vento parou, as pessoas acenderam as velas novamente. Para a surpresa de todos, o corpo do fazendeiro não estava mais lá.

 

Há uma infinidade de histórias envolvendo Ipanema. Assim, para ajudar no trabalho de divulgação da região da Floresta Nacional de Ipanema, foi criado um blog - Fazenda Ipanema em fotos - pelo desbravador Ronaldo César Messias, pesquisador com vasto conhecimento sobre a região, sendo um guia em todas as expedições. Para ele, “é um espaço muito importante para a história da cidade e do país. Dentre as ações do nosso grupo, resolvemos montar o blog para manter viva, através das fotos, a memória de Ipanema.”

 

Classificação das caminhadas

 

Nível 1 (ou caminhada leve): é para trilhas já demarcadas. Um trecho pequeno percorrido por pessoas sem preparo físico. Normalmente, não dura mais que uma hora.

 

Nível 2 (ou caminhada média): é para iniciantes e amadores com um pouco de preparo físico. As pessoas são submetidas a maiores alturas, o terreno possui variações e a caminhada não ultrapassa duas horas.

 

Nível 3 (ou pesado): as coisas começam a se complicar, pois este nível abrange caminhadas superiores a três horas, com variações de altura e altitude. As distâncias percorridas são maiores e a autonomia deverá ser total com relação à segurança, alimentação e subsistência. Se encaixam as caminhadas realizadas em serras e montanhas. Indicada somente para quem tem bom condicionamento físico e bons conhecimentos de navegação e sobrevivência.

 

Nível 4 (ou super pesado): além das exigências do Nível 3, há momentos de escaladas em terrenos variáveis, com grande risco de acidentes.

 

Nível 5: relacionado a manobras militares. Todas as condições chegam ao extremo. Por exemplo, o soldado de infantaria de selva da Amazônia fica três dias dentro d’água somente com a cabeça para fora. É preciso ter “atitude mental” e superar os limites, além de disciplina e preparo físico/psicológico.

 

Expedição ao “sertão do Araçoiaba” (ou “sertão de Ipanema”) - fevereiro/2011

 

Chegada ao sítio: Paulo, Pareja, Miro, eu, Gilson, Bilotti, Marcelo e Cássio

(Ronaldo César Messias)

 

Chegada ao sítio: Pareja, Paulo, Miro, eu, Ronaldo, Bilotti, Marcelo e Cássio

(Gilson Sanches)

 

Primeira subida rumo ao sertão do Araçoiaba

(Ronaldo César Messias)

 

Rumo ao sertão do Araçoiaba: belas paisagens da região

(Gilson Sanches)

 

Sertão do Araçoiaba

(Gilson Sanches)

 

Sertão do Araçoiaba: à direita, terras da Floresta Nacional de Ipanema

(Gilson Sanches)

 

Pareja, Marcelo, Gilson, eu, Paulo, Bilotti, Miro e Cássio

Ao fundo a grota conhecida como "chora menino"

(Ronaldo César Messias)

 

Pareja, Marcelo, Ronaldo, eu, Paulo, Bilotti, Miro e Cássio

Ao fundo a grota conhecida como "chora menino"

(Gilson Sanches)

 

Mato alto: indo em direção à mata fechada

(Gilson Sanches)

 

Mata bastante fechada durante todo o percurso

(Ronaldo César Messias)

 

Mata bastante fechada durante todo o percurso

(Ronaldo César Messias)

 

Aspecto de algumas das formações rochosas encontradas durante o percurso

(Ronaldo César Messias)

 

Aspecto de algumas das formações rochosas encontradas durante o percurso

(Gilson Sanches)

 

Equipamento utilizado por caçadores de Paca aparentemente abandonado

(Ronaldo César Messias)

 

   

Imponente Figueira branca (à esquerda) que encontramos durante o percurso.

Ronaldo se posicionou junto à árvore para que fosse possível ter ideia das dimensões dela.

Ao lado, mais uma Figueira 'gigante' encontrada em outro ponto da floresta.

A Figueira não era utilizada como combustível para os fornos da Real Fábrica de Ferro por causa

da grande quantidade de água presente em sua madeira.

Assim, andando pela mata, é possível encontrar outros exemplares centenários como esses das imagens

(Luiz Bilotti / Ronaldo César Messias)

 

Grandes aberturas na rocha, conhecidas como "locas", servem como abrigo para animais

(Ronaldo César Messias)

 

Grandes aberturas na rocha, conhecidas como "locas", servem como abrigo para animais

(Ronaldo César Messias)

 

Enquanto o Bilotti fotografava uma das "locas", a borboleta pousou no braço dele

(Gilson Sanches)

 

Rocha medindo aproximadamente 30 metros de comprimento, 10 metros de lagura e 5 metros de altura.

Algumas poças d'água na rocha continham ferrugem, confirmando a grande quantidade de ferro na região

(Ronaldo César Messias)

 

Rocha medindo aproximadamente 30 metros de comprimento, 10 metros de lagura e 5 metros de altura.

Algumas poças d'água na rocha continham ferrugem, confirmando a grande quantidade de ferro na região

(Gilson Sanches)

 

Aspecto da mata, com muitas pedras, cipós e água

(Ronaldo César Messias)

 

Aspecto da mata, com muitas pedras, cipós e água

(Ronaldo César Messias)

 

Água cristalina durante todo o percurso

(Ronaldo César Messias)

 

Aspecto da mata, com muitas pedras, cipós e água

(Ronaldo César Messias)

 

Aspecto da mata, com muitas pedras, cipós e água

(Ronaldo César Messias)

 

   

O Mandacaru (à esquerda) com cerca de 20 metros de altura cresceu sobre a rocha.

É nativo da Caatinga, mas ainda assim conseguiu se estabelecer em meio à vegetação de Mata Atlântica/Cerrado.

Ao lado, mais um Mandacaru 'gigante' encontrado em outro ponto da floresta   

(Ronaldo César Messias)

 

O Mandacaru com cerca de 20 metros de altura cresceu sobre a rocha.

É nativo da Caatinga, mas ainda assim conseguiu se estabelecer em meio à vegetação de Mata Atlântica/Cerrado

(Ronaldo César Messias)

 

Pegada da Onça-parda (Sussuarana)

(Ronaldo César Messias)

 

Pegada da Onça-parda (Sussuarana): 8 centímetros

(Gilson Sanches)

 

   

Curiosa formação de pedra (à esquerda) encontrada no meio da mata, lembra a cabeça de um "ET" ou uma espécie de busto.

A pedra maior tem aproximadamente 16 metros de diâmetro; a menor, apenas 4,2 metros.

Ao lado, a pedra "Cai, não cai", cujo tipo de formação (rocha maior sobre a rocha menor) é bem parecido com a "Pedra do Pareja"

(Ronaldo César Messias)

 

Curiosa formação de pedra encontrada no meio da mata lembra a cabeça de um "ET" ou uma espécie de busto.

A pedra maior tem aproximadamente 16 metros de diâmetro; a menor, apenas 4,2 metros

(Gilson Sanches)

 

Gilson e Bilotti verificando as dimensões da formação rochosa

(Ronaldo César Messias)

 

Pausa para foto: batizamos a pedra como "pedra do Pareja" em alusão a um dos integrantes da expedição

(Ronaldo César Messias)

 

Antigas construções que encontramos no meio da mata

(Ronaldo César Messias)

 

No caminho de volta, mais uma bela imagem dos morros que formam o cerro

(Gilson Sanches)

 

Na volta, nos deparamos com um veado que, bastante arisco, correu em direção à mata

(Ronaldo César Messias)

 

Cansados após a expedição: mais de 9 horas na mata

(Ronaldo César Messias)

 

Cansados após a expedição: mais de 9 horas na mata

(Gilson Sanches)

 

Expedição ao “Pingo d'água” - junho/2010

 

Início da caminhada: Gilson, eu e Ronaldo

Todos sorridentes, descansados, inteiros

(Luiz Bilotti)

 

Início da caminhada: eu, Ronaldo e Luiz

Todos sorridentes, descansados, inteiros

(Gilson Sanches)

 

Estrada em direção ao morro que nos levaria ao "Pingo d'água

(Luiz Bilotti)

 

Ponto de partida para a expedição

Daí pra frente foi mata pura

(Gilson Sanches)

 

Analisando o local da expedição

Objetivo: atingir o "fundão" bem abaixo das antenas

(Gilson Sanches)

 

Primeiro desafio: subir o morro ao fundo à esquerda (verde claro) no meio do canavial

(Gilson Sanches)

 

Entrando na mata: o Araçoiaba ao fundo

(Gilson Sanches)

 

Entrando na mata: cada vez mais fechado o caminho

(Luiz Bilotti)

 

Andando na mata: a imponência do Araçoiaba

(Gilson Sanches)

 

Andando na mata fechada em direção ao "Pingo d'água"

(Luiz Bilotti)

 

Andando na mata

As antenas no alto do morro vistas por outro ângulo

(Gilson Sanches)

 

Marcas deixadas por animais às margens do pequeno rio

(Gilson Sanches)

 

Nada preocupante...

Eram apenas as onças...

(Gilson Sanches)

 

Aspecto da vegetação e do curso d'água

(Gilson Sanches)

 

Aspecto da vegetação e do curso d'água

(Luiz Bilotti)

 

Quem levou uma manilha até o alto do morro?

Cena interessante...

(Gilson Sanches)

 

Mata fechada: esse era o aspecto durante todo o percurso

(Luiz Bilotti)

 

Mata fechada: esse era o aspecto durante todo o percurso

(Luiz Bilotti)

 

Mata fechada: pequena pausa para tomar água

(Luiz Bilotti)

 

Mata fechada: Bilotti abrindo caminho

(Hugo Augusto)

 

Mata fechada: esse era o aspecto durante todo o percurso

(Luiz Bilotti)

 

Mata fechada: esse era o aspecto durante todo o percurso

(Luiz Bilotti)

 

Luiz, Ronaldo e Gilson

Nessa altura do campeonato, o sorriso já estava meio amarelo

(Hugo Augusto)

 

Gilson, Ronaldo e Luiz

(Hugo Augusto)

 

Luiz, Ronaldo (ainda mastigando) e eu

(Gilson Sanches)

 

Eu (com umas bochechas iguais às do Kiko) e Gilson

(Luiz Bilotti)

 

A pequena cachoeira que encontramos, local onde conseguimos reabastecer os cantis

(Luiz Bilotti)

 

Cachoeira abençoada: nos refrescou e deu água para continuarmos a jornada

(Luiz Bilotti)

 

Pausa para descansar. Não tem sorriso amarelo.

A diversão estava boa e estávamos ainda na metade do caminho.

Sobe morro, desce morro, sobe morro. O Luiz caiu e, aí sim, chegamos de volta ao canavial

(Luiz Bilotti)

 

Fazenda vizinha à região do "Pingo d'água"

(Luiz Bilotti)

 

Outras expedições - 2009/2010

 

Região da "pedra do camelo" e "caverna dos morcegos" - bairro do Morro (Iperó)

(Ronaldo César Messias)

 

Vista a partir do alto da "pedra do camelo"

(Ronaldo César Messias)

 

Região da "pedra do camelo" e "caverna dos morcegos" - bairro do Morro (Iperó)

(Ronaldo César Messias)

 

Região da "pedra do camelo" e "caverna dos morcegos" - bairro do Morro (Iperó)

(Ronaldo César Messias)

 

Rocha - formação natural "rosto"

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Frutos encontrados na floresta: Grumixama

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Frutos encontrados na floresta: Beribá

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Frutos encontrados na floresta: Jacaratiá

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Orientações para sobrivência na selva - retirada de água do bambu

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Encontro com a Jiboia

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Encontro com a Caninana

(Alexandre Rossi)

 

Encontro com o Quati

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Figueira branca imponente no meio da floresta

Interessante destacar o tamanho dela em relação a uma pessoa adulta

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Desbravadores mais antigos: Luiz, Márcio, Gilson, Ronaldo, Miro e Marco

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Desbravadores mais antigos: Marcelo, Luiz, Márcio, Ronaldo, Miro e Marco

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Vale das Furnas - Ribeirão do Ferro

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Vale das Furnas - Ribeirão do Ferro

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Represa no morro Araçoiaba

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Construções antigas no meio da mata

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Construções antigas no meio da mata

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Pegadas encontradas nos caminhos percorridos pelos desbravadores

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Abertura de picadas na mata

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

O tempo fechou, literalmente...

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

A força da água e os desenhos gravados nas rochas ao redor do pequeno rio

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Observando a floresta

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Pegadas da onça - próximo à Lagoa Pinheirinho

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Lagoa Pinheirinho

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Do outro lado da mesma lagoa, eis que surge o belo animal...

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

Haja zoom... a onça estava arisca e o pessoal também...

(Arquivo - Ronaldo César Messias)

 

"Desbravadores Villas-Boas"

 

Integrantes do grupo no encontro em Ipanema - abril/2011

(Ronaldo César Messias)

 

Integrantes do grupo prestigiando a palestra do pesquisador João Barcellos em Ipanema - junho/2011

(Ronaldo César Messias)

 

 

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