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Prédio da escola "Gaspar" - construção original (1957)

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Educação em Iperó - 204 anos de história

(1811-2015)

 

Logo após a criação da Real Fábrica de Ferro de São João de Ipanema, em 1811 foi organizada uma escola para os filhos dos trabalhadores livres, libertos e escravos. Mas não era o mesmo tipo de ensino primário público que já existia em outros lugares. O capitão da guarda, José Maria, foi designado professor e atuou visando a formação profissional dos alunos. Os melhores, de acordo com a proposta da escola, seriam aproveitados para exercer atividades relacionadas à produção do ferro em Ipanema.

 

“Os alunos aprendiam ‘aritmética, geometria e alguma coisa de mecânica’ fora do período de trabalho. Destaque-se que, na fábrica, as crianças com mais de 4 anos já faziam parte das forças produtivas. A escola era dividida em duas classes: uma para aqueles que não detinham nenhum conhecimento de matemática e eram iniciados em aritmética através de exercícios; a outra para aqueles que possuíam algum conhecimento anterior e que começavam pela teoria em geometria e prática em mecânica, na fábrica. O curso finalizava com os alunos mais ou menos habilidosos destinados aos respectivos lugares na produção. O principal objetivo da escola era formar mão-de-obra escrava qualificada, que deveria substituir a assalariada em todas as fases da produção, fato que realmente vem a ocorrer em 1820, quando da administração de Varnhagen.” (MENON, 2000)

 

Os registros da fábrica não mencionam as atividades da escola ao longo dos anos, mas certamente ela continuou existindo.

 

A partir da segunda metade do século XIX foram criadas várias escolas em lugares que pertencem a Iperó atualmente:

 

Bacaetava: criada uma escola de ensino primário em abril de 1875;

 

Ipanema: criada uma escola de ensino primário em fevereiro de 1884;

 

Jubanguá: criada uma escola de ensino primário em setembro de 1892. De acordo com a lei que criou essa escola, o local ficava “entre as estações de Bacaetava e Boituva, da linha férrea Sorocabana, no município de Campo Largo de Sorocaba”;

 

Villeta: criada uma escola de ensino primário em outubro de 1898. Novembro de 1908 é a data da alteração do nome do local para George Oétterer.

 

Pesquisas através de relatórios anuais de ensino, diários oficiais e edições de jornais impressos nos ajudaram a resgatar os nomes de diversos professores que lecionaram nessas escolas entre o fim do século XIX e a primeira metade do século XX.

 

1889

Escola de Bacaetava: Augusto Baillot

 

1907

Escola masculina de Villeta: João Ayres

Escola mista de Bacaetava: Rosa Cassini

Escola mista de São João de Ipanema: Edwiges de Oliveira Carvalho

Escola mista do Jubanguá: Maria Rodrigues Vianna

 

1908

Escola masculina de Villeta 1908: Genésio Machado

Escola feminina de Villeta: Elizena Vannucci

Escola mista de Bacaetava: Hermínia Castilho

Escola mista de São João de Ipanema: Tamilde Rossi

 

1909

Escola masculina de George Oétterer: Leônidas de Castro

Escola feminina de São João de Ipanema: Isaura Emília de Camargo

Escola mista de Jubanguá: Marianna Mastrandia

Escola mista de Bacaetava: Hermínia Castilho

 

1910

Escola mista de São João de Ipanema: Isaura Emília de Camargo

 

1911

Escola mista de George Oétterer: Floriza Mastrandéa

Escola mista de São João de Ipanema: Isaura Emília de Camargo e Maria Thereza Pezzutti

 

1913

Escola mista de George Oétterer: Floriza Mastrandéa

Escola mista de São João de Ipanema: Maria Thereza Pezzutti

Escola mista de Bacaetava: Leônidas de Paula Arruda

 

1914

Escola mista de George Oétterer: Floriza Mastrandéa

Escola mista de São João de Ipanema: Maria Thereza Pezzutti

Escola mista de Bacaetava: Leônidas de Paula Arruda

 

1915

Escola mista de George Oétterer: Regina Alvarenga

Escola mista de São João de Ipanema: Maria Thereza Pezzutti

Escola mista de Bacaetava: Leônidas de Paula Arruda

 

1916

Escola mista de São João de Ipanema: Maria Oliveira Bittencourt

Escola mista de Jubanguá: Corina da Rocha Lima

Escola mista de Bacaetava: Leônidas de Paula Arruda

 

1917

Escola mista de George Oétterer: Regina Alvarenga

Escola mista de Bacaetava: Leônidas de Paula Arruda

Escola mista de Jubanguá: Corina da Rocha Lima

Escola mista de São João de Ipanema: Anna Mabelia Gomes

 

1918

Escola mista de Jubanguá: Luiza Cortelazzo

 

1919

Escola mista de George Oétterer: Nair Monteiro

Escola mista de Jubanguá: Luiza Cortelazzo

Escola mista de São João de Ipanema: Georgina Ponce de Camargo

Escola feminina de São João de Ipanema: Clotilde Soares

 

1920

Escola mista de Bacaetava: Lavínia Villaça Bertolaccini (permaneceu até 1936)

 

1928

Escola mista de Bacaetava: Victória Guazzelli

 

Bairro da Esplanada, Estação de Santo Antonio e Iperó

 

No atual perímetro urbano, após a remodelação do traçado da ferrovia foi construído um prédio numa área de Rita Maria Motta de Almeida (viúva de Porphírio José de Almeida). Nesse local foi instalada a “Escola Mista de Jundiacanga” em 24 de maio de 1929, transferida de Campo Largo (atual Araçoiaba da Serra) juntamente com a professora Maria da Glória Pereira Leite (lembrada por antigos moradores como “Dona Glorinha”). Ao ser instalada, essa escola passou a se chamar “Escola Mista do Bairro da Esplanada”, nome que durou por cerca de cinco anos. Em abril de 1934 a denominação mudou para “Primeira Escola Mista Rural da Estação de Santo Antonio”, coincidindo com a alteração do nome do povoado: Esplanada passa a se chamar Santo Antonio. Nesse mesmo ano foi criada a “Segunda Escola Mista Rural da Estação de Santo Antonio”, através da transferência da “Escola Mista Rural do Bairro da Secura” (Tatuí). Um ano depois foi criada a terceira escola em Iperó, sendo a “Escola Masculina da Estação de Santo Antonio”.

 

Alguns professores que lecionaram nessas escolas primitivas da área urbana de Iperó:

 

1929 - Maria da Glória Pereira Leite

1932 - Augusta de Macedo

1933 - Dulce Oliveira

1934 - Aracy Grohmann

1936 - Maria de Jesus Rocha

1937 - Francisca de Almeida

1938 - Maria de Lourdes Correa Rolim

1938 - Maria Benedicta Bastos

1938 e 1939 - João Batista Castanho

1942 - Aracy Grohmann

1942 a 1952 - Clarisse Santos Zaguetti

1944 - Maria Hortência Marcondes Romeiro

 

Samuel Domingues dos Santos doou um terreno para a construção do prédio do grupo escolar, o que foi oficializado através do decreto estadual de 14 de maio de 1941. O grupo escolar (escola grande) ainda não existia, mas entre 1941 e 1942 já havia três escolas mistas e uma masculina. As escolas de George Oétterer, Bacaetava e Ipanema seguiam funcionando, mas já não há referências a Jubanguá.

 

A “Quarta Escola Mista da Estação de  Santo Antonio” foi criada em 1944. E nesse ano houve o agrupamento das cinco escolas. Os alunos foram transferidos para o prédio do "pernoite" e o agrupamento originou o “Grupo Escolar de Santo Antonio”, que em outubro de 1944 passou a se chamar “Grupo Escolar Dr. Gaspar Ricardo Júnior” (homenagem ao engenheiro e ex-diretor da Estrada de Ferro Sorocabana). Em setembro de 1945 foi iniciada a construção do prédio do grupo escolar, inaugurado em março de 1953 com a presença do governador Lucas Nogueira Garcez. Aos 70 anos, hoje a “Escola Estadual Dr. Gaspar Ricardo Júnior” é a mais antiga em atividade na cidade.

 

A partir de 1967 começaram as negociações para a instalação do ginásio na cidade. Nessa época funcionava uma extensão do Barão de Suruí (Tatuí) em Iperó, visando atender a demanda dos alunos iperoenses. O “Ginásio Estadual de Iperó” foi criado em 11 de outubro de 1968 pelo governador Abreu Sodré e foi encerrada a extensão do Barão de Suruí. Em 3 de fevereiro de 1970 recebeu a denominação de “Ginásio Estadual Professora Henory de Campos Góes”, numa homenagem à educadora que lecionou por cerca de 15 anos na cidade e havia participado ativamente do processo que pleiteou o ginásio, mas falecera pouco antes da criação.

 

Quando o ginásio foi incorporado à "Escola Estadual Dr. Gaspar Ricardo Júnior", ainda na década de 1970, a denominação “Professora Henory de Campos Góes” foi transferida para a escola rural de Ipanema, onde permaneceu por quase 20 anos. Na zona rural também existiam estabelecimentos de ensino chamados "escolas de emergência" nos bairros Corumbá, Bananal (Cagerê) e Sapetuba, que foram fechados entre as décadas de 1980 e 1990.

 

Com o crescimento da população, uma nova escola foi inaugurada em março de 1991 e recebeu o nome de “Escola Estadual de Primeiro Grau Professora Henory de Campos Góes”, trazendo o nome da professora para a área urbana novamente. Já existia também a “Escola Estadual de Primeiro Grau da Vila Santo Antonio”, que em novembro de 1992 passou a se denominar “Escola Estadual de Primeiro Grau Professora Pedrina de Campos Pedrozo Rosa”, numa homenagem à professora que lecionou em Iperó por cerca de duas décadas e havia falecido anos antes.

 

Do ensino infantil ao médio, incluindo as redes pública e privada, a cidade conta com os seguintes estabelecimentos atualmente:

 

Centro de Educação Infantil Alexis Soares Nassif

Centro de Educação Infantil Almirante Schieck

Centro de Educação Infantil João Marques Penteado

Centro de Educação Infantil Professora Therezinha de Jesus Campos Cristino

Centro de Educação Infantil Victoria Guazzelli Bertolaccini

Colégio Elo

Escola Estadual Dr. Gaspar Ricardo Júnior

Escola Estadual Estação George Oétterer

Escola Municipal Cecy Monteiro Oétterer

Escola Municipal Dra. Neide Fogaça de Lima

Escola Municipal Elisa Moreira dos Santos

Escola Municipal Francisco Adolfo de Varnhagen

Escola Municipal Gláucia Aparecida Andrade Nogueira

Escola Municipal Isaura Jamas Fogaça

Escola Municipal Marinheiro Mariz e Barros

Escola Municipal Professor Roque Ayres de Oliveira

Escola Municipal Professora Henory de Campos Góes

Escola Municipal Professora Pedrina de Campos Pedrozo Rosa

Escola Municipal Professora Zilma Thibes Mello

 

A seguir, imagens que resgatam parte da história da educação em Iperó, além dos diversos desfiles e atos cívicos organizados pelas escolas no decorrer dos anos.

 

Lei 38, de 1875 - cria escola em Bacaetava

(Diário Oficial - Imprensa Oficial)

 

Lei 3, de 1884 - cria escola em Ipanema

(Diário Oficial - Imprensa Oficial)

 

Professora e alunos da escola de Ipanema - 1884

(Júlio Durski - Coleção Princesa Isabel)

 

Decreto de 1891 - transfere a escola masculina de Bacaetava para Tatuí

(Diário Oficial - Imprensa Oficial)

 

 

Edições do Diário Oficial de 1920 e 1928 - nomeações das professoras Lavínia Villaça Bertolaccini e Victória Guazzelli

(Diário Oficial - Imprensa Oficial)

 

Professora Lavínia Villaça Bertolaccini e alunos

Escola em Bacaetava - década de 1920

(Arquivo Família Guazzelli)

 

Rua Duque de Caxias (atual Rua Silvano Mioni) em 1958

Região onde funcionou a "Escola Mista do Bairro da Esplanada", primeira escola de Iperó

("O Jornal de Iperó")

 

Decreto de 1941 - doação do terreno para a construção do prédio do grupo Escolar

(Diário Oficial - Imprensa Oficial)

 

Decreto de 1944 - altera o nome do "Grupo Escolar de Santo Antonio" para "Grupo Escolar Dr. Gaspar Ricardo Júnior"

(Diário Oficial - Imprensa Oficial)

 

Prédio do grupo escolar - antigo "pernoite"

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

    

Ata do lançamento da pedra fundamental do novo prédio do grupo escolar - 2 de setembro de 1945

 

"Folha da Manhã" noticia lançamento da pedra fundamental do novo prédio - setembro de 1945

 

Alunos do grupo escolar - 1946

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Alunos do grupo escolar - início do década de 1950

 

Alunos do grupo escolar - classe da professora Jolice (1950)

(Arquivo Marcos Cunha)

 

Convite para a formatura - 1952

(Arquivo Esther Salmasi)

 

Diretor: Virgílio Gomes / Paraninfo: Professor Umberto Bertrami Júnior

Diplomandos: Arlete Carneiro, Benedita Maria Banchieri, Cecília Calixto, Deolinda Silva Leite, Dirce Paulino, Djanira Camargo,

Esther Maria Salmasi, Helena Fagundes, Irene Aparecida Vieira, Juraci Cardoso, Leonides Correa, Maria de Barros,

Maria Aparecida Fumes, Maria A. Silva Cordeiro, Márcia Silva Cordeiro, Maria José Correa, Marlene F. Rodrigues,

Maria H. Kicue Ohomoto, Noemi Salmasi, Nirce Tonim, Nilsa Antunes Pinto.

Antonio Leite Ferreira, Carlos Tristão, Cícero Domingues, Ezequiel Alves da Silva, Luiz Batista, Luiz Batista Riello,

Mário Katayama, Osmar Leite Ferreira, Ubirajara A. da Silva, Zezebel Peres.

Oradora da turma: Arlete Carneiro

 

Governador Lucas Nogueira Garcez inaugura o atual prédio da escola "Gaspar" - março de 1953

(Cópia - Arquivo Hugo Augusto Rodrigues)

 

"Folha da Manhã" noticia a visita do governador e a inauguração do prédio escolar - março de 1953

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Professoras do "Gaspar" - 1956

Entre elas, Therezinha Galvão Bosco, Alzira Augusta Ribeiro Vianna (diretora),

Pedrina de Campos Pedrozo Rosa, Lília Mattarazzo da Silva e Zuleica Teixeira Pinto

(Arquivo Tanaka)

 

 Professora Henory de Campos Góes, Professor Lázaro Garcia e Professora Alzira Vianna (diretora) com os alunos - 1956

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Professora -- e Professora Alzira Vianna com os alunos - 1956

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Professora -- e Professora Alzira Vianna com os alunos - 1956

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Professora Zuleica Teixeira Pinto e Professora Alzira Vianna com os alunos - 1956

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Professora Pedrina de Campos Pedrozo Rosa e Professora Alzira Vianna com os alunos - 1956

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Professora Mirtes Reichert Eid e Professora Alzira Vianna com os alunos - 1956

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Professora Lília Mattarazzo da Silva e Professora Alzira Vianna com os alunos - 1956

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Grande comemoração após a criação de ginásio em Iperó - 1968

(Arquivo Chislaine de Campos)

 

Baile de formatura - década de 1970

(Arquivo Gislaine Martins)

 

Prédio da escola "Gaspar" - construção original (1956)

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Prédio da escola "Gaspar" - construção original (década de 1960)

(Arquivo Eliana Gasparini Del Vigna)

 

Fachada da escola "Gaspar" - início da década de 1990

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Professores do "Gaspar" - década de 1970

Entre eles, Egas Cassano, César Oliveira Santos, Maria José Trujillo Rosa,

Antonio Zanatta, Olivia Zanatta, Mariza Rodrigues Moraga Ramos e Ana Guazelli

(Arquivo Hugo Augusto Rodrigues)

 

Professores do "Gaspar" - fim da década de 1970

Entre eles, Maria Sílvia Paula Leite Bíscaro, Rosa Guazelli, Laura Alves de Moura,

Antonio Zanatta, Olivia Zanatta, Padre Calixto e Paulo Zovaro

(Arquivo Hugo Augusto Rodrigues)

 

Desfile cívico - 1957

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Desfile cívico - 1957

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Desfile cívico - 1957

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Desfile cívico - 1957

(Dinho Vianna - Arquivo Wilson Alves)

 

Desfile cívico - década de 1960

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Desfile cívico - década de 1960

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Desfile cívico - década de 1960

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Início das negociações para a instalação do ginásio em Iperó

("O Estado de S. Paulo" - 5 de março de 1967)

 

Ginásio passa a se chamar "Professora Henory de Campos Góes" - 1970

(Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo)

 

Ato cívico organizado pela Escola "Prof. Henory de Campos Góes",

quando ainda funcionava na Fazenda Ipanema - década de 1970

(Arquivo Mariza Aparecida Rodrigues Moraga Ramos)

 

Desfile cívico organizado pela Escola "Prof. Henory de Campos Góes",

quando ainda funcionava na Fazenda Ipanema - década de 1970

(Arquivo Mariza Aparecida Rodrigues Moraga Ramos)

 

Desfile cívico - 1970

(Arquivo Gislaine Martins)

 

Desfile cívico - década de 1970

(Arquivo Genésio Paula Leite)

 

Desfile cívico - década de 1970

(Arquivo Genésio Paula Leite)

 

Desfile cívico - década de 1970

(Arquivo Gislaine Martins)

 

Professora Zeneide em ato cívico durante a ditadura

Ao fundo o quadro do então Presidente da República, Emílio Garrastazu Médici

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Professora Mirtes Reichert Eid e alunos - década de 1970

(Arquivo Luiz Camargo)

 

Professora Mirtes Reichert Eid e alunos - década de 1970

(Arquivo Luiz Camargo)

 

Professora e alunos - década de 1970

(Arquivo Dione Vieira)

 

Professora e alunos - década de 1970

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Professor César Oliveira Santos e alunos - década de 1970

(Arquivo Luiz Camargo)

 

Professora Olga Depoian e alunos - década de 1970

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Professora Olívia Zanatta e alunos - década de 1970

(Arquivo Liráucio Zovaro)

 

Hasteamento da Bandeira - década de 1970

(Arquivo Dione Vieira)

 

Hasteamento da Bandeira - 7 de setembro de 1972

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Hasteamento da Bandeira - 7 de setembro de 1972

À frente, Carlos Sartorelli (prefeito) e Antonio Zanatta (diretor da escola)

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Desfile cívico - 1972

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Desfile cívico - 1972

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Desfile cívico - 1973

(Arquivo Cacilda Benedita Ferreira Gomes)

 

Desfile cívico - 1973

(Cópia - Arquivo Hugo Augusto Rodrigues)

 

Hasteamento da Bandeira - 7 de setembro de 1973

(Arquivo Hugo Augusto Rodrigues)

 

Desfile cívico - 1975

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Desfile cívico - fim da década de 1970

(Arquivo José Homem de Góes)

 

Desfile cívico - fim da década de 1970

(Arquivo José Homem de Góes)

 

Desfile cívico - fim da década de 1970

(Arquivo José Homem de Góes)

 

Clube de inglês - escola "Gaspar"

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Primeiro ônibus para transporte de estudantes - década de 1970

(Arquivo José Homem de Góes)

 

Desfile cívico - 1989

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Desfile cívico - 1989

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Desfile cívico - 1991

(Arquivo Luís Gustavo Lopes)

 

Desfile cívico - 1992

(Arquivo Luciani Martins)

 

Escola da Vila Santo Antonio passa a se chamar "Professora Pedrina de Campos Pedrozo Rosa" - 1992

(Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo)

 

Arquivos encontrados

 

Em 1999, organizando a sala que funcionaria como sede do grêmio estudantil da "Escola Estadual Dr. Gaspar Ricardo Júnior", encontramos uma série de arquivos que estavam se deteriorando. Grande parte mostra professores efetivos e substitutos que lecionaram na escola. Alguns em início a carreira, outros em término. E para não perder tais documentos, acondicionamos tudo numa grande pasta e, paralelamente, reunimos também todo o acervo de livros de ponto e ata que estavam em vários pontos do prédio.

 

Todo esse material contém parte importante da memória da educação na cidade, acervo que também precisa ser preservado. A seguir, as fotos que foram encontradas, mostrando professores que atuaram em diversas épocas entre as décadas de 1950 e 2000. Nossas homenagens a eles através deste espaço. Os nomes estão registrados conforme os documentos da época.

 

Ana Maria Issa

 

Ana Maria Vianna

 

Antonia Rosa Martins

 

Bernadete de Lourdes Picco

 

Celina Goneli Vicentim

 

Chislaine de Campos

 

Clarice Rodrigues

 

Clélia Vercellino

 

Célia Aparecida de Oliveira

 

Deoclésia Morro

 

Diva de Jesus

 

Dulce Ferreira

 

Dulcinéia Soares

 

Edméia de Lourdes Arruda Galvão

 

Edna Aparecida Facas

 

Elisabete Nabas

 

Elisabeth Rodrigues

 

Ernides Martelini

 

Eulina Arruda Bertolii

 

Eunice Pacheco de Jesus Politani

 

Eva Rudi

 

Gessira Berton

 

Hélide Maria Rosa Gamero

 

Marlene Gomes de Souza

 

Rosa Antonia da Silva

 

Rosa Del Vigna Peixoto

 

Said Jorge Moraes

 

Silvano Mioni

 

Solange Cannavam

 

Suenilda Dias

 

Vilma Caetano de Camargo

 

Vilma Tereza Vieira de Campos

 

Wanderley Rosa da Silva

 

Zélia de Lima

 

Zuleica Teixeira Pinto

 

Zélia Ignez Vercellino

 

 

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