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Aspecto do local em março de 2014 - acordo entre a ALL e a Prefeitura de Iperó transferiu a área para o município

A assinatura do termo de cessão ocorreu em 25 de março de 2015

(Victor Moraga Ramos)

 

Depósito de locomotivas - Oficina de soldagem de trilhos: importante patrimônio da cidade

 

Em fevereiro de 2010, num encontro com Eliana Gasparini Del Vigna, amiga e conterrânea, falávamos sobre a situação do Depósito. É o grande prédio da ferrovia, inaugurado no fim de 1938, que durante anos funcionou como Depósito de locomotivas da Estrada de Ferro Sorocabana. Depois da desativação do Depósito, o prédio passou a abrigar a Oficina de soldagem de trilhos. A oficina recebia trilhos produzidos em Volta Redonda (RJ) e no Tennessee (EUA), soldava e distribuía para toda a Sorocabana (depois FEPASA). Inclusive, chegou a soldar trilhos para a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) durante a década de 1970. É por causa desse complexo que o bairro ao redor (Vila Santo Antonio) é conhecido até hoje como "Vila do Depósito".

 

O auge e o abandono. Para a Eliana, relembrando diversas histórias do lugar, ali foi palco das tradições das festas juninas de Iperó. Antigamente as procissões iam até o Depósito. Muitos pais de família tiravam dali o 'pão nosso de cada dia'. Reparavam locomotivas para que elas transportassem os sonhos de muita gente (gente que viajava para rever um ente querido e assim matar a saudade) e para transportar matéria-prima. Enfim, é tudo muito triste, muito.

 

Suely Gonzaga de Jesus, que também conheceu o local em pleno funcionamento durante o auge da ferrovia, disse que é uma tristeza ver o Depósito todo quebrado. Quando menina, sempre que minha irmã Milthes Ribeiro ia à casa da sogra dela, eu gostava de ir também e ‘fugia’ para ir ao Depósito e ver o pessoal trabalhando nos trens. Tudo se acaba nesta vida. À medida que vão se acabando, deixam uma tristeza imensa em nossos corações.

 

Said Moraes, primeiro professor iperoense filho de ferroviário, foi enfático ao dizer que é preciso respeitar a memória dos ferroviários. Não permitir que destruam e apaguem a memória do patrimônio cultural de cidade de Iperó. É um violento golpe contra a cidadania.

 

Depósito da Sorocabana em Iperó - fim de 1938

(Revista Nossa Estrada - Arquivo Thomas Corrêa)

 

Funcionários em frente à locomotiva 1018

Depósito de locomotivas de Iperó - 1943

("Eu, a ferrovia e o tempo")

 

Ferroviários no Depósito: "Rubinho" Barba, Renê Killian e ... (ao lado da locomotiva)

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Missa de Nossa Senhora Aparecida no interior do Depósito

(Arquivo Eliana Gasparini Del Vigna)

 

Fachada do prédio na época em que funcionava como "Oficina de soldagem de trilhos"

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Guindaste utilizado para os serviços da oficina

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Aspecto do exterior da oficina. Na imagem, o sr. Roque Severino Rodrigues, um dos funcionários

Foi ele quem desenhou esse equipamento, construído posteriormente na própria oficina 

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Funcionários transportando os trilhos para o interior da oficina

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Funcionários transportando os trilhos para o interior da oficina

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Aspecto do interior da oficina

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Funcionários direcionando os trilhos para a soldagem

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

O exato momento em que os trilhos eram soldados

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

O exato momento em que os trilhos eram soldados

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Ferroviários sobre os trilhos soldados na oficina

(Arquivo José Roberto Moraga Ramos)

 

Funcionários da oficina e moradores da região

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Funcionários da oficina

(Arquivo - Família de Roque Severino Rodrigues)

 

Oficina ainda em funcionamento

(Arquivo Tiago Amato)

 

Trilhos já soldados e sobre as gôndolas para serem transportados

(José Roberto Moraga Ramos)

 

Prédio servindo como depósito de dormentes pouco antes da desativação

(José Roberto Moraga Ramos)

 

Prédio servindo como depósito de dormentes pouco antes da desativação

(José Roberto Moraga Ramos)

 

Imagem de satélite mostrando o local ainda conservado - 2004

(Google)

 

TEM Notícias - 17 de maio de 2007

Policiais ferroviários federais descobrem o corte ilegal de vagões realizado pela ALL

(Reprodução - TV TEM)

 

Restos de vagões cortados pela ALL - 2007

Ao fundo, o telhado do prédio sendo arrancado

DVD – Trens em Iperó (Revista Trens & Ferrovias)

 

Restos de vagões cortados pela ALL - 2007

Ao fundo, o telhado do prédio sendo arrancado

DVD – Trens em Iperó (Revista Trens & Ferrovias)

 

Interior do prédio - 2007

DVD – Trens em Iperó (Revista Trens & Ferrovias)

 

Entrada do local em 2008

 (Tiago Amato)

 

Entrada do local em 2008

 (Tiago Amato)

 

Interior do local em 2008 - grande parte do telhado já arrancada

 (Tiago Amato)

 

Entrada do local em 2009

 (Tiago Amato)

 

O que restou da guarita na entrada do local - 2010

(Tiago Amato)

 

O que restou da guarita na entrada do local - 2010

(Tiago Amato)

 

Telhado totalmente arrancado - 2010

 (Tiago Amato)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2010

 (Tiago Amato)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2010

 (Miguel Saad)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2010

 (Miguel Saad)

 

Terreno ao redor das construções também tomado pelo mato - 2010

(Miguel Saad)

 

Grande número de peças amontoadas - 2010

(Miguel Saad)

 

Muitos vagões e gôndolas no meio do mato - 2010

(Miguel Saad)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2010

(Tiago Amato)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2010

Quase uma cena de guerra, tamanha a devastação do local

(Tiago Amato)

 

Parte da antiga máquina de solda - 2010

(Miguel Saad)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2010

A estrutura do telhado ("tesouras") foi arrancada também

(Tiago Amato)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2010

(Tiago Amato)

 

Muitos vagões abandonados no meio do mato - 2011

(Tiago Amato)

 

Muitos vagões abandonados no meio do mato - 2011

(Tiago Amato)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2011

(Tiago Amato)

 

Detalhe do letreiro "OFICINA DE SOLDAGEM DE TRILHOS" - 2011

(Tiago Amato)

 

Caixa d'água com o símbolo da Estrada de Ferro Sorocabana

No início, servia para abastecer as locomotivas

(Tiago Amato)

 

Caixa d'água com o símbolo da Estrada de Ferro Sorocabana

No início, servia para abastecer as locomotivas

(Tiago Amato)

 

Detalhe do símbolo da Estrada de Ferro Sorocabana na lateral da caixa d'água

(Victor Moraga Ramos)

 

A "casa de força" também abandonada

(Tiago Amato)

 

O abandono do local - parte da história da cidade destruída

(Tiago Amato)

 

Mato toma conta de um dos guindastes utilizados para os serviços da antiga oficina

(Igor Pereira)

 

Telhado totalmente arrancado e interior tomado pelo mato - 2011

(Igor Pereira)

 

Aspecto do local em março de 2014 - acordo entre a ALL e a Prefeitura de Iperó transferiu a área para o município

A assinatura do termo de cessão ocorreu em 25 de março de 2015

(Victor Moraga Ramos)

 

Aspecto do local em junho de 2015 - Iperó receberá a área recuperada

(Hugo Augusto Rodrigues)

 

 

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